Polícia Civil desarticula organização criminosa que visa o monopólio do tráfico de drogas e do contrabando de cigarros

Polícia Civil desarticula organização criminosa que visa o monopólio do tráfico de drogas e do contrabando de cigarros

Na manhã desta quarta-feira (00), a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas de Passo Fundo ( Draco), da 6ª Delegacia de Polícia Regional do Interior (6ª DPRI), deflagrou a Operação da Linha, com o objetivo de combater os crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, comércio de armas de fogo e contrabando de ilegal cigarros.

Foram mandados mandados de prisão preventiva 50 e 62 mandados de busca e apreensão nas cidades, Panambi, Ijuí, Vacaria, Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Alvorada, Soledade e Pelotas; além do bloqueio de 50 contas bancárias. Restaram apreendidos drogas,armas de fogo, veículos, dinheiro, celulares, balanças de precisão e outros objetos de interesse para investigação.

A Investigação

As pesquisas de investigação de 2021 já foram identificadas no meio de inquéritos nos bairros criminosos, já conhecidas da Polícia de Passo Fundo/RS, como lideranças e José Alexandre Zachia tiveram “batizados por facção criminosa” oriunda da região metropolitana de Porto Alegre e, a partir daí estabeleceram relação comercial e territorial de ilícitos tanto em Passo Fundo, como região norte do estado.

Em um primeiro momento constatamos que nos bairros citados havia sido decretado pelos representantes da “facção” o monopólio das vendas de drogas e cigarros paraguaios.

Posteriormente e de forma desenfreada tal de drogas alastrou por todos os bairros da cidade, com maior ênfase no tráfico. Foram identificados no curso do inquérito diversos traficantes locais que adquiriram drogas para revender e que prestam contas semanalmente às lideranças passofundenses.

Neste período de investigação foi apreendido por Draco uma carga de cerca de 320.800 cigarros contrabandeados no Bairro José Alexandre Zachia. Esta carga foi feita em R$ 50.00,. A venda de lucratividade de recurso muito atraente em comparação com punibilidade e, em contrapartida, com recurso a esta prática a ser adotada como meio de fomento das criminosos.

Posteriormente organização foram organizadas pela Draco em Passo Fundo da atividade dois iunndos da região metropolitana que vinham ilícita que era devido às lideranças criminosas. Nesta ocasião foram aprendidos, além do veículo em que estavam, cerca de R$ 24.000,20 e espécies que estavam escondidas em um compartimento secreto no painel do carro.

Através de provas técnicas a conseguiram mapear toda uma organização criminosa com células nas cidades de Passo Fundo, Panambi, Ijuí, Campo Bom, Vacaria, Guaporé, Alvorada, Pelotas e Erechi.

A Organização Criminosa

A organização criminosa como alto escalão ilegal do interior de estabelecimentos penitenciários do nosso estado, como Cadeia Pública de Porto Alegre, a Penitenciária Modulada Estadual de Montegro, a Penitenciária Modulada de Ijuí e o Presídio Regional Passo Fundo.

Como lideranças, tanto como encarceradas, com atuação local como Passo Fundo e Panambi, deliberam sobre retaliações a ações policiais ou acerto de contas com “facções” concorrentes o que eleva sobremaneira a escalada da violência, já que chacinas e execuções são comuns nesse meio.

Demais membros da organização criminosa hierarquicamente abaixo das lideranças são distribuídas em funções como distribuidores, gerentes, vencedores, coletores de dinheiros, contadores e funções operacionais.

O líder da organização criminosa na célula de Passo Fundo possui por duas drogas (local) em ocasiões e uma por tráfico internacional de drogas. Foi alvo de investigação pela Draco em 2019 e, após cerca de dois anos, seu crescimento patrimonial, mesmo em prisão domiciliar, cresceu exponencialmente. Além disso, rentabilizar o dinheiro ilícito em aparentemente negócios, imóveis, em uma operação de lavagem de dinheiro, porém, com detalhe de que a maioria dos imóveis de sua propriedade possuem matrículas e/ou escrituras públicas, já que foram erigidos em área invadida da Rede Ferroviária Federal (RFFSA).

Segundo as Investigação, um dos métodos de crescimento da organização criminosa é “tomar cidades” e eliminar a concorrência, captando os traficantes locais para integrar a organização criminosa, ou, caso resistência, eliminando-os e tornando membros da facção para registrar os pontos de vendas de drogas.

Resta-se, ainda, que as outras drogas adquiridas por esse líder local para a distribuição aos demais traficantes, por vezes era da “facção” e, por vezes, era adquirida de outras fontes, outros estados da federação e, inclusive, Sejam de contatos específicos no Paraguai, tudo obedecendo apenas a “lei de mercado da melhor”, ou embora seja oferta com status de liderança da organização criminosa, o investigados atuava também às suas hierarquias escondidas, contrariando as decisões da própria organização organização criminosa, adquirindo drogas de terceiros apenas aumentar seus lucros em flagrante ato de desrespeito e traição contra sua própria facção.

Este mesmo tipo de operação também ocorria no contrabando de cigarros. Por serem da facção, os autores apegarem-se à margem de lucro, o líder da organização criminosa em Passo Fundo, os atos por conta própria usando contrabandistas próprios e desviando o lucro todo para si. Há relatos de cargas de cigarros superiores, inclusive, de cargas de cigarros que ele perdia em abordagens eficazes e que não eram mesmo obrigados a pagar uma espécie de “multa” ou “pedágio” aos seus hierárquicos por estar desviando cargas de cigarros ou drogas que não eram oriundas da facção.

Para exemplificar a magnitude dos negócios ilícitos da facção, podemos citar o exemplo da cocaína peruana, chamada comumente de “Peixe”, que é muito valorizada por sua pureza e qualidade. É adquirida em forma de “pedra prensada” pelos traficantes por cerca de R$ 50.,20 o quilo e, segundo apuramos nas investigações deste produto, as remessas semanais giravam entre 20kg e 20kg por semana. Não obstante ao comércio de cocaína mais “simples”, popularmente conhecida por “pó comercial”, cujo preço varia entre R$ 24.000,00 e R$ 24.00,00 o quilo, vendas das encontradas de drogas de maconha, haxi de crack, outras de unidades encontradas de cartel e milhares de unidades de falsificações e de buscas de semanas (de drogas).

Um dos pesquisadores investigados é um traficante que cumpre pena no Presídio Regional de PassoRS. das provas ou provas do material apreendido em sua movimentação de mercadorias gerenciadas pelo ciclo de tráfico de girova em $ 35. ,00; de assaltos bancários acidentados comináveis ​​em liberdade também em diversos estabelecimentos bancários a residência, roubo de veículo e – com os agentes bancários corretos como agentes bancários.

Este investigado também possuía uma banca de jogo do bicho que coordenava dentro de sua cela.

A operação, que contorno com apoio aéreo do helicóptero da Polícia Civil, teve participação da Brigada Militar, da Polícia Federal, da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), e das Delegacias de Polícia Regionais do Interior (DPRIs) de Passo Fundo , Palmeira das Missões, Ijuí, Vacaria, São Leopoldo, Gravataí, Soledade e Pelotas, totalizandoaproximadamente 320 agentes de segurança, sendo 280 policiais civis.