Santuário de Nossa Senhora Consoladora de Ibiaçá inicia preparação para 69ª Romaria sem a presença de público

A 69ª Romaria de Ibiaçá, que acontece em fevereiro do ano que vem, teve seu ponto de partida neste domingo, às 14h30min. Como tradicionalmente acontece, a primeira celebração da novena mensal foi realizada no Santuário e marca o início de uma trajetória de preparação até os momentos principais do evento religioso, em 2021.

A missa não teve público. No interior do Santuário, somente o padre, Pe. Édio Bresolin, e uma reduzida equipe de liturgia. Em quase sete décadas desde a primeira edição, pela primeira vez o santuário não foi aberto à presença de fiéis para uma celebração da Romaria de Nossa Senhora Consoladora.

A decisão de manter as portas fechadas, como forma de evitar a disseminação do Coronavírus, é uma medida ainda mais rígida do que as impostas pelos decretos estaduais e municipais. Com o município ainda em classificação de bandeira laranja no Sistema de Distanciamento Controlado – já que a nova classificação só passa a valer a partir desta segunda-feira (29) e somente se o Estado rejeitar os recursos interpostos pelos gestores – as atividades religiosas poderiam acontecer com um público de até 25% da capacidade do local.

Assim como nos anos anteriores, o tema central da próxima romaria foi definido ainda no mês de maio, menos de três meses após o encerramento do evento deste ano: Consoladora, mãe que caminha com seu povo.

A 69ª Romaria de Ibiaçá acontece nos dias 27 e 28 de fevereiro do ano que vem.

Informações: Rádio Tapejara

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Começa a Novena preparatória para a Romaria de Ibiaçá com Santuário de portas fechadas

Santuário de Ibiaçá inicia, no próximo domingo (28), mais uma novena mensal em preparação à Romaria de Nossa Senhora Consoladora. As tradicionais missas, que antecedem em oito encontros a celebração principal do evento religioso, acontecem no último fim de semana de cada mês, às 14h30min do domingo.

Neste ano, porém, a caminhada até a romaria – que é uma das maiores do estado – começa com uma mudança significativa: as portas do santuário estarão fechadas. Dentro da Igreja, somente o padre e uma equipe de liturgia reduzida. A decisão de manter o santuário fechado para a presença de fiéis, como forma de evitar a disseminação do Coronavírus, é uma medida ainda mais rígida do que as restrições impostas pelos decretos estaduais e municipais, conforme explicou o reitor do Santuário, Pe Édio Bresolin.

Na norma estadual, os municípios com classificação de bandeiras amarela e laranja no Sistema de Distanciamento Controlado – situação na qual Ibiaçá se enquadra – podem realizar atividades religiosas, desde que não excedam 25% da capacidade de lotação do espaço.

Apesar das restrições, no entanto, o cronograma deve ser mantido. Menos de três meses após o encerramento da Romaria deste ano, o Santuário já havia definido detalhes da edição de 2021. Como tradicionalmente acontece, o tema da próxima Romaria foi escolhido ainda no mês de maio e vai nortear todas as celebrações até fevereiro do ano que vem: “Consoladora, mãe que caminha com seu povo”.

A 69ª Romaria de Ibiaçá acontece nos dias 27 e 28 de fevereiro de 2021. Até lá, a presença de fiéis nas missas da novena será definida dias antes de cada celebração.

 

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Subsídios Exegéticos do 16º domingo Comum Ano A

Reflexão para a celebração para o dia 19 de julho 2020

SUBSÍDIOS EXEGÉTICOS PARA A LITURGIA DOMINICAL – ANO A

 

16º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Evangelho: Mt 13,24-43

Primeira Leitura: Sb 12,13.16-19

Sl 86,5-6.9-10.15-16a (R. 5a)

Segunda Leitura: Rm 8,26-27

 

Evangelho

Os textos proclamados neste final de semana formam um paralelo com a parábola do semeador. Trata-se ainda do destino da semente (= a palavra de Jesus), cujo crescimento é condicionado por vários impedimentos.

Enquanto na parábola do semeador boa parte dos grãos não produz fruto devido a fatores externos, aqui, na parábola do trigo e do joio, o obstáculo é constituído pela ação mal intencionada do inimigo que semeia o joio no meio do trigo. Para não danificar a boa semente, o joio não era extirpado antes da colheita. Ali, então, era possível separar o grão são do joio.

A parábola do joio e do trigo não encontra paralelos nos sinóticos.

Podemos condensar em três grupos as questões levantadas pelo texto:

1) De onde vêm e por que não são arrancadas as plantas que não portam fruto? São as duas perguntas postas explicitamente na parábola do joio em meio ao trigo: donde provém o joio? Por que não extirpá-lo do meio do trigo?

2) Por que é necessário suportar tribulações e perseguições por causa da Palavra? Este é um “mistério do Reino”: para dar fruto, é necessário que o grão morra debaixo da terra (parábolas do grão de mostarda e do fermento escondido na massa).

3) Quando se manifestarão aqueles que terão dado todo o fruto possível, ou seja, os “filhos do Reino”? No “fim do mundo” (v.40), isto é, no juízo final (explicação da parábola do joio).

