Com mais 87 casos positivos, Caxias do Sul possui 8.691 infectados por Covid-19

Cidade também registrou aumento na utilização dos leitos de UTI

Caxias do Sul apresentou mais 87 casos positivos de covid-19 nesta quinta-feira (01/10). Agora, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirma que a cidade possui 8.691 infectados, com 8.079 recuperados e 471 que estão com a doença no organismo. Dos ativos, 432 estão em isolamento domiciliar, 16 em enfermaria e 23 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

O Município registrou mais uma morte neste registro, chegando a 141 óbitos por coronavírus. Trata-se de uma idosa, de 71 anos, hipertensa e diabética. Ela internou na UTI do Hospital do Círculo no dia 3 de setembro e faleceu na última terça-feira (29). Dessa forma, o município tem 81 óbitos masculinos, entre 31 e 94 anos, e 60 femininos, entre 33 e 97 anos.

Caxias do Sul tem 162 leitos de UTI utilizados dos 228 disponíveis, apresentando 71 % de ocupação. Dos leitos de UTI Adulto do Sistema Único de Saúde (SUS), 70% estão ocupados, com 51 usados dos 73 ofertados. Os leitos privados chegam 80% de ocupação (68 ocupados dos 85 disponibilizados).

Dos casos positivos totais, 4.640 são mulheres e 4.051 são homens, com a maioria em uma faixa etária de 30 a 39 anos. Desses, 1.012 são profissionais da saúde e 59 da segurança. O Executivo ainda mostra que 6.021 pessoas procuraram os postos de saúde por síndrome gripal, mas não foram testadas.

A cidade também possui 75 casos suspeitos e 58.002 casos negativos. Para mais informações, acesse a plataforma covid.caxias.rs.gov.br.

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Evento discute impactos da pandemia na saúde do servidor

Uma semana dedicada a abordar os cuidados com a saúde em tempos de pandemia e os temas que estão entre as maiores causas de afastamento das atividades profissionais. Este é o objetivo principal da 1ª Jornada de Saúde do Servidor Público Estadual, evento que terá palestras diárias ao longo da próxima semana abordando situações como saúde mental, segurança e higiene no trabalho e os próprios desafios no acolhimento enquanto a sociedade ainda estará convivendo com a ameaça da Covid-19. Toda a programação será transmitida pelo YouTube, e as inscrições estão abertas pelo site sympla.com/egovrs.

Iniciativa da Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), por meio do Departamento de Perícia Médica e Saúde do Trabalhador (Dmest), a 1ª Jornada acontece entre 5 e 9 de outubro, a partir das 15h. Cada palestra tem duração prevista de 1 hora e 30 minutos. Conforme a diretora do Dmest, Carla Bravo, no encerramento de cada live será lançada uma cartilha com orientações específicas sobre o tema abordado naquele dia.

Entre as principais causas de afastamento dos servidores estão aspectos relacionados com saúde mental e problemas de ortopedia. “Percebe-se que muitas vezes pequenas atitudes do próprio servidor gerariam um autocuidado, evitando afastamentos e acidentes, dentre outros fatores”, explica a diretora. Esses fatores mais conhecidos, no entanto, tiveram agora o agravante de situações trazidas pela pandemia. “Com todas essas mudanças na dinâmica de trabalho decorrentes da Covid-19 vem um sentimento de dúvida, medo e ansiedade em grande parte da população, o que não é diferente no serviço público”, acrescentou Carla.

Com a expectativa de novas edições a cada semestre, a 1ª Jornada tem o apoio da Escola de Governo (Egov/SPGG) e outros órgãos do Estado. O evento é aberto a todos os servidores estaduais, e a participação garante certificação.

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Caxias do Sul registra mais 176 casos positivos de Covid-19

Cidade possui 8,6 mil infectados pela doença

Caxias do Sul apresentou mais 176 casos positivos de covid-19 nesta quarta-feira (30/09). Agora, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirma que a cidade possui 8.604 infectados, com 7.755 recuperados e 709 que estão com a doença no organismo. Dos ativos, 669 estão em isolamento domiciliar, 18 em enfermaria e 22 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

O Município registrou mais duas mortes neste registro, chegando a 140 óbitos por coronavírus. A 139º morte é de uma idosa, de 84 anos, hipertensa e diabética. Ela faleceu no Hospital da Unimed na terça-feira (29). A 140º morte é de um idoso, de 76 anos, sem comorbidades prévias. Ele internou na UTI do Hospital do Círculo dia 11 de setembro e faleceu na terça-feira (29). Dessa forma, Caxias do Sul possui  81 mortes masculinas, entre 31 e 94 anos, e 59 femininos , entre 33 e 97 anos.

Caxias do Sul tem 151 leitos de UTI utilizados dos 228 disponíveis, apresentando 66 % de ocupação. Dos leitos de UTI Adulto do Sistema Único de Saúde (SUS), 71% estão ocupados, com 52 usados dos 73 ofertados. Os leitos privados chegam 73% de ocupação (62 ocupados dos 85 disponibilizados).

Dos casos positivos totais, 4.592 são mulheres e 4.012 são homens, com a maioria em uma faixa etária de 30 a 39 anos. Desses, 1.007 são profissionais da saúde e 58 da segurança. O Executivo ainda mostra que 6.012 pessoas procuraram os postos de saúde por síndrome gripal, mas não foram testadas.

A cidade também possui 127 casos suspeitos e 57.815 casos negativos. Para mais informações, acesse a plataforma covid.caxias.rs.gov.br.

 

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Caxias do Sul registra a segunda morte por Covid-19 nesta quarta-feira

Cidade possui 140 óbitos pela doença

Caxias do Sul registrou mais  um óbito por complicações do coronavírus. A 140º morte é de um idoso, de 76 anos, sem comorbidades prévias. Ele internou na UTI do Hospital do Círculo dia 11 de setembro e faleceu na terça-feira (29).

Dessa forma, Caxias do Sul possui  81 mortes masculinas, entre 31 e 94 anos, e 59 femininos , entre 33 e 97 anos.

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Caxias do Sul chega a 139 óbitos por Covid-19

Morte é de uma idosa, de 84 anos

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informa mais um óbito por complicações do novo coronavírus. A 139º morte é de uma idosa, de 84 anos, hipertensa e diabética. Ela faleceu no Hospital da Unimed na terça-feira (29).

Dessa forma, Caxias do Sul registra 80 óbitos masculinos, entre 31 e 94 anos, e 59 femininos, entre 33 e 97 anos.

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Entra em funcionamento a nova sede da UBS Cinquentenário, em Caxias do Sul

Unidade foi inaugurada nesta quarta-feira (30/09), na Av. Júlio de Castilhos, em frente ao Senac

A nova sede da Unidade Básica de Saúde (UBS) Cinquentenário foi inaugurada nesta quarta-feira (30/09), em Caxias do Sul. Agora, a UBS estará localizada na Av. Júlio de Castilhos, nº 3633, em frente ao Serviço de Aprendizagem Nacional (Senac).

O local é alugado e a Prefeitura gasta mensalmente R$ 8,5 mil para manter a estrutura, que atende mais de 25 mil pessoas da região. O prédio contempla dois consultórios de enfermagem, seis consultórios clínicos, um consultório de odonto, uma sala de procedimentos, uma sala de esterilização, uma sala de gerente, uma sala de expurgo, uma sala de observação, uma sala de curativos, uma sala de vacinas, uma sala de recepção/farmácia, um vestiário, dois banheiros, uma sala de espera e cozinha.

A equipe é composta por um cirurgião dentista, um auxiliar de saúde bucal, um nutricionista, dois enfermeiros, dois médicos pediatras, três médicos clínicos, um médico ginecologista, um assistente social, seis técnicos de enfermagem, três auxiliares de enfermagem, um gerente e um higienizador.

A UBS Cinquentenário funcionava desde 2007 na rua Bento Gonçalves, nº 2859, onde ficou até julho deste ano. A unidade fechou em razão do surto de Covid-19, que infectou cinco servidores. Segundo o Município, a ideia já era mudar de endereço, pois o espaço não suportava a demanda de usuários e faltavam janelas para ventilação.

 

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Idoso espera há mais de oito anos por cirurgia de colocação de prótese no joelho

Um dado confirmado pela especialista em Saúde e Planejamento da 6ª Coordenadoria Regional Saúde, Maristela Sertoli, chamou atenção da comunidade regional: a fila de espera pelo procedimento de cirurgia e colocação de uma prótese de joelho pode chegar a quatro anos.

No entanto, alguns ouvintes relataram que o tempo de espera pode ser muito maior. Este é o caso do lagoense, Daltro Henrique da Costa de 73 anos, que espera há mais de oito anos por uma cirurgia.

O idoso relata que o procedimento chegou a ser agendado, no entanto, foi suspenso em função da pandemia no novo Coronavírus. Daltro também reclama de dificuldades para locomoção. Quando sai de casa, ele utiliza de duas muletas, que garantem maior segurança.

Em entrevista à Tua Rádio Cacique, ele pediu celeridade no processo, e que as autoridades indiquem quando a cirurgia será feita. Ouça.

 

Fila de espera para cirurgia de prótese no joelho pelo SUS

A especialista em Saúde e Planejamento da 6ª Coordenadoria Regional Saúde, Maristela Sertoli explica que após a primeira avaliação, nos ambulatórios municipais, os pacientes da 18ª Região geralmente são encaminhados para Sananduva, onde um especialista mede a complexidade do trauma. Os casos graves, que necessitam de cirurgia, são encaminhados para Passo Fundo.

