Projeto SAMbA Território traz artista plástico Bozó Bacamarte a Caxias do Sul

Em residência artística, ele pintará obra na sede do instituto além de participar de atividades educativas e culturais com estudantes e artistas urbanos da cidade
De Recife para Caxias do Sul, o artista plástico Bozó Bacamarte chegou à cidade para participar do Projeto SAMbA Território – Residência de Artista, organizado pelo Instituto SAMbA. Veio fazer um mural na sede do instituto, participar de atividades com estudantes da rede pública de ensino de Caxias, além de conhecer a cena local das artes urbanas, que é sua referência.
Aos 32 anos, Bozó viu seu trabalho se popularizar nas ruas de Recife depois de conhecer o grafite e o breaking em oficinas de projetos sociais. Mas queria mais e foi descobrindo a história da arte, levando referências das artes plásticas para as suas pinturas. O Movimento Armorial e a xilogravura, que propõem um mergulho no universo da cultura popular nordestina, são referências para suas telas e murais.
“Acredito que esta vai ser uma ótima experiência. Até então, só tinha chegado até o Rio de Janeiro e São Paulo. Vir para o Sul está sendo uma grande oportunidade. Quero deixar um pouco do Nordeste, minha terra, aqui para vocês e, ao mesmo tempo, levar um pouco da cultura daqui para lá. Em minhas pinturas trago elementos do Movimento Armorial, recriando histórias que me foram contadas pelos meus pais e avós. Meu jeito de trabalhar é como uma dança com a parede. Em cada chão em que piso tenho visões diferentes de como as pessoas vivem e da cultura desses locais”, disse o artista em entrevista ao programa Café & Cultura.
O projeto inclui os estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ester Justina Troian Benvenutti. Os alunos estudaram a obra de Romildo Rocha – que esteve em Caxias em agosto – e Bozó, arte popular e arte urbana e seus contextos. Os estudantes também aprenderão a fazer lambes que serão transformados em painéis na rodoviária de Caxias do Sul.
Os artistas urbanos caxienses Fernanda Rieta e Maurício Pesk, que integram o Coletivo Rua, grupo ligado às artes urbanas locais, também participam do projeto para ações teóricas e práticas com os estudantes caxienses de acordo com seus vetores de ação e procedimentos socioeducativos com jovens e crianças.
Conceitualmente, o Projeto Samba Território-Residência de Artista aposta na ideia de ocupação do espaço urbano e segue investigando as diferentes estéticas que a xilogravura assume na contemporaneidade a partir das linguagens do grafite e dos murais das artes urbanas, em sintonia com o universo de criação de Romildo Rocha e Bozó Bacamarte.
O projeto é financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul, com o apoio cultural das empresas Randon, Fundação Marcopolo, Banco Moneo, Neobus e MG Terminais Rodoviários. Conta ainda com o apoio da Rodoviária de Caxias do Sul.
Confira a entrevista completa do artista no programa Café & Cultura AQUI.

Em residência artística, ele pintará obra na sede do instituto além de participar de atividades educativas e culturais com estudantes e artistas urbanos da cidade

De Recife para Caxias do Sul, o artista plástico Bozó Bacamarte chegou à cidade para participar do Projeto SAMbA Território – Residência de Artista, organizado pelo Instituto SAMbA. Veio fazer um mural na sede do instituto, participar de atividades com estudantes da rede pública de ensino de Caxias, além de conhecer a cena local das artes urbanas, que é sua referência.
Aos 32 anos, Bozó viu seu trabalho se popularizar nas ruas de Recife depois de conhecer o grafite e o breaking em oficinas de projetos sociais. Mas queria mais e foi descobrindo a história da arte, levando referências das artes plásticas para as suas pinturas. O Movimento Armorial e a xilogravura, que propõem um mergulho no universo da cultura popular nordestina, são referências para suas telas e murais.
“Acredito que esta vai ser uma ótima experiência. Até então, só tinha chegado até o Rio de Janeiro e São Paulo. Vir para o Sul está sendo uma grande oportunidade. Quero deixar um pouco do Nordeste, minha terra, aqui para vocês e, ao mesmo tempo, levar um pouco da cultura daqui para lá. Em minhas pinturas trago elementos do Movimento Armorial, recriando histórias que me foram contadas pelos meus pais e avós. Meu jeito de trabalhar é como uma dança com a parede. Em cada chão em que piso tenho visões diferentes de como as pessoas vivem e da cultura desses locais”, disse o artista em entrevista ao programa Café & Cultura.
O projeto inclui os estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ester Justina Troian Benvenutti. Os alunos estudaram a obra de Romildo Rocha – que esteve em Caxias em agosto – e Bozó, arte popular e arte urbana e seus contextos. Os estudantes também aprenderão a fazer lambes que serão transformados em painéis na rodoviária de Caxias do Sul.
Os artistas urbanos caxienses Fernanda Rieta e Maurício Pesk, que integram o Coletivo Rua, grupo ligado às artes urbanas locais, também participam do projeto para ações teóricas e práticas com os estudantes caxienses de acordo com seus vetores de ação e procedimentos socioeducativos com jovens e crianças.
Conceitualmente, o Projeto Samba Território-Residência de Artista aposta na ideia de ocupação do espaço urbano e segue investigando as diferentes estéticas que a xilogravura assume na contemporaneidade a partir das linguagens do grafite e dos murais das artes urbanas, em sintonia com o universo de criação de Romildo Rocha e Bozó Bacamarte.
O projeto é financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul, com o apoio cultural das empresas Randon, Fundação Marcopolo, Banco Moneo, Neobus e MG Terminais Rodoviários. Conta ainda com o apoio da Rodoviária de Caxias do Sul.
Confira a entrevista completa do artista no programa Café & Cultura AQUI.

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