TRE esclarece dúvidas sobre a “votação paralela”

Processo acontece simultaneamente com as eleições para provar a idoneidade do sistema
Nesta semana, a Comissão de Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas, presidida pelo desembargador eleitoral Gustavo Diefenthäler, promoveu videoconferência com representantes de partidos políticos e entidades da sociedade civil, para tratar de assuntos referentes à votação paralela. O evento teve como objetivo repassar informações gerais sobre os procedimentos a serem adotados na auditoria das urnas eletrônicas e, também, esclarecer eventuais dúvidas sobre o assunto. A votação paralela é um mecanismo de auditoria criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a fim de assegurar maior transparência nas urnas eletrônicas.

O desembargador lembrou que nas eleições de 2018, a propagação de fake news provocou incertezas no eleitorado em relação à falhas no funcionamento das urnas eletrônicas, mas, posteriormente, foi constatado que os equívocos ocorreram em decorrência de erros cometidos pelos eleitores no momento de digitarem seus votos. “A Justiça Eleitoral é a guardiã do processo eleitoral, cuja finalidade é garantir que o resultado das eleições correspondam a vontade do eleitorado”, disse ele.

A votação paralela é utilizada pela Justiça Eleitoral desde 2002 para comprovar o funcionamento correto das urnas sob condições normais de uso. Ela é realizada no mesmo dia e horário da votação oficial, nos dois turnos das eleições, em local público e com expressiva circulação de pessoas. No dia 14 de novembro, serão sorteadas as urnas eletrônicas que passarão pelos procedimentos de auditoria. O sorteio ocorrerá no Plenário do Tribunal Regional Eleitoral, a partir das 9h, em cerimônia aberta aos partidos políticos, imprensa e público em geral.

Processo acontece simultaneamente com as eleições para provar a idoneidade do sistema

Nesta semana, a Comissão de Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas, presidida pelo desembargador eleitoral Gustavo Diefenthäler, promoveu videoconferência com representantes de partidos políticos e entidades da sociedade civil, para tratar de assuntos referentes à votação paralela. O evento teve como objetivo repassar informações gerais sobre os procedimentos a serem adotados na auditoria das urnas eletrônicas e, também, esclarecer eventuais dúvidas sobre o assunto. A votação paralela é um mecanismo de auditoria criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a fim de assegurar maior transparência nas urnas eletrônicas.

O desembargador lembrou que nas eleições de 2018, a propagação de fake news provocou incertezas no eleitorado em relação à falhas no funcionamento das urnas eletrônicas, mas, posteriormente, foi constatado que os equívocos ocorreram em decorrência de erros cometidos pelos eleitores no momento de digitarem seus votos. "A Justiça Eleitoral é a guardiã do processo eleitoral, cuja finalidade é garantir que o resultado das eleições correspondam a vontade do eleitorado", disse ele.

A votação paralela é utilizada pela Justiça Eleitoral desde 2002 para comprovar o funcionamento correto das urnas sob condições normais de uso. Ela é realizada no mesmo dia e horário da votação oficial, nos dois turnos das eleições, em local público e com expressiva circulação de pessoas. No dia 14 de novembro, serão sorteadas as urnas eletrônicas que passarão pelos procedimentos de auditoria. O sorteio ocorrerá no Plenário do Tribunal Regional Eleitoral, a partir das 9h, em cerimônia aberta aos partidos políticos, imprensa e público em geral.

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