Em Passo Fundo, segundo Maristela, os pacientes geralmente esperam quatro anos por uma consulta, e mais um ano para a realização do procedimento cirúrgico. Esse calendário ainda é afetado pela pandemia, há seis meses não são agendados procedimentos como esse.

Cerca de 300 pessoas estão na lista à espera de uma prótese. Esses pacientes devem ficar atentos aos comunicados das secretarias de Saúde. Os órgãos são responsáveis por avisar os doentes que, se não responderem ao chamado, perdem a prioridade na fila.

Maristela faz um alerta para que essas pessoas também atentem ao fato de o procedimento, quando realizado pelo SUS, ser gratuito. Os hospitais não podem cobrar pela cirurgia. Caso isso ocorra, denúncias devem ser encaminhadas pelo telefone 136 ou pessoalmente na Coordenadoria de Saúde em Passo Fundo.

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Caxias do Sul chega a 138 mortes por Covid-19 após óbito de idoso

Homem, de 65 anos, possuía comorbidades

Caxias do Sul registra o 138º óbito por Covid-19 nesta terça-feira (29/09). Trata-se de um homem, de 65 anos, hipertenso e diabético. Ele faleceu em casa no último domingo (27).

Dessa forma, Caxias do Sul registra 80 mortes masculinas, entre 31 e 94 anos, e 58 femininos, entre 33 e 97 anos.

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Campanha de vacinação contra a poliomielite inicia na próxima semana, em Caxias do Sul

Programada para iniciar no dia 5 de outubro, ação também é de multivacinação e pretende atualizar as vacinas de crianças e adolescentes

A campanha de vacinação contra a poliomielite e a de multivacinação inicia na próxima segunda-feira (05/10), em Caxias do Sul. As vacinas estarão disponibilizadas em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Município.

A ação da poliomielite é direcionada para crianças de 1 ano até 4 anos, 11 meses e 29 dias. O objetivo é envolver 95%  dessa faixa etária, que, segundo o IBGE, é de 22.127 mil. Já a de multivacinação é para colocar em dia o esquema vacinal de crianças e adolescentes, de 0 a 14 anos completos. O Dia D será em 17 de outubro.

Meningite

Neste ano, uma vacina nova está sendo oferecida pelo SUS: a meningocócica ACWY, para adolescentes de 11 e 12 anos. Ela previne quatro tipos de meningites: A, C, W e Y. Antes a dose estava disponível apenas na rede privada.

A meningite é uma doença grave que causa inflamação das meninges – tecido que envolve o cérebro e a medula espinhal. A principal forma de prevenção é a vacina.

Os sintomas são febre, dor de cabeça, rigidez ou dor no pescoço, náuseas e vômitos e podem surgir rapidamente. Nas formas mais graves da doença podem surgir manchas avermelhadas (menimgococcemia), confusão mental e sonolência.

 

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Médica alerta para os cuidados com as alergias típicas da primavera

Manter a casa arejada e a roupa de cama limpa são ações preventivas

Com a chegada da primavera, crescem as crises alérgicas. Os principais sintomas das alergias respiratórias são espirros, coriza, nariz trancado, olhos vermelhos, coceira nos olhos e no nariz. Algumas pessoas só tem crises nessa época, pois é o período de polinização e a quantidade de pólens no ar aumenta muito.

A otorrinolaringologista Karina Wernec, especialista que atua no Hospital Marcelino Champagnat, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta terça-feira. Acompanhe na íntegra.

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Aedes: diante da possibilidade de colapso, agentes voltarão às ruas em Lagoa Vermelha

Os agentes da Secretaria de Saúde de Lagoa Vermelha voltarão às ruas para dar seguimento à campanha de conscientização da população sobre os riscos do mosquito Aedes Aegypti.

Devido a pandemia do novo coronavírus o trabalho havia sido interrompido. Agora, os profissionais retomarão a atividade sem, no entanto, entrar nas residências.

Os agentes estarão usando os EPIs e distribuirão panfletos com informações relevantes. O Aedes Aegypti é vetor da dengue, entre outras moléstias.

Segundo o servido da Secretaria de Saúde, Alexandre Vieira, o município está próximo de um colapso. O profissional teme pelo verão, quando ocorrer uma maior reprodução de larvas do inseto.

Saiba mais sobre a campanha, e denunciar onde há água parada.

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Caxias do Sul tem 8.279 casos confirmados da Covid-19

Segundo Secretaria da Saúde, 7.271 pessoas estão recuperadas

A Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul divulgou o último boletim epidemiológico nesta segunda-feira (28) informando que o município chegou a 8.279 casos confirmados da Covid-19.

O documento também aponta que 871 pessoas estão com o vírus ativo enquanto 7.271 estão recuperadas. Dos pacientes em tratamento, 827 estão em isolamento domiciliar, 21 em enfermaria e 23 em UTI.

Também há 80 pessoas aguardando resultado e 57.523 testaram negativo para Covid-19. Até o momento, o município registrou 137 mortes ocasionadas por complicações da doença.

Dos 8.279 casos confirmados, 3.890 são homens e 4.389 mulheres. Do total, 966 são profissionais da saúde e 59 da segurança.  Além disso, o Município tem 5.989 pessoas que procuraram atendimento médico por síndrome gripal, mas que não foram testadas, pois não se enquadravam nos critérios do Ministério da Saúde.

Na rede pública de saúde do município a ocupação de leitos de UTI está em 74%, com 54 vagas utilizadas. Já na rede particular, 55 leitos de UTI estão em utilização, o que corresponde a 65% da capacidade total.

Para mais informações, acesse https://covid.caxias.rs.gov.br

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Fila de espera nas consultas e exames especializados é o principal desafio do futuro prefeito de Caxias na saúde

Avaliação é do presidente do Conselho Municipal da Saúde, Alexandre Silva. Cerca de sete mil pessoas aguardam para atendimento na ginecologia e urologia.

Nesta semana, o Encontro Certo aborda assuntos que serão os desafios para o futuro prefeito de Caxias do Sul. Na segunda-feira (28), a saúde do município foi discutida com o presidente do Conselho Municipal de Saúde (CMS), Alexandre Silva.

O principal desafio, na avaliação do presidente, é diminuir a fila de espera por consultas e exames nas áreas de ginecologia e urologia. Segundo Silva, cerca de sete mil pessoas aguardam por atendimento. Além disso, ele destacou que dez mil estão na fila da oftalmologia.

Alexandre também analisopu a gestão das UPAs, UBSs e multirões de atendimento.

Nesta terça-feira (29), o assunto que será debatido é a educação.

(Ouça a entrevista na íntegra abaixo do título)

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Total de vítimas da Covid-19 em Caxias do Sul chega a 137

Mais cinco óbitos foram informados pela Secretaria da Saúde nesta segunda-feira (28)

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Caxias do Sul, informou mais cinco óbitos por complicações do coronavírus no município.

A 133ª vítima da doença é uma idosa de 90 anos, hipertensa e com insuficiência cardíaca. Ela internou na UTI do Hospital do Círculo dia 17 de setembro e faleceu na última sexta-feira (25). 

O 134º óbito é um homem de 31 anos, com cirrose alcoólica. Ele internou na UTI do Hospital Virvi Ramos dia 22 de setembro e faleceu neste domingo (27).

Um homem de 63 anos é a 135ª vítima da Covid-19 no município. Ele tinha cirrose alcoólica e insuficiência cardíaca. Ele internou na UTI do Hospital Pompeia dia 25 de setembro e faleceu no dia seguinte. 

O 136º óbito trata-se de um homem de 58 anos, hipertenso. Ele internou no Hospital Virvi Ramos dia 18 de setembro e faleceu no último domingo (27). 

O 137º é um homem de 68 anos, hipertenso e com insuficiência cardíaca. Ele internou na UTI do Hospital Pompeia dia 24 de agosto e faleceu dia 18 de setembro.

Dessa forma, Caxias do Sul registra 137 óbitos, sendo 79 masculinos entre 31 e 94 anos e 58 femininos entre 33 e 97 anos.

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Nova UBS Cinquentenário começa a funcionar nesta quarta-feira

Unidade está localizada na Av. Júlio de Castilhos, em frente ao Senac.

Depois da antiga estrutura, localizada na Rua Pinheiro Machado, ter sido fechada no início do mês de julho, a nova Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Cinquentenário será inaugurada às 10h desta quarta-feira (30).

O novo espaço, localizado na Av. Júlio de Castilhos, nº 3633, em frente ao Senac, possui dois consultórios de enfermagem, seis consultórios clínicos, um consultório de odonto, uma sala de procedimentos, uma sala de esterilização, uma sala de gerente, uma sala de expurgo, uma sala de observação, uma sala de curativos, uma sala de vacinas, uma sala de recepção/farmácia, um vestiário, dois banheiros, uma sala de espera e cozinha.

A Prefeitura alugou o espaço, com um custo mensal de R$ 8,5 mil. A UBS Cinquentenário é referência para atendimento de 25 mil pessoas.

