Mês do autismo: inclusão, respeito e compreensão

APAE realiza diagnóstico e acompanhamento de crianças com autismo

Foi observando um problema de andar e a forma com que brincava com os carrinhos, que Daniela Pommer , mãe do Vicente, look que o filho apresentava alguns sintomas para o autismo. Após relatar os sinais ao pediatra, a família e o menino, que na época tinha 2 anos, foram encaminhados para a APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais para um diagnóstico mais preciso.

Como explica Gabriela Santin, fonoaudióloga da APAE de Marau, a avaliação e acompanhamento de uma criança com autismo é realizada por uma equipe multidisciplinar, que conta com neurologista, fonoaudiólogo, psicólogo e terapeuta ocupacional. Quando uma pessoa chega até a instituição escolta algum sintoma, essa equipe se reúne para chegar a um consenso em torno das características do paciente e de que o atendimento ele necessita. Segundo Gabriela, existem alguns graus de autismo que podem ser identificados (1,2 ou 3), porém, eles não definem a criança, por isso a instituição busca prestar atenção nas características particulares de cada paciente.

Sobre o mês de abril, que é dedicado ao autismo, uma fonoaudiologia explica que a intenção é levar para a população, sobre os sintomas e sinais do autismo e principalmente promover a inclusão. A mãe do Vicente, Daniela, faz um pedido aos pais de crianças autistas, que aceitem e entendam os seus filhos. E aos pais de crianças neurotípicas (que não possuam o TEA – Transtorno do Espectro Autista), que ensinem os seus filhos a serem compreensivos e inclusivos com as diferentes formas de ser e se expressar.

Uma entrevista completa com Daniela Pommer e Gabriela Santin está disponível no áudio da matéria.

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