Abertas inscrições em edital que destina 1.500 prêmios de R $ 8 mil para trabalhadores da cultura

Inscrições encerram em de março

Os provedores de cultura do Estado têm até ao dia 9 de março para se inscreverem no Prêmio Trajetórias Culturais – mestra Sirley Amaro, que tem como objetivo facilitar o acesso aos recursos da Lei Aldir Blanc (Lei n ° . 017 / 2020) para um dos segmentos mais afetados com a pandemia do coronavírus, o setor cultural. As inscrições podem ser feitas pelo site www.premiotrajetoriaculturalrs.com.br .

Trajetórias Culturais é um prêmio de reconhecimento do Estado e da sociedade civil para os fazedores de cultura, que transformam vidas por meio da arte nas diferentes comunidades, e formalizado através de Chamada Pública. Para acessar o edital, clique aqui .

Com valor desencadeado em R $ 11 milhões, o prêmio beneficiário mil e quinhentas (1. 500) trajetórias culturais, distribuídas nas nove () Regiões Funcionais dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes), sem valor de R $ 8 mil para cada projeto.

Os inscritos apresentador como suas trajetórias nos seguintes segmentos culturais: audiovisual; artesanato; artes visuais; circo; culturas populares; cultura viva; dança; diversidade linguística; livro, leitura e literatura; música; teatro; memória e patrimônio; e museus. A seleção também contemplará pontuação específica para diversidade e pessoa física, com 22% para cotas sociais – autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas, ciganos, mulheres trans / travestis, homens trans e Pessoas com Deficiência (PCDs). Serão descontados os tributos legais, obrigatórios incidentes sobre o valor a ser repassado a todas as pessoas premiadas.

Quem foi a mestra Sirley Amaro?

Pelotense, nascida em 1935, a mestra griô Sirley Amaro, que faleceu em 2020, é a homenageada do Prêmio por ter contribuído, complacente, com os saberes tradicionais, com a cultura popular e com o programa Cultura Viva, do extinto Ministério da Cultura. Sirley dissemina e protege os conhecimentos ancestrais do povo negro do Rio Grande do Sul durante anos e ficou conhecida em outros estados do país por sua atuação na conservação e perpetuação do conhecimento da cultura negra. A caminhada como mestra griô iniciou em 2006, quando o Brasil começouava a reconhecer os saberes populares e da tradição oral.