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Região: fila de espera por uma prótese de joelho pode chegar a quatro anos

Um dado confirmado pela especialista em Saúde e Planejamento da 6ª Coordenadoria Regional Saúde, Maristela Sertoli, chama atenção: a fila de espera pelo procedimento de cirurgia e colocação de uma prótese de joelho pode chegar a quatro anos.

A profissional explica que após a primeira avaliação, nos ambulatórios municipais, os pacientes da 18ª Região geralmente são encaminhados para Sananduva, onde um especialista mede a complexidade do trauma. Os casos graves, que necessitam de cirurgia, são encaminhados para Passo Fundo.

Em Passo Fundo, segundo Maristela, os pacientes geralmente esperam quatro anos por uma consulta, e mais um ano para a realização do procedimento cirúrgico. Esse calendário ainda é afetado pela pandemia, há seis meses não são agendados procedimentos como esse.

Cerca de 300 pessoas estão na lista à espera de uma prótese. Esses pacientes devem ficar atentos aos comunicados das secretarias de Saúde. Os órgãos são responsáveis por avisar os doentes que, se não responderem ao chamado, perdem a prioridade na fila.

Maristela faz um alerta para que essas pessoas também atentem ao fato de o procedimento, quando realizado pelo SUS, ser gratuito. Os hospitais não podem cobrar pela cirurgia. Caso isso ocorra, denúncias devem ser encaminhadas pelo telefone 136 ou pessoalmente na Coordenadoria de Saúde em Passo Fundo.

Saiba mais ouvindo a entrevista realizada pela Tua Rádio Cacique e exibida na manhã desta segunda-feira, 28 de setembro.

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Diretor técnico do HCR fala sobre a situação atual da pandemia em Marau

A entrevista foi realizada pela assessoria de comunicação do hospital

O médico Guilherme Garcia Vieira, diretor técnico do Hospital Cristo Redentor, tem acompanhado e estado em linha de frente juntamente a outros profissionais, no diagnóstico e tratamento para Covid 19, no HCR. Mais de seis meses se passaram deste o início da pandemia e os índices de casos, internações, e recuperações foram modificando.  O médico explica isso nesta entrevista.

O senhor havia informado à comunidade acerca do início da pandemia, situação vivenciada em meados de abril. Mais de seis meses se passaram até então. O que devemos considerar nesta trajetória de enfrentamento ao Covid 19, como instituição hospitalar?

Dr. Guilherme: Como instituição hospitalar, podemos dizer que vivenciamos um período de grande dificuldade, mas que conseguimos, dentro das condições que dispomos, enfrentar tudo da maneira mais organizada possível. Temos grandes profissionais em todas as áreas, sejam elas administrativas ou de enfermagem ou médica, que se dedicaram ao máximo para tudo correr bem. Desde o começo tentamos seguir todos os protocolos que estavam sendo adotados mundialmente, bem como todos os tratamentos disponíveis, que eram publicados dia a dia. Recebemos apoio da comunidade, de empresas e da prefeitura municipal, e com essa trocamos informação constantemente, trabalhando junto todo o tempo. Considero que até o momento estamos prestando um atendimento adequado e atualizado para o paciente que possui suspeita de Covid ou a doença confirmada. Tivemos perdas e lamentamos elas, mas cientes de que todo o possível está sendo feito.

Falando do momento atual, agora nos encaminhando para outubro, houve uma significativa redução no índice de internações na ala de isolamento. O senhor acredita que isso se deva a diminuição de casos, ou da falta de procura por testes?

Dr. Guilherme: Na verdade tivemos alguns surtos no município logo que o vírus chegou na cidade. Hoje, encontramos uma estabilidade na frequência de internações. Não posso afirmar que estamos em queda, mas sim que estamos aparentemente num platô, onde o número de internações e de casos confirmados por semana tem pouca oscilação. Quanto ao número de testes, no começo da pandemia Marau já era considerada uma das cidades que mais realizava testagem nos pacientes e no decorrer do tempo, tivemos ainda um aumento significativo de testagem no município. Hoje todos os pacientes sintomáticos e seus contactantes são testados para Covid-19.

Ao que se deve esta estabilidade atingida nos índices de internação?

 Dr. Guilherme: Creio que esta estabilidade atingida se deva a vários fatores. Dentre eles eu citaria a educação da população, que entendeu mais a doença e aprendeu como deve proceder para tentar diminuir a velocidade de contágio, respeitando as medidas passadas pelas autoridades. Podemos citar ainda o fato de termos cada vez mais testagem, fluxogramas de atendimento, protocolos de tratamento e um conhecimento mais aprofundado das formas de apresentação da doença, afinal trata-se de uma doença nova para o mundo inteiro, exigindo cada vez mais estudo e pesquisa.

O que o senhor pode projetar sobre a pandemia para os próximos meses? Acredita como profissional em linha de frente que haverá uma diminuição ainda maior de casos? 

Dr. Guilherme:  Espero que logo tenhamos vacinação disponível e segura para todos. Sabemos que estudos estão em andamento de forma acelerada, mas dependemos que eles apresentem resposta satisfatória antes de ser iniciada a vacinação em massa da população. Quanto ao número de casos, sabemos que a incidência pode ter relação direta com o comportamento da população. Algumas medidas devem ser mantidas para que não ocorram novos surtos, já que em vários locais do mundo ocorreram novos picos da doença, o que poderia ocorrer aqui também. Estamos vivendo um momento aparentemente mais calmo que os meses anteriores, mas temos que ter essa consciência. Lembrando ainda que estamos falando da cidade de Marau, e que não necessariamente representa o que ocorre em toda a região. Os hospitais de Passo Fundo, que são referência para a toda a região, seguem com ocupação elevada e com casos graves da doença, o que justifica ainda mais que continuemos mantendo medidas protetivas, já que são essas instituições que recebem a maioria dos casos graves.

Falando em cuidados e precauções, como as medidas de isolamento e uso de EPI’s, vale ressaltar que as pessoas devem manter de forma intensa, ou que poderá haver um “afrouxamento” de medidas?

Dr. Guilherme: A pandemia não acabou, seguimos sem um tratamento definitivo e sem uma vacina desenvolvida que esteja disponível para a população. Os cuidados devem sim ser mantidos, dentre os principais eu citaria o uso de máscaras e evitar aglomerações em locais fechados. Mas acredito também que esse momento mais calmo do município acaba nos permitindo realizar tentativas de retomada das rotinas, mas sempre de forma vigilante e consciente, sabendo que se ocorrer um novo aumento do número de casos, teremos que novamente retornar ao passo anterior e sermos mais rigorosos com as medidas de proteção.

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Caxias do Sul registra mais um óbito por coronavírus

Trata-se de um homem de 64 anos

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informa mais um óbito por complicações do coronavírus. O 132º é um homem de 64 anos, hipertenso e diabético. Ele internou na UTI do Hospital Saúde dia 20 de setembro e faleceu na última sexta-feira (25).

Dessa forma, Caxias do Sul registra 132 óbitos, sendo 76 masculinos entre 32 e 94 anos e 56 femininos entre 33 e 97 anos.

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Nutricionista dá dicas de preparos com alimentos da Primavera

Especialista também salienta importância de consumir alimentos da estação

Além do colorido das flores, a Primavera também traz o colorido na variedade de alimentos da estação. São frutas, legumes e verduras que proporcionam uma alimentação mais leve e trazem nutrientes que contribuem para a manutenção da saúde e fortalecimento do sistema imunológico.

Conforme a nutricionista, Joelma De Bastiani, consumir alimentos da estação é fundamental no ponto de vista nutritivo. “A gente encontra nas feiras e supermercados alimentos que não são da estação e eles podem estar cheios de agrotóxicos utilizados pra os fazer crescerem fora de sua época. E quando a gente tem eles na estação, está se respeitando o ciclo natural daquela fruta ou verdura. Então quando a gente pode consumir o alimento dentro da sua estação, o estamos consumindo com o seu potencial de sua própria natureza”, explicou. Durante entrevista à Tua Rádio São Francisco, Joelma também deu dicas de receitas leves que utilizam alimentos da Primavera. Ouça AQUI.

Confira alguns alimentos da estação:

Frutas: abacaxi, kiwi, maracujá, mamão, morango, manga e pêssego.

Legumes: Abobrinha, alcachofra, berinjela, beterraba, cenoura, ervilha, tomate e pimentão amarelo.

Verduras: alface, agrião, almeirão, brócolis, espinafre, rúcula e repolho.

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Especialista fala sobre causas, sintomas e tratamentos para as alergias da Primavera

A estimativa é que cerca de 15% da população da Serra Gaúcha apresenta alguns tipo de alergia ao pólen

A Primavera, além de trazer dias mais quentes e paisagens exuberantes com a floração, também causa aumento de desconforto nas pessoas que possuem maior sensibilidade a alergias. Espirros, lacrimejamento dos olhos, coceira no nariz e olhos são alguns dos sintomas que acometem de forma mais frequente os alérgicos ao pólen.

Durante entrevista à Tua Rádio São Francisco, a médica alergista, Cristina Worm Weber, explicou que a alergia é uma predisposição genética e que na Serra Gaúcha estima-se que 15% da população tem alergia ao pólen. A especialista também falou sobre os sintomas  e deu dicas para amenizar os efeitos da alergia nesta época do ano. Ouça  AQUI.

