A Secretaria Municipal de Saúde explica o atraso na distribuição de doses da Astrazeneca / Fiocruz

A Secretaria Municipal de Saúde explica o atraso na distribuição de doses da Astrazeneca / Fiocruz

Atraso na aplicação da segunda dose não traz prejuízos à pessoa que indica o imunizante

Secretarias de Saúde de todo o país têm encontrado dificuldades em dar sequência no esquema vacinal de pessoas que receberam a 1ª dose da Astrazeneca / Fiocruz. O atraso na distribuição do imunizante se dá pela decisão da Fiocruz, fabricante da vacina no Brasil, de utilizar o próprio Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), deixando de depender dos insumos de outros países.

Como explica Fernanda Garbin, coordenadora de ações em saúde da Secretaria de Saúde de Marau, a última etapa realizada com este imunizante aconteceu no dia 13 / . No município são 4 mil pessoas que aguardam pela segunda dose da vacina. Destas, 1500 estão atrasadas, outras 1500 Próximo da data de vencimento e como demais ainda estão dentro do prazo de 61 dias de intervalo entre uma dose estão e outra.

Fernanda destaca que ainda não há previsão para a chegada de novas doses no estado, porém, isso não é o motivo de preocupação. Segundo ela, um estudo desenvolvido pela própria fabricante aponta que não existem riscos no atraso no aplicativo da dose de reforço. O imunizante exige um intervalo mínimo entre as doses, mas não um máximo.

Uma entrevista completa com Fernanda Garbin está disponível no áudio da matéria.


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