Verba de R$ 100 mil é destinada para custear gasto da Apae de Caxias do Sul em meio à pandemia

Valor provém de emenda parlamentar e medida tramita no Legislativo
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Caxias do Sul espera uma verba de R$ 100 mil para aquisição de equipamento e material, em meio à pandemia da Covid-19. O valor origina-se de emenda parlamentar e há um projeto de lei que tramita na Câmara de Vereadores para aprovação.

Para a Tua Rádio São Francisco, a coordenadora-geral da instituição, Elisabeth Leite Marin, afirma que o recurso será para a compra de um veículo para atividades da Apae. Ela conta que é necessário para o transporte de profissionais nas visitas domiciliares e hospitalares dos alunos.

Atualmente, a associação atende cerca de 420 pessoas com deficiência e suas famílias. Ela relata que houve uma adaptação coma chegada da pandemia da Covid-19, usando do ensino remoto e de idas às casas para visualizar a aprendizagem do aluno.

Elisabeth conta que apenas o setor de fisioterapia funciona presencialmente. O usuário necessita de uma autorização médica, a fim de comprovar a necessidade da presença e de segurança sanitária contra o novo coronavírus.

Acolhido o projeto de lei, ele depende da assinatura do prefeito Flávio Cassina para entrar em vigor.

Clique AQUI e confira a entrevista completa.

Valor provém de emenda parlamentar e medida tramita no Legislativo

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Caxias do Sul espera uma verba de R$ 100 mil para aquisição de equipamento e material, em meio à pandemia da Covid-19. O valor origina-se de emenda parlamentar e há um projeto de lei que tramita na Câmara de Vereadores para aprovação.

Para a Tua Rádio São Francisco, a coordenadora-geral da instituição, Elisabeth Leite Marin, afirma que o recurso será para a compra de um veículo para atividades da Apae. Ela conta que é necessário para o transporte de profissionais nas visitas domiciliares e hospitalares dos alunos.

Atualmente, a associação atende cerca de 420 pessoas com deficiência e suas famílias. Ela relata que houve uma adaptação coma chegada da pandemia da Covid-19, usando do ensino remoto e de idas às casas para visualizar a aprendizagem do aluno.

Elisabeth conta que apenas o setor de fisioterapia funciona presencialmente. O usuário necessita de uma autorização médica, a fim de comprovar a necessidade da presença e de segurança sanitária contra o novo coronavírus.

Acolhido o projeto de lei, ele depende da assinatura do prefeito Flávio Cassina para entrar em vigor.

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