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Serra Gaúcha inicia atividades da central regional de triagem que vai agilizar testes da Covid-19

Ação faz parte do programa Testar RS do governo estadual

As regiões da Serra Gaúcha e de Passo Fundo iniciaram nesta semana as atividades nas suas Centrais Regionais de Triagem, com o objetivo de ampliar e agilizar o processo de envio de testes RT-PCR da Covid-19 para outros Estados. Até então, o encaminhamento das amostras precisava passar por uma etapa no Laboratório Central do Estado (Lacen/RS) em Porto Alegre, que em paralelo também realiza análises, antes de seguirem para fora do Rio Grande do Sul. Com as centrais, se diminui o tempo entre a coleta e o resultado do exame. A ação faz parte do programa Testar RS, do governo estadual.

Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, a titular da 5ª Coordenadoria Regional de Saúde, com sede em Caxias do Sul, Tatiane Fiorio, explicou como será o processo de trabalho da central que abrange a Serra Gaúcha. “Organizamos em todo o Estado seis centrais regionais de triagem para o recebimento dessas amostras específicas do projeto Testar RS para que, das centrais regionais, elas possam ser encaminhadas diretamente para os laboratórios que fazem as analises sem precisar passar por esse fluxo Porto Alegre e a gente, consequentemente, agilizar o encaminhamento das análises e a emissão dos resultados. Agente está trabalhando com uma capacidade de 500 amostras dia do teste RT-PCR”, disse. Com o novo fluxo, Tatiane afirmou que o tempo para obtenção do resultado, que antes chegava a uma semana ou mais, deve ser reduzido para quatro a três dias.  

O programa Testar RS já está na última etapa com a oferta de testes para pacientes com Síndrome Gripal. Segundo Tatiane, a perspectiva do Estado é realizar cerca de 8 mil testes por dia. Ouça AQUI.     

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Setembro Verde: Seja um doador de órgãos

Com a família sempre conversamos com os mais variados assuntos. É na família muitas vezes que achamos espaços para confidenciar assuntos ou trocar opiniões. Notícias boas ou mesmo “jogar conversa fora”, mas, e sobre doação de órgãos, você já falou com sua família?

É fundamental tomar essa decisão em vida e comunicar seus entes, pois são eles que decidem ou não pela doação, caso você se torne um potencial doador. A Doação de Órgãos é um gesto de empatia, amor ao próxima e solidariedade. Quando o sim pela doação acontece, há a continuidade da vida e possibilidades de novos destinos para quem está na fila de espera por um transplante.

Em 2020, a pandemia que afetou a vida de todos, também impactou a doação e transplantes. A falta de vagas nas UTI’s dificultou os transplantes e no caso de Passo Fundo, a demora nos resultados dos exames da COVID-19, nos potenciais doadores diminuiu o número de doações. “Como havia o risco de os pacientes doadores transmitirem a doença para os receptores, o teste era necessário. Com a grande demanda de exames, isso demorava e acabava impossibilitando a doação. Com os testes sendo realizados na cidade, temos a possibilidade de retomar as doações”, explica o coordenador da Organização Por Procura de Órgãos – OPO4RS, Dr. Cassiano Crusius, informando os dados sobre doação até o momento. “Ao todo, contabilizamos 30 Protocolos de Morte Encefálica no HSVP, sendo que três doações se efetivaram, contabilizando, 1 pulmão, 2 fígados, 6 rins, 4 córneas, 1 segmento ósseo”.

A Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) e a OPO4-RS são as equipes responsáveis pelo suporte à família de doadores e aos transplantados. Estes setores encaminham pacientes para lista de espera, organizam a documentação de liberação para que a doação seja efetivada, comunicam ao paciente que receberá a doação e acompanham todo o procedimento desde a chegada do doador até a realização do transplante de órgão. “Estamos nos adaptando e reaprendendo alguns processos em função da pandemia, mas estamos vencendo, virando o jogo nesta batalha da doação e transplantes em tempos de COVID-19. Agora, nós reafirmamos a nossa campanha permanente, a importância de conversar com a família, de explicar e falar sobre doação de órgãos”.

Em relação ao processo da doação, sabe-se que ainda há muitos mitos e tabus, mas o especialista reforça, que há uma grande equipe de trabalho envolvida e os procedimentos e etapas são seguros. “O processo de diagnóstico de morte cerebral é extremamente seguro, feito por no mínimo três profissionais médicos diferentes, onde os três devem achar o mesmo resultado em três tempos diferentes. Isso, nos dá uma segurança em dizer que quando o diagnóstico de morte cerebral é feito, não há dúvida nenhuma”, reforça Dr. Cassiano.

Uma decisão tomada em vida

A família tem um papel fundamental na doação de órgãos, pois é ela quem autoriza ou não, a retirada dos órgãos dos familiares. Conversar sobre o assunto e deixar clara a decisão, torna mais fácil e tranquila a decisão para a família. “Geralmente o processo de morte encefálica acontece de forma repentina para a família e como muitas vezes eles não sabem a vontade do familiar, acabam não realizando a doação. Outro fator é em relação há dúvidas e receios, por isso, é fundamental que as pessoas falem e pesquisem sobre o assunto”, enfatiza a enfermeira da (OPO4RS) do HSVP, Fabiana Dal Conte, enaltecendo que a família do doador recebe todo o amparo e acompanhamento multiprofissional durante todo o processo. “A doação é um ato de amor ao próximo. A conscientização da população em relação à doação de órgãos é vital para melhorar a realidade dos transplantes no Brasil”.

Renascimento

O sim para a doação e o gesto de amor em meio a dor de uma família, possibilitou que Elio Jungbeck, 65 anos, de Panambi, tivesse uma nova chance de vida. Devido a Cirrose e um Hepatocarcinoma descobertos há dois anos, ele precisou de um transplante de fígado. Há quase um ano, ele entrou na fila de espera. Com a pandemia da COVID-19, Elio achou que o órgão demoraria ainda mais para chegar, mas felizmente, no dia 18 de setembro, ele pode realizar o transplante e ganhar uma nova chance de vida. “Depois do procedimento a vontade de viver é maior, a ânsia de aproveitar e levar uma vida com mais qualidade é grande, é como se tivesse nascido de novo. Isso só foi possível graças a sensibilidade da família que autorizou a doação. Sou muito agradecido por este gesto”, relata o paciente.  

Elio além de agradecer deixa um recado importante para todos. “Se reúnam em casa, pensam e tomem a decisão pela doação, para que outras pessoas tenham condições de viver mais. Não precisa levar os órgãos junto depois da morte, vidas podem ser salvas. É um gesto humanidade, ainda mais nesse mundo em que se tem muito egoísmo”. 

Decisão que muda destinos

A campanha permanente de Doação de Órgãos e Tecidos, do HSVP traz a flor dente de leão, como símbolo da renovação, já que, depois de florescer e secar, a planta distribui suas sementes ao vento, para que novas plantas surjam em outros lugares.

A atitude de deixar ir estas sementes simboliza o sim para a doação, quando, coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões podem ser retirados e um único doador pode salvar inúmeras vidas, que estão na fila de espera por um transplante.

Para quem recebe, a atitude muda destinos. Uma família pode ser formada, um jovem pode concluir seus estudos, uma mulher pode casar e tantas outras histórias surgem a partir do gesto, assim como semente lançada na terra que se multiplica.

Com a frase “Não deixe cair por terra o que pode alçar novos voos. Sua decisão muda destinos”, a nova campanha quer disseminar e incentivar essa causa tão nobre.

Assessoria de Comunicação HSVP/Scheila Zang

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Caxias do Sul chega a 8 mil casos da Covid-19

Segundo Secretaria Municipal da Saúde, 7.124 pessoas estão recuperadas

A Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul divulgou o último boletim epidemiológico na tarde desta sexta-feira (25) informando que o município chegou a 8.067 casos confirmados da Covid-19. Nas últimas 24 horas foram 114 novas notificações.

O documento também aponta que 812 pessoas estão com o vírus ativo enquanto 7.124 estão recuperadas. Dos pacientes em tratamento, 764 estão em isolamento domiciliar, 24 em enfermaria e 24 em UTI.

Também há 105 pessoas aguardando resultado e 57.254 testaram negativo para Covid-19. Até o momento, o município registrou 131 mortes ocasionadas por complicações da doença.

Dos 8.067 casos confirmados, 3.804 são homens e 4.263 mulheres. Do total, 945 são profissionais da saúde e 59 da segurança.  Além disso, o Município tem 5.961 pessoas que procuraram atendimento médico por síndrome gripal, mas que não foram testadas, pois não se enquadravam nos critérios do Ministério da Saúde.

Na rede pública de saúde do município a ocupação de leitos de UTI está em 78%, com 57 vagas utilizadas. Já na rede particular, 59 leitos de UTI estão em utilização, o que corresponde a 69% da capacidade total.

Para mais informações, acesse https://covid.caxias.rs.gov.br

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Caxias do Sul chega a 131 óbitos por coronavírus

Duas idosas faleceram nesta quinta e sexta-feira.

 

O óbito 130 é uma idosa de 74 anos, com hipertensão e doença cardíaca crônica. Ela estava internada na UTI do Hospital Geral desde o dia 13 de setembro e faleceu nesta quinta-feira (24).  Já o 131º óbito é de uma idosa com 83 anos. Ela tinha hipertensão e diabetes. Estava internada na UTI do Hospital Virvi Ramos desde o dia 18 de setembro e faleceu nesta sexta.

