Setor de eventos teve redução de 82% no faturamento na pandemia em Caxias

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Número foi levantado em pesquisa do Núcleo de Informações de Mercado da CDL.

Para medir os impactos do segmento em Caxias do Sul, o Núcleo de Informações de Mercado da CDL do município, atendido entre os dias 12 e 15 de junho, hum levantamento junto ao HUB de Eventos da entidade, que concentração profissionais de sonorização, iluminação e imagem, organizadores de eventos e cerimoniais, espaços de eventos, decoradores, floriculturas, alimentos e bebidas, fotografia e filmagem, locação de materiais e vestuário para festa. O resultado? Redução de 82, 4% no número de eventos e queda de queda 81, 8% no faturamento.

40% das empresas podem fechar entre 3 e 6 meses

Dos 57 participantes do HUB de Eventos da CDL Caxias que responderam à pesquisa inédita sobre os prejuízos do setor, quase 40% afirmaram que, caso como restrições e inseguranças geradas pelo abre e fecha do segmento sigam, eles conseguirão manter suas empresas abertas de 3 a 6 meses. Entretanto, mesmo com as dificuldades impostas, outros 40, 50, 12% não pensam mais em fechar seus empreendimentos.

Quase 70% dos profissionais ligados ao segmento acredita que o setor de eventos terá uma retomada gradativa, mas lenta, e apenas 10, 28% sustentam a possibilidade de ser progressivo e rápido.

Entre as alternativas para enfrentar uma crise, 61, 40 % dos entrevistados disseram que renegociaram a data do evento, 26% criaram novos produtos ou serviços focados no digital ou com entrega a domicílio e 19, 29% precisaram sair temporariamente do ramo. Outras opções de ações para vencer a crise foram: eventos híbridos, festa drive-in, evento em casa com transmissão on-line às origens, criação de vídeos e podcasts, entre outros. Quase 50% buscaram criar algum tipo de parceria para superar o momento e 35% recorreram a diversos profissionais para ajudar na promoção do negócio.

Se pré-pandemia 51% dos integrantes do HUB realizavam mais de 10 eventos por mês e outros 30% promovido entre cinco e nove projetos, durante a crise do coronavírus 84, 21% dos entrevistados revelaram que este número não chega a dois eventos e apenas 12% disseram que realizaram, em média, de dois a quatro por mês.

Mais da metade dos participantes contaram que, até o momento, conseguiram reprogramar menos de eventos cumpridos, 15% ajustaram de 24 a 29 projetos e outros 12% não conseguiram programar novamente. Cerca de 32% dos entrevistados disseram que mais da metade de seus eventos reprogramados foram cancelados e 33% aprova de fechar trabalhos em função dos clientes não entendeu como restrições de público e custos adicionais de cuidados extras com segurança dos funcionários e equipes. Quase 37% dos profissionais precisaram assumir o pagamento dos valores atribuídos para não perder os poucos eventos. Apenas 5, 26% afirmaram que os clientes entendem a situação, e os eventos foram realizados com menos pessoas e com custo maior.

Das empresas entrevistadas, 29, 82% não funcionários, mas contratavam terceiros quando necessário, 31, 58% tinha menos de cinco colaboradores e 21 , 56% entre cinco e nove profissionais. Mais de 56% dos associados queda no número de funcionários. Quase 17% das empresas usaram linha de crédito emergencial para pagamento da folha , 16, 54% anteciparam as férias da equipe e 32, 32% disseram que não tiveram como evitar como demissões.

Cerca de 17% afirmaam que aproveita de contratar mais de 100 profissionais por causa da pandemia, 16, 54% não contrataram entre 20 e 40 pessoas e 49, 10% não puderam contratar menos de 15 trabalhadores.

Ainda de acordo com o levantamento da CDL Caxias, quase 38% dos associados tiveram muita dificuldade para honrar os pagamentos, 38, 60% tiveram que renegociar com fornecedores, 36, (alguns % atrasaram pagamentos e 25, 32% precisaram de trecho.