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Maioria dos vereadores aprova aporte de R$ 6 milhões para a Festa da Uva 2024

Votação foi marcada por longo debate. Quatro vereadores foram contra a matéria do Executivo municipal

Os vereadores aprovaram nesta sexta-feira (26/04) o aporte de R$ 6 milhões para a Festa da Uva 2024, em Caxias do Sul. Após um intenso debate, 16 parlamentares foram a favor do projeto da Prefeitura, enquanto cinco votaram contra a matéria. Dois vereadores estavam ausentes da sessão extraordinária que definiu o repasse da verba para a comissão organizadora do evento.

Do valor previsto, o montante será dividido em sete áreas principais: compra de uva (R$ 1,081 milhão); realização do desfile cênico musical (R$ 400 mil); montagem e estrutura do evento (R$ 3,076 milhões); segurança, por meio de convênio com a Brigada Militar (R$ 1,188 milhão); serviço de limpeza e segurança privada (R$ 560 mil); aquisição de óleo diesel para geradores (R$ 175 mil); e contratação de mão de obra para atuação nas áreas de bilheteria, controle de acesso, distribuição de uvas e credenciamento (R$ 368 mil).

Entre declarações favoráveis e contrárias ao projeto, o vereador Maurício Scalco (PL) se posicionou e votou contra a proposta do Executivo municipal. Durante a Ordem do Dia, ele ressaltou que entende a importância da Festa da Uva para Caxias, mas colocou que a cidade tem prioridades de recursos no momento, como para a saúde e a educação. (OUÇA A FALA)

A prefeitura argumenta que os recursos em questão são provenientes da venda da folha de pagamentos da prefeitura, cujo contrato foi assinado na segunda quinzena de dezembro, e retornarão aos cofres públicos por meio da arrecadação gerada pela movimentação econômica decorrente da Festa da Uva. Nesta linha, o vereador Zé Dambrós (PSB) votou a favor do aporte financeiro. Ele argumentou que esse valor repassado voltará para Caxias, a partir do fomento da economia local e do turismo. (OUÇA A FALA).

Dos 20 vereadores, votaram contra a proposta: Maurício Scalco (PL), Alexandre Bortoluz (PP), Ricardo Zanchin (Novo) e Gladis Frizzo (MDB). Estavam ausentes na sessão os parlamentares Adriano Bressan (PRD) e Felipe Gremelmaier (MDB). Agora, o projeto depende da sanção do prefeito Adiló Didomenico.