Com isso, Caxias do Sul registra 75 vítimas fatais masculinas entre 32 e 94 anos e 56 óbitos de mulheres entre 33 e 97 anos, totalizando 131 vítimas.

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Caxias do Sul contabiliza a 129ª morte por Covid-19

Trata-se de um homem de 66 anos

Caxias do Sul registrou o 129º óbito por Covid-19 nesta sexta-feira (25/09). Trata-se de um homem, de 66 anos, hipertenso e diabético. Ele internou na UTI do Hospital Pompeia no dia 13 de setembro e faleceu ontem (24).

Dessa forma, Caxias do Sul possui 75 mortes masculinas, entre 32 e 94 anos, e 54 femininos, entre 33 e 97 anos.

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Live apresenta importantes tópicos sobre a prevenção ao suicídio

A live está disponível também no Facebook da Tua Rádio Alvorada

De forma menos “calorosa”, mas não menos importante, foi realizada na noite de quinta-feira, 24 de setembro, em área externa no Hospital Cristo Redentor a live: “Setembro Amarelo- Suicídio: vamos falar sobre?”. A ação foi promovida pelo HCR e pela Secretaria Municipal de Saúde e teve a participação de forma on-line da comunidade de Marau e região, que teve a oportunidade de comentar, perguntar no chat ou  assistir e refletir mesmo que silenciosamente.

Participaram médica psiquiatra especialista em psicoterapia de orientação analítica; Carlos Alberto Nunes Júnior, voluntário do CVV – Centro de Valorização da Vida;  Eduardo Tedeschi, médico psiquiatra, mestre em psiquiatria; Fernanda Garbin, enfermeira coordenadora de ações em saúde do município de Marau; Jaqueline Renata Moreira, psicóloga clínica e organizacional no HCR e José Ribamar Saraiva Júnior, médico psiquiatra, especialista em medicina da família e comunidade, psicoterapia cognitivo comportamental.]

Entre os assuntos que surgiram durante a live esteve a abordagem familiar, o fortalecimento de vínculos, a identificação de sinais, os canais de ajuda a exemplo do CVV (Centro de Valorização da Vida), aspectos multifatoriais do suicídio, o tratamento medicamentoso, o assunto em âmbito escolar, a importância da escuta sem julgamentos, entre outros. Estiveram presentes na abertura, dando às boas vindas aos internautas, o Diretor Administrativo do HCR, Marcelo Borghetti, e o Secretário Municipal de Saúde, Douglas Kurtz. A live ainda está disponível para visualização na página do Facebook do HCR: >https://www.facebook.com/HCRMarau/videos/2215763778560494/

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Rio Grande do Sul registra queda no número de transplantes durante pandemia

O número de doadores de órgãos e tecidos no Rio Grande do Sul caiu significativamente de janeiro a agosto, em relação ao mesmo período do ano passado, por causa da pandemia de Covid-19. Em consequência, houve uma queda de 24% no número de transplantes de órgãos sólidos (coração, pulmão e fígado, por exemplo) e de 54% no de tecidos (córnea, esclera, osso e pele). Nos oito primeiros meses de 2019, o Estado realizou 467 transplantes de órgãos e 877 de tecidos. Neste ano, no mesmo período, foram 356 e 400, respectivamente.

De acordo com a coordenadora da Central de Transplantes, Sandra Coccaro, entre os motivos para a diminuição nos índices estão a rápida disseminação do coronavírus e o desconhecimento acerca da doença. “A Central de Transplantes precisa assegurar a qualidade do órgão doado”, explica. “No início da pandemia, não havia testes diagnósticos para Covid suficientes, então os critérios eram restritivos.” Ou seja, eram automaticamente excluídos da possibilidade de doação os pacientes em morte encefálica que, nos dias que antecederam o óbito, apresentaram sintomas gripais, tiveram contato com pessoas com sintomas ou estiveram em algum país onde houve circulação do vírus.

“A partir do momento que começamos a realizar o teste de biologia molecular (RT-PCR) nos possíveis doadores, não havia exame para todos, principalmente no interior do Estado”, relata a coordenadora. Em paralelo, o Ministério da Saúde definiu um período de 24 horas de validade do resultado do exame diagnóstico para fins de doação de órgãos. Isto inviabilizou um número significativo de doações, visto que o Laboratório Central do Estado (Lacen), em Porto Alegre, precisa de até três dias para rodar os exames, mais o tempo entre o registro da morte encefálica e o transporte da coleta até o laboratório.

“Foram várias etapas que passamos até chegar ao momento atual, em que temos disponibilidade completa de testes por meio do Lacen e de laboratórios próprios dos hospitais que realizam a captação de doadores. Ainda agora, o maior problema enfrentado é com recusa familiar, principalmente no interior do Estado”, ressalta Sandra.

As famílias mostram resistência em esperar a coleta do exame chegar à capital e o teste ser rodado, depois realizar a retirada dos órgãos e, aí sim, o corpo ser liberado. Com a chegada de um novo aparelho ao Lacen, um extrator automatizado, que deve diminuir o tempo-resposta dos exames, Sandra projeta melhora nos índices de transplante no Estado.

Transplante de córneas

O maior impacto foi registrado no transplante de córneas. Os índices de transplantes desse tecido foram 40% menor este ano em relação a 2019. A fim de fazer um aporte nos bancos de córnea para doação, enfermeiros estão em capacitação para realizar a retirada da córnea dos doadores em morte encefálica junto à Organização de Procura de Órgãos (OPO) Cirúrgica da Central de Transplantes. O reforço da equipe garantirá que todo o Estado tenha abrangência, mesmo nos hospitais que, geralmente, não realizam a retirada de órgãos. A equipe médica também recebeu reforço, passando de dois para seis profissionais. “Estamos buscando mais soluções como essa para retomar o fluxo dos transplantes no Estado de forma geral”, disse Sandra.

Outra ação da Central de Transplantes foi verificar a realidade de cada região do Rio Grande do Sul, a partir das sete OPOs do Estado vinculadas à Secretaria da Saúde (SES). “Estamos, juntos, planejando a retomada das ações do processo de doação e transplantes. Precisamos agilizar e aperfeiçoar cada vez mais nossas ações, pois, dentro do sistema de saúde, existem aqueles pacientes em lista que dependem de um órgão para sobreviver ou, até mesmo, necessitam de uma nova forma de viver”, pontuou a coordenadora.

De setembro a setembro

Para marcar o chamado Setembro Verde, que faz alusão à importância da doação de órgãos e tecidos não apenas em setembro, mas o ano inteiro, a Central de Transplantes lançou a campanha “De setembro a setembro”. A ideia é reforçar esse tema com a população de forma contínua, com ações em redes sociais da SES e órgãos parceiros. “É necessário que as pessoas conversem em família sobre doação de órgãos e se declarem doadoras. A doação só acontece com o consentimento familiar”, destaca Sandra.

PROCESSO DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES

1 – Identificação da morte encefálica e manutenção do potencial doador.
2 – Confirmação da morte encefálica.
3 – Notificação à Central Estadual de Transplantes.
4 – Avaliação do potencial doador.
5 – Entrevista familiar.
6 – Informação do doador.
7 – Seleção dos receptores.
8 – Equipe de transplantes.
9 – Extração e implante dos órgãos.
10 – Liberação do corpo para a família.

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Hospitais gaúchos recebem R$ 31 milhões de emendas parlamentares

O governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (SES), autorizou a transferência de recursos de emendas parlamentares federais a hospitais gaúchos. O detalhamento da decisão consta na Portaria 618/2020, da SES. Mais de R$ 31 milhões do Fundo Estadual de Saúde serão distribuídos entre cem hospitais do Rio Grande do Sul.

Entre as instituições que receberam os maiores valores estão, por exemplo, o Hospital de Clínicas de Passo Fundo (R$ 2,16 milhões), o Hospital São Vicente de Paulo, também de Passo Fundo (cerca de R$ 3 milhões), o Hospital Santo Ângelo (R$ 2 milhões) e o Hospital Regional de Santa Maria (R$ 1,7 milhão).

“Agradecemos aos nossos deputados federais e senadores que foram parceiros importantes para aportar esses recursos para nossos hospitais, assim como nossos deputados estaduais, que também tiveram papel importante aportando recursos e direcionando tudo que fosse possível dentro da Assembleia para o combate ao coronavírus”, reforçou o governador Eduardo Leite, durante transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quinta-feira (24/9).

Outros R$ 43,4 milhões, também oriundos de emendas parlamentares da bancada gaúcha, já foram repassados em junho a 111 hospitais. No total, os parlamentares federais destinaram R$ 99,3 milhões em emendas voltadas ao combate à Covid-19.

O Hospital São Paulo de Lagoa Vermelha recebe R$ 150 mil. 

 

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Caxias do Sul registra mais 135 casos positivos de Covid-19

Cidade possui 7,9 mil infectados pela doença

Caxias do Sul apresentou mais 135 casos positivos de covid-19 nesta quinta-feira (24/09). Agora, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirma que a cidade possui 7.953 infectados, com 7.056 recuperados e 769 que estão com a doença no organismo. Dos ativos, 713 estão em isolamento domiciliar, 27 em enfermaria e 29 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). O Município ainda possui 128 óbitos por coronavírus

Caxias do Sul tem 162 leitos de UTI utilizados dos 228 disponíveis, apresentando 71% de ocupação. Dos leitos de UTI Adulto do Sistema Único de Saúde (SUS), 82% estão ocupados, com 60 usados dos 73 ofertados. Os leitos privados chegam 76% de ocupação (65 ocupados dos 85 disponibilizados).

