“Não é alarmante, mas temos que nos preocupar em cumprir-las porque a estiagem é grande”, diz o presidente do Samae sobre as represas do município

“Não é alarmante, mas temos que nos preocupar em cumprir-las porque a estiagem é grande”, diz o presidente do Samae sobre as represas do município

Maioria das represas opera acima dos 77% da capacidade, mas o Complexo Dal Bó já está com somente 64%.

A estiagem que afeta Caxias do Sul, principalmente no interior do município, ainda não tem grandes impactos sobre os níveis das barragens utilizadas para abastecimento da população da população área urbana. Conforme dados do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), a represa Maestra está com 86% da capacidade, o Faxinal com 85%, o Marrecas está operando com 93% ea Samuara com 95%. O caso mais preocupante é do Complexo Dal Bó que atingiu o nível de 53%.

Diante da pouca quantidade de chuva e da previsão de continuidade da estiagem neste verão, o diretor-presidente do Samae, Gilberto Meletti, saliente a necessidade de estabelecer o consumo da água de forma consciente. “Estamos conseguindo ter uma condição ainda de manter, não totalmente, as barragens. Não é alarmante, mas temos a preocupação de atender-las porque a estiagem é grande ”.

Meletti também descartou a possibilidade de racionamento do abastecimento da cidade, mas orientou a população para eliminar a utilização da água para fins que não sejam para consumo humano. “Estamos considerando que estes quantitativos das barragens ainda nos permitem manter o abastecimento, mas com cuidado. Então contamos com o apoio da população, eliminando os gastos de água que não sejam especialmente para consumo humano ”.

Durante entrevista à Tua Rádio São Francisco, o titular do Samae ainda destacou a situação preocupante da estiagem na área rural do município. Confira em “Ouvir Notícia”.

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