Pesquisa brasileira relaciona folha de pitangueira ao combate do Alzheimer

Estudo iniciou há 3 anos e agora segue na fase de teste de dosagem

Encontrar medicamentos e compostos que ajudem a tratar e prevenir o Alzheimer é um desafio para a ciência. Desde 1998, segundo a Associação Internacional de Alzheimer (ADI), mais de 100 remédios foram testados, mas apenas quatro mostram algum benefício contra a enfermidade, que atinge 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo – 1,2 milhão somente no Brasil.

Preocupados com o tema, pesquisadores do Mestrado e Doutorado em Biotecnologia da Universidade Positivo desenvolvem uma linha de pesquisa que investiga o potencial de substâncias que podem ajudar na luta contra a doença, em especial os compostos naturais, que apresentam menos efeitos colaterais. E eles descobriram que uma árvore típica brasileira, a pitangueira, pode ser uma boa aliada no combate ao Alzheimer.

Segundo o biólogo Ilton Santos da Silva, professor do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Positivo, responsável pela pesquisa, feita em parceria com estudantes, “o extrato das folhas da pitangueira possui diversas propriedades medicinais, como antioxidantes e anti-inflamatórias e apresenta um efeito neuroprotetor, prevenindo prejuízos de memória”. 

Ilton explicou como foi realizada a pesquisa e como o estudo deve avançar em entrevista ao programa Temática na manhã desta quinta-feira. Confira na íntegra.

 

 

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