Dos casos positivos totais, 4.204 são mulheres e 3.749 são homens, com a maioria em uma faixa etária de 30 a 39 anos. Desses, 923 são profissionais da saúde e 58 da segurança. O Executivo ainda mostra que 5.953 pessoas procuraram os postos de saúde por síndrome gripal, mas não foram testadas.

A cidade também possui 162 casos suspeitos e 57.112 casos negativos. Para mais informações, acesse a plataforma covid.caxias.rs.gov.br.

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Hospital Pompéia lança campanha para incentivar a doação de órgãos

“O Bem que fica” é o nome da ação. No Rio Grande do Sul, cerca de 1,5 mil pessoas aguardam por um doador.

Para reforçar a importância da doação de órgãos, principalmente em meio à pandemia do coronavírus, o Hospital Pompéia promove a campanha “O Bem que fica”. O hospital é referência no Rio Grande do Sul em transplante.

O Pompéia possui a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), que organiza o processo dentro da instituição. O diretor técnico Thiago Passarin, em entrevista ao No Ponto desta quinta-feira (24), explicou que cerca de 1,5 mil pessoas aguardam na fila de doação no Rio Grande do Sul.

(Ouça a entrevista na íntegra abaixo do título)

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Doações da BRF apoiam três pesquisas referentes à Covid-19

Universidade em Lajeado busca o desenvolvimento de exame mais rápido, medicamento e de alternativa para desinfecção

Em julho de 2020, a BRF doou R$ 100 mil para o desenvolvimento de estudos e projetos relacionados à Covid-19 e à saúde pública ao Parque Científico e Tecnológico do Vale do Taquari (Tecnovates) da Univates, em Lajeado. Dois meses depois, o investimento se reflete no avanço de três projetos que podem resultar em benefícios da sociedade: a busca por um exame mais rápido e acessível para detectar o vírus, o desenvolvimento de medicamentos e uma nova alternativa para desinfecção. A doação da empresa faz parte dos R$ 7 milhões destinados para fundos de pesquisas dos principais centros de estudos brasileiros direcionados a protocolos de tratamento, diagnóstico e desenvolvimento de medicamentos de combate ao novo Coronavírus. 

“A doação realizada pela BRF permitiu colocar à disposição da sociedade uma quantidade de informações e de testes que aumentaram a capacidade de entendimento do comportamento do vírus e sua disseminação”, resume o diretor de Serviços em Saúde da Univates, Jairo Hoerlle.

Conheça os três projetos que receberam os recursos da BRF:

Por um diagnóstico mais rápido e barato: Até agora, a BRF é a única fonte de financiamento externo recebido por um projeto que procura um exame mais rápido e barato para detectar o vírus pela saliva, em vez da secreção coletada do nariz e da garganta utilizada pelo RT-PCR. Com o projeto, sob o título Detecção do vírus da Síndrome Respiratória Corona Vírus-2 por Espectroscopia no Infravermelho com Transformada de Fourier, a professora Daiane Heidrich, doutora em Medicina, busca uma tecnologia alternativa que possa ser utilizada pela população do Vale do Taquari, por meio do apoio e interesse das redes municipais de saúde, e mesmo fora da região. 

“Em uma única aplicação de saliva de um indivíduo no equipamento FT-IR, serão obtidos resultados relacionado à detecção de SARS-CoV-2 em poucos minutos de avaliação espectral. Além da maior rapidez, a utilização da ferramenta FT-IR gera menor custo e menor impacto ambiental com a mesma robustez, sensibilidade e especificidade do que o RT-PCR”, explica Daiane.

Por novos fármacos: Os pesquisadores Marcia Inês Goettert, João Antonio Pêgas Henriques e Luis Fernando Saraiva Macedo Timmers irão trabalhar na anotação funcional dos genomas do vírus SARS-CoV-2, isolados em diferentes regiões do Brasil, por meio de análises de bioinformática com o intuito de analisar mutações específicas no genoma do vírus. A partir das mutações encontradas, os pesquisares ainda irão buscar novas possibilidades de fármacos, em parceria com universidades internacionais. Os recursos doados pela BRF se destinam a adquirir material importado para parte do desenvolvimento do projeto.

Ozônio para a desinfecção e sanitização: A diretora de Inovação e Sustentabilidade da Univates, professora Simone Stülp, doutora em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais, coordena um projeto, em conjunto com uma startup instalada no Tecnovates, a Alvap, que investiga a adoção do ozônio para a desinfecção e sanitização. O manejo do ozônio, pela Alvap, é utilizado para a limpeza de frutas, purificação de água, utilização na indústria e na agricultura. A professora Simone Stülp ressalta que o investimento da BRF para o Tecnovates é uma aproximação com o Hub de Inovação da BRF, conectado com as áreas prioritárias do Parque Tecnológico, e bem-vindo em área de extrema necessidade neste momento de emergência sanitária. 

O BrfHub é o braço de inovação aberta da BRF, que procura diariamente conectar a empresa com novos estudos e tecnologias. “Acreditamos no poder da ciência nacional e apoiamos iniciativas inovadoras, com base científica, que auxiliem toda a sociedade, com o desenvolvimento de pesquisas para a descoberta de protocolos de tratamentos eficazes e novos medicamentos para combater a Covid-19”, afirma Stephanie Blum, gerente de Inovação da BRF.

A doação para a Univates faz parte dos R$ 50 milhões anunciados, em abril, pela BRF em distribuição de alimentos, insumos médicos e apoio a fundos de pesquisa e desenvolvimento social, para contribuir com os esforços de combate aos efeitos da pandemia. A iniciativa alcança hospitais, organizações de assistência social e profissionais de saúde nos estados e municípios em que a empresa possui operação. Dentre os contemplados, além da Univates, estão a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, o Instituto Butantan e o Hospital das Clínicas, em São Paulo. 

Fonte: Comunicação BRF

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Live temática ao Setembro Amarelo acontece nesta quinta-feira

Assunto será debatido por profissionais da área que poderão interagir com a comunidade de forma virtual

“É preciso Agir”. Com este tema a Associação Brasileira de Psiquiatria e o Conselho Federal de Medicina realizam a Campanha Setembro Amarelo 2020, já consolidada no intuito de proteger e cuidar da vida através da conscientização, a desmistificação e prevenção do suicídio. Em Marau, uma iniciativa do Hospital Cristo Redentor e da Secretaria Municipal de Saúde tem o mesmo objetivo. Na quinta-feira, 24 de setembro, às 19h30, acontece a live “Setembro Amarelo- Suicídio: vamos falar sobre?”

TRANSMISSÃO: A roda de conversa oportuniza que a comunidade interaja através de perguntas e considerações sobre o assunto, utilizando as plataformas digitais Facebook e Instagram. E, também será compartilhada simultaneamente no Facebook da Tua Rádio Alvorada.

DEBATEDORES: Caroline Fredi Almeida, psiquiatra especialista em psicoterapia de orientação analítica; Carlos Alberto Nunes Júnior, voluntário do CVV – Centro de Valorização da Vida;  Eduardo Tedeschi, psiquiatra, mestre em psiquiatria e PhD student em transtorno mental grave; Fernanda Garbin, enfermeira coordenadora de ações em saúde do município de Marau; Jaqueline Renata Moreira, psicóloga clínica e organizacional no HCR e José Ribamar Saraiva Júnior, psiquiatra, especialista em medicina da família e comunidade, psicoterapia cognitivo comportamental.

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Caxias do Sul conta com mais 15 médicos na atenção básica de saúde do município

Profissionais foram enviados por meio do programa do Governo Federal “Médicos Pelo Brasil”

A rede básica de saúde de Caxias do Sul passou a contar com um reforço no quadro de profissionais no final do mês de agosto. Com a chegada de 15 médicos cubanos, o número de equipes de Estratégia Saúde da Família foi ampliado de 49 para 54. Os profissionais se somaram a outros nove médicos que já estavam na cidade e ainda é aguardada a chegada de mais um profissional que irá compor a rede de atenção primária do município.

Conforme o Diretor da Atenção Básica em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul, Dino De Lorenzi, os médicos são oriundos do programa do Governo Federal Médicos Pelo Brasil. “Esses que recebemos são em sua maioria de nacionalidade cubana, mas o programa pode ter adesão de médicos de outras nacionalidades e até mesmo brasileiros”, afirmou.

Durante entrevista à Tua Rádio São Francisco, Lorenzi também falou sobre a dificuldade de repor o número de médicos necessários para atendimento à população. Ouça a entrevista completa AQUI.  

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Com mais 136 diagnósticos, Caxias do Sul chega a 7.818 casos da Covid-19

Nesta quarta-feira (23) também foi confirmado o 128º óbito

A Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul divulgou o último boletim epidemiológico na tarde desta quarta-feira (23) informando que o município chegou a 7.818 casos confirmados de Covid-19. Nas últimas 24 horas foram 136 novas notificações.

O documento também aponta que 722 pessoas estão com o vírus ativo enquanto 6.968 estão recuperadas. Dos pacientes em tratamento, 669 estão em isolamento domiciliar, 27 em enfermaria e 26 em UTI.

