TecnoUCS articula projetos com grafeno para a indústria automotiva

O material mais fino e resistente do mundo é o futuro da tecnologia e foi um dos temas destaque de 2019 e já se apresenta como assunto relevante para 2020
Representantes das empresas Gerdau, Randon, Marcopolo e Sanmartin conheceram o projeto de produção de grafeno do Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Caxias do Sul e debateram as possibilidades de utilização do material em seus produtos durante rodada de negócios realizada na sede administrativa do TecnoUCS, nas últimas semanas do ano. O encontro também serviu para uma apresentação do projeto Rota 2030, criado em 2018 pelo governo federal para o investimento de R$ 200 milhões em cinco anos, em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I), para aumentar a competitividade da cadeia automotiva nacional.

O programa pretende captar R$ 200 milhões em cinco anos e formar uma rede de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) para o desenvolvimento de projetos de qualificação para empresas do setor automotivo, nas áreas de eficiência energética, segurança, tecnologia assistiva e uso de biocombustíveis e automatização de produção. O apoio se estenderá da pesquisa básica à aplicada, no investimento em startups, desenvolvimento tecnológico e de protótipos e, por fim, à introdução do produto no mercado.

Como material mais forte, leve, fino e com maior condutividade térmica que existe, e grande condutor de eletricidade, o grafeno desponta entre as soluções em tecnologia avançada para diversos setores da indústria. Em duas das cinco linhas temáticas do Rota 2030 há possibilidades de inserção do grafeno: Materiais Avançados (materiais nanoestruturados, compósitos poliméricos e ligas metálicas) e Indústria 4.0 (robótica, inteligência artificial, integração de sistemas, Internet das Coisas, entre outros).

O coordenador-executivo do TecnoUCS, Enor Tonolli Jr., falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta segunda-feira.

O material mais fino e resistente do mundo é o futuro da tecnologia e foi um dos temas destaque de 2019 e já se apresenta como assunto relevante para 2020

Representantes das empresas Gerdau, Randon, Marcopolo e Sanmartin conheceram o projeto de produção de grafeno do Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Caxias do Sul e debateram as possibilidades de utilização do material em seus produtos durante rodada de negócios realizada na sede administrativa do TecnoUCS, nas últimas semanas do ano. O encontro também serviu para uma apresentação do projeto Rota 2030, criado em 2018 pelo governo federal para o investimento de R$ 200 milhões em cinco anos, em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I), para aumentar a competitividade da cadeia automotiva nacional.

O programa pretende captar R$ 200 milhões em cinco anos e formar uma rede de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) para o desenvolvimento de projetos de qualificação para empresas do setor automotivo, nas áreas de eficiência energética, segurança, tecnologia assistiva e uso de biocombustíveis e automatização de produção. O apoio se estenderá da pesquisa básica à aplicada, no investimento em startups, desenvolvimento tecnológico e de protótipos e, por fim, à introdução do produto no mercado.

Como material mais forte, leve, fino e com maior condutividade térmica que existe, e grande condutor de eletricidade, o grafeno desponta entre as soluções em tecnologia avançada para diversos setores da indústria. Em duas das cinco linhas temáticas do Rota 2030 há possibilidades de inserção do grafeno: Materiais Avançados (materiais nanoestruturados, compósitos poliméricos e ligas metálicas) e Indústria 4.0 (robótica, inteligência artificial, integração de sistemas, Internet das Coisas, entre outros).

O coordenador-executivo do TecnoUCS, Enor Tonolli Jr., falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta segunda-feira.

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