Vigilância estadual reforça recomendações de prevenção de novas variantes do coronavírus

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A confirmação da transmissão da variante delta do coronavírus no Rio Grande do Sul fez com que o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), da Secretaria da Saúde, emitisse novo comunicado com orientações de reforço às medidas de prevenção. Os cuidados recomendados devem ser adotados independentemente do andamento da vacinação e são voltados para uma população em geral, serviços de saúde e vigilâncias municipais.

A nota completa está divulgada em coronavirus.rs.gov.br/profissionais-da-saude, e pode ser acessado ao final deste texto. Para uma população, orientação padrão, principalmente, no uso de máscaras, distanciamento social e a procura pela testagem ao apresentar sintomas. A diretora do Cevs, Cynthia Molina Bastos, destaca os cuidados a serem seguidos. “Não minimizar os sintomas evita com que seja necessário ter novos fechamentos e restrições”, explica.

Cynthia acrescenta ainda que medida independente da pessoa ser ou não vacinada. “As vacinas foram desenvolvidas para termos menos casos graves e óbitos, mas diminuir não é 100% e ainda há pessoas que, de acordo com sua condição, mesmo após a vacina, podem adoecer ou até não ter sintomas e transmitir o vírus ”, completa.

Para isso, segue uma recomendação que toda pessoa com sintomas gripais (pelo menos dois entre os sintomas de febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou gustativos e diarreia) seja testada e isolada enquanto estiver sintomática.

Orientações aos serviços de saúde e vigilâncias municipais

Caracterizada por ter uma maior transmissibilidade, a variante delta também requer um reforço das ações preventivas nos serviços de saúde, como a implementação de planos de contingência, observação o uso de máscaras por pacientes e visitantes, disponibilidade de equipamentos de proteção individual

EPIs) para trabalhadores e reforços como medidas de higienização.

Aos municípios, o comunicado traz as recomendações de reforço como ações de fiscalização dos protocolos e de identificação, monitoramento e isolamento de casos suspeitos e confirmados, assim como dos respectivos contactantes.