CIC Caxias entrega estudo com demandas para trecho da ERS-122, na Serra, ao diretor do Daer-RS

Em entrevista, diretor-executivo da entidade, Gelson Dalberto, relatou a dificuldade logística enfrentada por empresas por conta das deficiências das estradas da região
Um estudo encomendado pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul, juntamente com outras empresas da região, mapeou as condições viárias de um trecho da ERS-122 na Serra Gaúcha. Cerca de 77,7 KM, desde o acesso a Flores da Cunha (km 91,18) até o entroncamento com a BR-116, para Campestre da Serra (km 168,65), foi analisado por meio do Estudo de Viabilidade de Tráfego – Viabilidade Geométrica, desde 17 de outubro de 2019.

O documento ficou pronto há alguns dias e foi entregue oficialmente pelo diretor-executivo da CIC, Gelson Dalberto, ao diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer-RS), Luciano Faustino da Silva, nesta terça-feira (13).

Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, Dalberto explicou que o estudo foi encomendado pela entidade a fim de fazer um levantamento das necessidades de melhorias que precisam ser realizadas nas estradas da região para facilitar a logística de transporte: “Nossas empresas de Caxias do Sul produzem veículos para transporte de pessoas e de cargas. Esses produtos evoluíram e não são mais veículos pequenos, mas nossas rodovias e estradas não evoluíram e não comportam mais. Para poder trafegar nessas estradas, eles precisam de autorizações especiais de trânsito que são emitidas pelo Daer, mas esses documentos demoram muito tempo, até 90 dias. Então numa missão no ano passado a CIC, juntamente com essas empresas, esteve no Daer para pedir agilidade nessas autorizações e eles relataram as dificuldades porque as estradas não têm condições para esse tipo de transporte. Eles também afirmaram que não conseguem fazer melhorias porque não conhecem exatamente a condição das estradas”.

Para agilizar o processo de mapeamento de trafegabilidade, principalmente no trecho da ERS-122, que é um dos principais pontos de escoamento de produção da cidade, empresas como Randon, Marcopolo, Irapuru, Sivecarga e diretores de Política Urbana e Infraestrutura da CIC Caxias contrataram o estudo a fim de agilizar as intervenções por parte do Estado.

Ainda durante entrevista, Dalberto salientou que a dificuldade na logística de transporte ocasiona gastos extras para as empresas, bem como dificulta a operacionalização de outras áreas como o turismo. Ele ainda destacou outras demandas como a roçada e tapa-buracos nas estradas da região. Ouça a entrevista completa AQUI.

Além do diretor-geral do Daer, o estudo também foi entregue ao diretor do Departamento de Concessões e Parcerias Público-Privadas do governo do RS, Rafael da Cunha Ramos.

Sobre às demandas apontadas pelo estudo, ainda não há uma resposta do Estado. Quanto à roçada e operação tapa-buracos, Dalberto afirmou que durante uma reunião virtual com o Secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, foi prometido que as intervenções iniciariam neste mês de outubro.

Em entrevista, diretor-executivo da entidade, Gelson Dalberto, relatou a dificuldade logística enfrentada por empresas por conta das deficiências das estradas da região

Um estudo encomendado pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul, juntamente com outras empresas da região, mapeou as condições viárias de um trecho da ERS-122 na Serra Gaúcha. Cerca de 77,7 KM, desde o acesso a Flores da Cunha (km 91,18) até o entroncamento com a BR-116, para Campestre da Serra (km 168,65), foi analisado por meio do Estudo de Viabilidade de Tráfego – Viabilidade Geométrica, desde 17 de outubro de 2019.

O documento ficou pronto há alguns dias e foi entregue oficialmente pelo diretor-executivo da CIC, Gelson Dalberto, ao diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer-RS), Luciano Faustino da Silva, nesta terça-feira (13).

Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, Dalberto explicou que o estudo foi encomendado pela entidade a fim de fazer um levantamento das necessidades de melhorias que precisam ser realizadas nas estradas da região para facilitar a logística de transporte: “Nossas empresas de Caxias do Sul produzem veículos para transporte de pessoas e de cargas. Esses produtos evoluíram e não são mais veículos pequenos, mas nossas rodovias e estradas não evoluíram e não comportam mais. Para poder trafegar nessas estradas, eles precisam de autorizações especiais de trânsito que são emitidas pelo Daer, mas esses documentos demoram muito tempo, até 90 dias. Então numa missão no ano passado a CIC, juntamente com essas empresas, esteve no Daer para pedir agilidade nessas autorizações e eles relataram as dificuldades porque as estradas não têm condições para esse tipo de transporte. Eles também afirmaram que não conseguem fazer melhorias porque não conhecem exatamente a condição das estradas”.

Para agilizar o processo de mapeamento de trafegabilidade, principalmente no trecho da ERS-122, que é um dos principais pontos de escoamento de produção da cidade, empresas como Randon, Marcopolo, Irapuru, Sivecarga e diretores de Política Urbana e Infraestrutura da CIC Caxias contrataram o estudo a fim de agilizar as intervenções por parte do Estado.

Ainda durante entrevista, Dalberto salientou que a dificuldade na logística de transporte ocasiona gastos extras para as empresas, bem como dificulta a operacionalização de outras áreas como o turismo. Ele ainda destacou outras demandas como a roçada e tapa-buracos nas estradas da região. Ouça a entrevista completa AQUI.

Além do diretor-geral do Daer, o estudo também foi entregue ao diretor do Departamento de Concessões e Parcerias Público-Privadas do governo do RS, Rafael da Cunha Ramos.

Sobre às demandas apontadas pelo estudo, ainda não há uma resposta do Estado. Quanto à roçada e operação tapa-buracos, Dalberto afirmou que durante uma reunião virtual com o Secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, foi prometido que as intervenções iniciariam neste mês de outubro.

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