Prefeito Iura faz apelo para que população cumpra regras de prevenção e evite retrocessos

Com mudanças no modelo de classificação de risco, sair da bandeira vermelha ficou mais difícil

Embora há quem esteja certo de que o pior já passou, o modelo de distanciamento controlado determinado pelo Governo do Rio Grande do Sul mostra, pelo aumento de ocupação de leitos, que a disseminação do novo coronavírus ainda não estagnou no território gaúcho.

O Estado registrou quatro situações de alto risco e na sexta rodada do modelo de distanciamento, as regiões de Caxias do Sul, Santo Ângelo, Santa Maria e Uruguaiana passaram de bandeira laranja para vermelha, partir desta segunda-feira 15/06. E com mudanças. Agora, a vigência é de, no mínimo, duas semanas. Nas demais regiões que permaneceram na classificação amarela ou laranja, como é o caso da Região Norte a qual Marau pertence, a validade vai até 21/06.

Mesmo sob situação mais favorável, o governo de Marau mantém o alerta de que as regras de isolamento e distanciamento sejam cumpridas. Em entrevista à Tua Rádio Alvorada, o prefeito Iura Kurtz pediu que a população não se descuide das medidas de prevenção. O prefeito também se dirigiu aos comerciantes e solicitou que todas as normas sejam, rigorosamente, preservadas para evitar retrocessos. “Tenho acompanhado a preocupação dos prefeitos de municípios em que a cor da bandeira mudou de laranja para vermelha. Não queremos, mais que nunca, isso ocorrendo por aqui – fechar comércio, interromper atividades – pois agora, como se sabe, para sair do alto risco é preciso de no mínimo 15 dias.  Peço aos comerciantes que não permitam a presença de pessoas sem máscaras nos estabelecimentos e que todos, tenhamos atenção para fazer o uso do equipamento, evitar aglomerações. Não podemos dar esse passo atrás pois será mais difícil reverter as condições, depois”, destacou Iura.

Há prefeitos da Fronteira Oeste que se negam a aceitar a bandeira vermelha do modelo de distanciamento controlado. O governador Eduardo Leite inicia a semana com uma série de reuniões com os chefes dos Executivos municipais que reagem ao reposicionamento na classificação de risco. A Procuradoria-Geral dos Estados já sinalizou, porém, que pode processar os prefeitos que descumprirem a medida.

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