Também há 173 pessoas aguardando resultado e 57.038 testaram negativo para Covid-19. Até o momento, o município registrou 128 mortes ocasionadas pela doença.

Dos 7.818 casos confirmados, 3.685 são homens e 4.133 mulheres. Do total, 893 são profissionais da saúde e 58 da segurança.  Além disso, o Município tem 5.941 pessoas que procuraram atendimento médico por síndrome gripal, mas que não foram testadas, pois não se enquadravam nos critérios do Ministério da Saúde.

Na rede pública de saúde do município a ocupação de leitos de UTI está em 85%, com 62 vagas utilizadas. Já na rede particular, 56 leitos de UTI estão em utilização, o que corresponde a 66% da capacidade total.

Para mais informações, acesse https://covid.caxias.rs.gov.br

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Caxias do Sul registra óbito de idosa de 87 anos por Covid-19

Agora, cidade contabiliza 128 mortes pela doença

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) registrou o segundo óbito por complicações da covid-19 desta quarta-feira (23/09). Trata-se de uma idosa, de 87 anos, hipertensa e com quadro de obesidade. Ela internou na UTI do Hospital Saúde no dia 23 de julho e faleceu no dia 11 de setembro.

Dessa forma, Caxias do Sul registra 128 óbitos, sendo 74 masculinos entre 32 e 94 anos e 54 femininos entre 33 e 97 anos.

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Hemocentro de Caxias do Sul necessita de doação de sangue O+

Doações podem ser realizadas mediante agendamento prévio

O Hemocentro Regional de Caxias do Sul (Hemocs) necessita repor de forma urgente o estoque de bolsas de sangue O+. O tipo sanguíneo é compatível com A+, B+, O+ e AB+, por isso o consumo é mais elevado necessitando de reposição constante.  

Segundo o diretor técnico do Hemocs, Roque Lorandi, a doação de sangue é feita de forma segura, seguindo todas as recomendações sanitárias de prevenção ao coronavírus. “Disponibilizamos álcool gel e trabalhamos de forma que no acolhimento não aglomere pessoas. Cuidados com a higienização das áreas, instrumentos e superfícies também têm sido intensificados”, afirma.

Ainda segundo Lorandi, pessoas com anemias crônicas, acidentes que causam hemorragias, tratamento de câncer e outras doenças graves, continuam ocorrendo. Ou seja, o consumo de sangue é diário e contínuo.

As doações precisam ser agendadas pelos telefones (54) 3290-4543 e (54) 3290-4580 ou por meio do whatsapp (54) 98418.8487. O Hemocs atende de segunda a quarta-feira, das 8h às 19h, sem fechar ao meio dia. Quinta e sexta-feira, das 8h às 17h, também sem fechar ao meio dia e, aos sábados, das 8h até 12h, na rua Ernesto Alves,2260, ao lado da UPA Central.

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Caxias do Sul chega a 127 óbitos ocasionados por complicações da Covid-19

Um homem, de 68 anos faleceu nesta terça-feira (22)

Um homem, de 68 anos, é a 127ª vítima da Covid-19 em Caxias do Sul. Segundo informações da Secretaria Municipal da Saúde, o homem internou na UTI do Hospital Virvi Ramos no dia 6 de agosto e faleceu nesta terça-feira (22). Ele também tinha doença cardiovascular crônica.

Dessa forma, Caxias do Sul registra 127 óbitos, sendo 74 masculinos entre 32 e 94 anos e 53 femininos entre 33 e 97 anos.

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O que é fato e fake sobre o modo de limpar os ouvidos? Otorrinolaringologista explica

Em entrevista ao programa Temática da Tua Rádio São Francisco, na manhã desta quarta-feira (23/09), o otorrinolaringologista Dr. Márcio Eduardo Broliatto, falou sobre o modo correto de limpar os ouvidos. O que é fato e fake sobre o uso de hastes flexíveis e o acúmulo de cera que pode provocar doenças?

Ouça AQUI

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Novo equipamento melhora qualidade e acelera testes de Covid-19 no Lacen

O Laboratório Central do Estado (Lacen-RS) conta com um novo equipamento para exames de biologia molecular que detectam o coronavírus. Por meio de comodato com o Ministério da Saúde, o Estado tem agora um extrator automatizado, que substitui parte do processo realizado de forma manual.

Com o aparelho, o Lacen terá mais qualidade a agilidade na liberação das cerca de 400 análises feitas por dia. Atualmente, 95% das amostras recebidas no laboratório têm resultados em até três dias. Foram realizados cerca de 60 mil testes desde o início da pandemia.

O extrator é utilizado em uma das etapas iniciais da testagem das amostras das secreções de vias aéreas de casos suspeitos. Esse material biológico é preparado e levado ao aparelho para que seja extraído o RNA (material genético) do vírus.

A bióloga Ludmila Baethgen, do setor de virologia do Lacen, explica que o processo de extração é realizado após o recebimento e fracionamento das amostras. “No equipamento, precisamos que as células sejam rompidas, expondo o material genético do vírus”, descreve.

Para isso, o equipamento realiza uma sequência de reações químicas, mecânicas e com o controle de temperatura. “São utilizadas pequenas partículas esféricas de metal, que conseguem, de forma magnética, se prender ao RNA, descartando o material ‘sujo’, que seriam todos os restos celulares e outras substâncias que não interessam para o exame”, detalha.

Até o início deste mês, esses passos eram realizados de forma manual. “O extrator nos beneficia por, em um menor tempo, fazer um número maior de exames. O que manualmente levaríamos três horas e meia para preparar cem amostras, com o equipamento conseguimos fazer em até uma hora e quinze minutos”, completa.

Depois dessa etapa, as amostras são encaminhadas para um segundo equipamento, chamado de termociclador em tempo real (RT-PCR), que é o que faz a detecção e identificação do vírus Sars-CoV-2, causador da Covid-19.

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Pesquisa sobre saúde mental dos profissionais da saúde de Caxias do Sul necessita de colaboração de voluntários

Podem participar trabalhadores da área da saúde de qualquer setor. Questionário é distribuído de forma online pelo Sindiserv e pelo Sindisaúde.

Com objetivo de fazer um mapeamento sobre a saúde mental dos trabalhadores da saúde de Caxias do Sul em meio à pandemia, o Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), em parceria com o Sindiserv e o Sindisaúde, lançou há pouco mais de um mês uma pesquisa.

O questionário está disponível para trabalhadores da saúde de forma virtual desde o dia 18 de agosto, porém, até o momento apenas 15% da meta de respostas foi alcançada. O intuito é coletar informações de 500 voluntários.  

Durante entrevista à Tua Rádio São Francisco, a pesquisadora e uma das coordenadoras do estudo, Cássia Ferrazza Alves, explicou a importância de se obter o número de respostas definido. “A gente precisa desse número amostral para que ele possa corresponder a essa realidade da população. Diante do número total de profissionais da saúde a gente fez um cálculo amostral e chegamos à necessidade de ter de 400 a 500 participantes. É importante que tenha esse mínimo de participantes para refletir a realidade do todo”, salientou.

O questionário está sendo distribuído de forma online pelos sindicatos parceiros. Podem participar profissionais da área da saúde de qualquer setor, que atuem em Caxias do Sul. A pesquisa passou pela aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da instituição e garante a integridade e sigilo dos dados. Para responder o questionário o participante não precisa se identificar e o ato leva cerca de 20 minutos.

Conforme Cássia, os resultados da pesquisa podem gerar ações em prol da saúde dos trabalhadores da área. “A pesquisa é importante pra gente poder pensar, a partir do que os profissionais estão vivenciando, estratégias de intervenção, estratégias voltadas para a saúde do trabalhador, uma vez que ela é uma parceria com os próprios sindicatos. Mas, também amplia-se pra gente poder pensar, enquanto instituições, a promoção de Recursos Humanos e em subsídios para a saúde do trabalhador”. Ouça a entrevista completa AQUI.

Além da etapa da aplicação do questionário e pesquisa pretende realizar entrevistas online com voluntários para fazer uma análise qualitativa. O objetivo é que a pesquisa seja concluída em dezembro deste ano.  

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Caxias do Sul registra mais dois óbitos por coronavírus

Vítimas são um idoso e uma mulher, ela faleceu no Paraná em junho.

Com mais dois óbitos, Caxias do Sul registra 126 vítimas fatais em decorrência da covid-19. O 125º é um idoso, 72 anos, com hipertensão e hipotireoidismo. Ele internou na UTI do Virvi Ramos no dia 4 e faleceu no domingo (20).

A vítima fatal 126 é uma mulher de 38 anos. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ela era residente em Caxias, mas estava na cidade de Campina Grande do Sul (PR), para acompanhamento após um transplante de pâncreas e rim. Ela faleceu no dia 24 de junho e, após análise em conjunto com o Governo do Estado, o óbito foi contabilizado para Caxias.

Portanto, Caxias registra 73 vítimas masculinas entre 32 e 94 anos e 53 femininas entre 33 e 97 anos.

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Setembro Amarelo: entenda os sinais e saiba como ajudar pessoas com quadro de depressão

Dois terços das pessoas que cometeram suicídio, avisaram alguma pessoa antes do ato

De acordo com pesquisas científicas, 17% das pessoas no Brasil já pensaram, em algum momento, em tirar a própria vida, sendo o suicídio considerado um problema de saúde pública. No país, o Rio Grande do Sul tem registrado uma das maiores taxas de suicídio.

