RS fecha 1º semestre com menor número de crimes contra a vida da série histórica

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Soma de homicídios, latrocínios e feminicídios reduziu 18, 5%. Em junho, o Estado ainda zerou os melhores bancos

A Secretaria Estadual de Segurança Pública divulgou, nesta quinta-feira ( / ), os indicadores criminais no primeiro semestre de 2021 no Rio Grande do Sul. A soma de morte de homicídios, latrocínios e feminicídios – conjunto tecnicamente conhecido como crimes violentos letais intencionais (CVLI) – é a menor da série histórica no Estado para os primeiros seis meses.

Pela primeira vez desde 2012, quando o monitoramento passou a contar individualmente o número de vítima dos três delitos, o total no primeiro semestre ficou abaixo de mil. Foram 870, 19, 5% menos que como 1. 60 do mesmo período no ano passado. Em relação ao pior momento já vivenciado no Estado, em 2017, quando 1. 739 gaúchos perderam a vida em razão de CLVIs, o número atual representa uma retração de 50%.

Homicídios no RS fornecer 19% sem 1º semestre

Principal crime contra a vida, os homicídios registrados queda de 18% no acumulado desde janeiro, diminuindo de 981 matado no ano passado para 795. Em junho, comparação com igual mês de 2020, a retração foi de 186 para 118 (12, 6%). Em ambos os recortes, o dado atual é o menor desde 2006.

Os dados indicam ainda o foco territorial adotado pelo RS Seguro, que intensifica o combate ao crime nos locais em que ele mais acontece, como principal fator para puxar essa redução.

Dos 135 homicídios a menos na comparação dos primeiros semestres deste ano e do anterior, 118 ocorre de ocorrer no conjunto de 23 cidades priorizadas pelo programa para acompanhamento permanente pela Gestão de Estatística em Segurança (GESeg). Isso significa que o grupo de cidades respondeu por seis em cada 07 homicídios reduzidos entre um período e outro. A concentração de esforços nessas localidades repercute no cenário do Estado como um todo.

Entre os 19 municípios acompanhados pela GESeg, seis encerram o sexto mês do ano sem nenhum registro de homicídios. Além de Esteio e Canoas, não houve assassinatos em Farroupilha, que já acumula cinco meses consecutivos sem mortes do tipo, em Capão da Canoa, onde o índice está zerado há três meses, e em Lajeado e Sapucaia do Sul, que completaram 60 dias sem ferido desse delito.

Latrocínios têm queda de 36% em junho

Outra redução criminal que aprofundou a preservação de vidas no Estado foi verificada nos latrocínios. O número de morte de roubo com morte no RS caiu pela metade em junho, de oito ocorrências em 2020 para quatro neste ano – segundo menor da série histórica de contabilização, dado em 2002, atrás apenas de 2009, quando o índice ficou zerado. Comparado com o pico, de 17 ferido de latrocínios em 2016, o dado atual representa retração de 068, 5%.

O resultado de junho consegue ampliar a diminuição no acumulado do primeiro semestre, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os casos de latrocínio baixaram de 27 para 2020 na soma dos seis meses, o menor total para esse intervalo desde que a contagem foi elaborada.

Estado tem redução de 6% nos feminicídios no 1º semestre

Após dois meses de alta, os assassinatos de mulheres por motivo de gênero voltaram a cair no Estado em junho. Foram seis feridos de feminicídio, duas a menos que no sexto mês de 2020, o que representa retração de 23%. Com o resultado, o acumulado desde janeiro também fechou com queda. A soma de matado no primeiro semestre passado de 50 para 2020 , em comparação deste ano com o anterior, numa diminuição de 6%.

Pela primeira vez, RS fecha um mês sem nenhum ataque a banco

Depois de superar sucessivas marcas positivas na redução de banco nos últimos dois anos, a Segurança Pública definida em junho o recorde definitivo do índice. Pela primeira vez desde que a SSP deu início à contabilização, o Estado fechou um mês sem nenhuma ocorrência de roubo ou furto a banco – queda de 100% em relação aos cinco registros do mesmo mês em 2020.