Exercício físico e uso de máscara: recomendações e cuidados

Educador Físico diz que máscara deve ser usada, mas orienta sobre a utilização correta

A prática de exercício é extremamente recomendada para o bem-estar físico e mental das pessoas. Isso ninguém contesta. Mas com a covid-19, o isolamento e os perigos da contaminação mudaram a rotina, também, dos que não abrem mão de colocar o corpo em movimento.

Mas para quem não se habituou aos treinos caseiros, o uso de máscara durante a atividade, é obrigatório. Mesmo em ambientes ao ar livre. Como em qualquer outra situação, neste contexto também existem precauções a serem seguidas para evitar uma possível contaminação pelo novo coronavírus.

Nossa reportagem conversou com o educador físico Benhur Soares. A máscara, diz ele, é um elemento restritivo e não obstrutivo. Por isso, o professor explica, o equipamento de proteção pode, momentaneamente, restringir a troca gasosa e não bloquear. “O oxigênio não deixa de entrar. Mas, claro, você vai gerar um déficit de oxigênio maior e uma necessidade corporal maior para receber o ar e, assim, o que pode haver é um desconforto e um atenuamento no desempenho’, ressaltou Benhur.

O que precisa ficar claro, conforme explica o professor, é que os protocolo de exercícios prescritos antes da pandemia devem ter sido, obrigatoriamente, alterados.  

Leva tempo pra se adaptar ao uso da máscara durante o período em que já se gasta energia pelo movimento. Além da adaptação, escolher a máscara mais adequada e administrar as reações do corpo para que o rendimento se reequilibre são recomendações a serem observadas até que seja possível dar uma sequência natural às atividades, como destaca o educador físico. “O suor em demasia compromete o potencial de ação da máscara no exercício. Então é possível que a pessoa tenha que trocar, substituir a máscara ao longo da prática”, destaca o professor. A entrevista completa você acompanha no player de áudio ou na página da Tua Rádio Alvorada no Facebook.

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