Diante dessa realidade, a Tua Rádio Cacique ouviu o psicólogo da Secretaria Municipal de Saúde, Elias Vidal Ferreira. O profissional orientou a audiência quanto à importância do dialogo e de se estar atento aos sinais apresentados por pessoas com quadro de depressão.

Pelo menos dois terços das pessoas que cometeram suicídio, avisaram alguma pessoa antes do ato, relata Elias. Ele lamenta que ainda haja aqueles que minimizem esse sofrimento.

Demonstrar auxílio e se abrir à escuta são os primeiros passos para ajudar os doentes. Mudanças nos hábitos alimentares, desânimo, perda de interesse nas atividades que antes eram prazerosas, podem indicar que algo está errado.

Neste sentido, os amigos, a família e a religião têm papel importante. A ajuda profissional também é essencial, e deve ser buscada sem constrangimentos.

Ouça a entrevista e saiba mais sobre esses transtornos.

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Caxias do Sul contabiliza 7,5 mil casos positivos de covid-19

Dados são da Secretaria Municipal da Saúde, publicados nesta segunda-feira (21/09)

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirma que Caxias do Sul registrou 7.544 infectados por covid-19 nesta segunda-feira (21/09). Há 6.398 recuperados e 1.071 que estão com a doença no organismo. Dos ativos, 1.022 estão em isolamento domiciliar, 20 em enfermaria e 29 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

O Município contabiliza 124 óbitos por complicações em decorrência do coronavírus neste boletim. Uma mulher de 64 anos, hipertensa e obesa, foi o óbito 122. Ela internou na UTI do Hospital Saúde no dia 16 de setembro e faleceu no sábado (19). O 123º é um homem de 69 anos, ele possuía hipertensão e internou na UTI do Hospital da Unimed no dia 4 de setembro. O óbito ocorreu no domingo (20). A vítima 124 é uma idosa de 82 anos, diabética e hipertensa. Ela estava internada na UTI do Hospital do Círculo desde o dia 2 de setembro e faleceu na sexta (18). Portanto, Caxias do Sul registra 124 óbitos, 72 homens entre 32 e 94 anos 52 mulheres entre 33 e 97 anos.

Caxias do Sul tem 158 leitos de UTI utilizados dos 228 disponíveis, apresentando 70% de ocupação. Dos leitos de UTI Adulto do Sistema Único de Saúde (SUS), 81% estão ocupados, com 59 usados dos 73 ofertados. Os leitos privados chegam 68% de ocupação (58 ocupados dos 85 disponibilizados).

Dos casos positivos totais, 3.968 são mulheres e 3.576 são homens, com a maioria em uma faixa etária de 30 a 39 anos. Desses, 849 são profissionais da saúde e 58 da segurança. O Executivo ainda mostra que 5.921 pessoas procuraram os postos de saúde por síndrome gripal, mas não foram testadas.

A cidade também possui 95 casos suspeitos e 56.715 casos negativos. Para mais informações, acesse a plataforma covid.caxias.rs.gov.br.

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Mais três óbitos por coronavírus são registrados em Caxias

Com isso, município contabiliza 124 vítimas fatais por complicações da doença.

A Secretaria de Saúde (SMS) de Caxias do Sul informou, no início da tarde desta segunda-feira (21), mais três óbitos por complicações em decorrência do coronavírus. Uma mulher de 64 anos, hipertensa e obesa, foi o óbito 122. Ela internou na UTI do Hospital Saúde no dia 16 de setembro e faleceu no sábado (19). O 123º é um homem de 69 anos, ele possuía hipertensão e internou na UTI do Hospital da Unimed no dia 4 de setembro. O óbito ocorreu no domingo (20). A vítima 124 é uma idosa de 82 anos, diabética e hipertensa. Ela estava internada na UTI do Hospital do Círculo desde o dia 2 de setembro e faleceu na sexta (18).

Portanto, Caxias do Sul registra 124 óbitos, 72 homens entre 32 e 94 anos 52 mulheres entre 33 e 97 anos.

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“Setembro Amarelo – suicídio: vamos falar sobre?”, será tema de live nesta semana

Assunto será debatido por profissionais da área que poderão interagir com a comunidade de forma virtual

“É preciso Agir”. Com este tema a Associação Brasileira de Psiquiatria e o Conselho Federal de Medicina realizam a Campanha Setembro Amarelo 2020, já consolidada no intuito de proteger e cuidar da vida através da conscientização, a desmistificação e prevenção do suicídio. Em Marau, uma iniciativa do Hospital Cristo Redentor e da Secretaria Municipal de Saúde tem o mesmo objetivo. Na quinta-feira, 24 de setembro, às 19h30, acontece a live “Setembro Amarelo- Suicídio: vamos falar sobre?”

TRANSMISSÃO: A roda de conversa oportuniza que a comunidade interaja através de perguntas e considerações sobre o assunto, utilizando as plataformas digitais Facebook e Instagram. E, também será compartilhada simultaneamente no Facebook da Tua Rádio Alvorada.

DEBATEDORES: Caroline Fredi Almeida, psiquiatra especialista em psicoterapia de orientação analítica; Carlos Alberto Nunes Júnior, voluntário do CVV – Centro de Valorização da Vida;  Eduardo Tedeschi, psiquiatra, mestre em psiquiatria e PhD student em transtorno mental grave; Fernanda Garbin, enfermeira coordenadora de ações em saúde do município de Marau; Jaqueline Renata Moreira, psicóloga clínica e organizacional no HCR e José Ribamar Saraiva Júnior, psiquiatra, especialista em medicina da família e comunidade, psicoterapia cognitivo comportamental.

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Com dois novos registros, Caxias do Sul chega a 121 mortes ocasionadas pela Covid-19

Dois idosos, de 75 e 96 anos, faleceram entre quinta e sexta-feira.

Mais dois óbitos ocasionados por complicações do coronavírus foram informados pela Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul neste sábado (19). A 120ª vítima da doença no município é um idoso de 75 anos, que tinha doença pulmonar obstrutiva crônica. Ele internou na UTI do Hospital do Círculo no dia 14 de agosto e faleceu nesta sexta-feira, 18 de setembro.

Um idoso de 96 anos é a 121ª vítima da Covid-19. Ele estava internado no Hospital Virvi Ramos e faleceu na última quinta-feira (17).

Dessa forma, Caxias do Sul registra 121 óbitos, sendo 71 masculinos entre 32 e 94 anos e 50 femininos entre 33 e 97 anos.

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Emergência do Hospital São Vicente de Paulo atinge sua capacidade máxima

A Direção Técnica Médica do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo comunica que o setor de emergência está fechado para consultas, devido a superlotação da unidade. Por medida de segurança dos pacientes e da boa prática médica, a Direção Técnica e os médicos plantonistas da emergência suspendem o atendimento de consultas neste setor, por prazo indeterminado. Enfatiza-se que permanecerá o atendimento para os casos de urgências e emergências médicas, como acidentes de trânsito, infartos, politraumas, acidente vascular cerebral.

O Hospital São Vicente informa que os pacientes suspeitos de COVID-19 são atendidos na Força Tarefa, ao lado da Emergência, portanto, não ficam em observação ou internados junto com os pacientes da Emergência.

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Com mais 112 diagnósticos, Caxias do Sul chega a 7.431 casos da Covid-19

Nesta sexta-feira (18) também foi confirmado o 119º óbito

A Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul divulgou o último boletim epidemiológico na noite desta sexta-feira (19) informando que o município chegou a 7.431 casos confirmados da doença. Nas últimas 24 horas foram 112 novas notificações da doença.

O documento também aponta que 1079 pessoas estão com o vírus ativo enquanto 6.233 estão recuperadas. Dos pacientes em tratamento, 1.016 estão em isolamento domiciliar, 29 em enfermaria e 34 em UTI.

Também há 217 pessoas aguardando resultado e 56.342 testaram negativo para Covid-19. Até o momento, o município registrou 119 mortes ocasionadas pela Covid-19.

Dos 7.431 casos confirmados, 3.531 são homens e 3.900 mulheres. Do total, 823 são profissionais da saúde e 57 da segurança.  Além disso, o Município tem 5.896 pessoas que procuraram atendimento médico por síndrome gripal, mas que não foram testadas, pois não se enquadravam nos critérios do Ministério da Saúde.

Na rede pública de saúde do município a ocupação de leitos de UTI está em 81%, com 59 vagas utilizadas. Já na rede particular, 66 leitos de UTI estão em utilização, o que corresponde a 78% da capacidade total.

Para mais informações, acesse https://covid.caxias.rs.gov.br

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Com morte de idosa de 84 anos, Caxias do Sul chega a 119 óbitos por covid-19

Ela era diabética e hipertensa

Caxias do Sul registrou o 119º óbito da covid-19 nesta sexta-feira (18/09). Trata-se de uma idosa, de 84 anos, diabética e hipertensa. Ela internou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Pompeia no dia 26 de agosto e faleceu na quinta-feira, 17 de setembro.

Dessa forma, Caxias do Sul registra 69 óbitos masculinos, entre 32 e 94 anos e 50 femininos, entre 33 e 97 anos.

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