Segundo a disposição do relato que faz Mateus, os v. 24-33 relatam ditos de Jesus em público, sem precisar o lugar e a circunstância. Nos v. 36-43 todos estão num ambiente privado, “na casa”. O fato de deixar a multidão e reentrar em casa mostra uma intenção organizativa do evangelista. A atividade de Jesus em relação à multidão se limitará, mais e mais, às curas (cf. 14,14). Mateus conhecia a observação de Mc 4,34 sobre Jesus que “em particular, explicava tudo a seus discípulos”. Nada melhor que dar um exemplo dessa instrução privada através da pergunta dos discípulos: “explica-nos a parábola do joio no campo” (13,36).

Naturalmente, uma parábola não explica tudo, e pode suscitar ainda mais questões. Quem é o “dono da casa”, o proprietário que semeou a boa semente? É o mesmo semeador da parábola precedente, isto é, Jesus, ou Deus Pai? Quem é o “inimigo” que no meio da noite semeou o joio entre o trigo?

Mateus notou que estas perguntas eram graves e não podiam ser evitadas, por isso ele se reservou o direito de escrever uma explicação (v.36-43), que desloca o acento sobre o juízo final.

A resposta que segue (v.37-39) é um pequeno léxico alegórico dos sete termos principais da parábola: o semeador, o campo, a semente, o joio, o inimigo, a colheita e os ceifadores.

Estes textos, lidos em referência aos pecadores e aos heréticos no âmbito eclesial, ensinam paciência e misericórdia. Esta dilatação do Juízo não acontece porque seja árduo distinguir os justos dos pecadores. A cizânia se reconhece logo, basta ver seus caules. O tempo da maturação, antes da colheita, é concedido a todos para poder fazer penitência. Não se deve ceder à tentação de antecipar o juízo, pois seria uma presunção que arriscaria de corromper também os justos: colher a cizânia implica erradicar também o grão que é bom.

Deste modo Jesus, no Evangelho segundo Mateus quer explicar como é possível que nem o mundo, nem a própria Igreja sejam compostos somente por justos, e como se deve aprender a aceitar pacientemente este fato.

Toda a perícope destaca o contraste entre a pequenez do início e o esplendor do fim. Pode-se tirar uma lição bastante evidente desses textos: a perspectiva da fé reconhece mediante os austeros inícios de Jesus, a grandiosidade do fim.

 

Subsídio elaborado pelo grupo de biblistas da

Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana

Dr. Bruno Glaab – Me. Carlos Rodrigo Dutra – Dr. Humberto Maiztegui – Me. Rita de Cácia Ló

Edição: Dr. Vanildo Luiz Zugno

 

ESCOLA SUPERIOR DE TEOLOGIA E ESPIRITUALIDADE FRANCISCNA

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Subsídios Exegéticos Para A Liturgia Dominical Ano A

Subsídios Exegéticos Para A Liturgia Dominical

Ano A

 

13º Domingo do Tempo Comum

Evangelho: Mt 16,13-19

Primeira Leitura: At 12,1-11

Segunda Leitura: 2Tm 4,6-8.17-18

Salmo:  34,2-9 (R.5

Do contexto para a escuta.

O Evangelho segundo a comunidade de Mateus tem como contexto a destruição de Jerusalém em 70 d.C. As pessoas judaico-cristãs que formavam esta comunidade tinham um carinho muito grande por Jerusalém. Lucas nos conta que estas comunidades frequentavam o Templo (At 2,46). Nesta parte do Evangelho (14,1-20,34) Jesus e sua comunidade apostólica vão por última vez – antes da crucifixão – para a Galileia e empreendem a viagem definitiva para Jerusalém. É uma parte do Evangelho carregada de sentimentos e de fé, porque a comunidade embarca junto com Jesus para sua última jornada, a jornada. Na lembrança destas comunidades há de muitas outras pessoas, inclusive Pedro, que já tinham sido mártires da fé quando a narrativa foi escrita.

Da escuta para a reflexão.

Mt 16,13-19 possivelmente usou como fonte o Evangelho segundo a comunidade de Marcos (8,27-30), ou um texto (logia) em comum. Não apenas copiou, mas o carregou de emoção e propósito missionário! Vejamos as diferenças.

A comunidade de Mateus acrescenta, já na pergunta de Jesus, o primeiro título: “uion tou antropou” (Mt 16.13b). Joaquim Jeremias observa que esta denominação nunca apareceu em nenhuma confissão de fé. Apenas aparece dita pelo próprio Jesus, por isso, deve ter sido uma expressão original dele, em aramaico, “bar ‘enasha”. No entanto, é apresentada em terceira pessoa. A expressão tem suas origens nos escritos apocalípticos do judaísmo, como em Daniel (7,13;8,17). Jesus – em sua identidade messiânica – comunga com a humanidade sofrida, com a comunidade perseguida e martirizada, sendo Filho da Humanidade, projetando-a para a vitória escatológica do Reinado dos Céus.

Na resposta da comunidade está a inclusão do profeta Jeremias, que é certamente, o mais sofrido de todos os profetas. Ele chega a maldizer o dia do seu nascimento (Jr 20,14), sem deixar de anunciar a vontade divina (Jr 4,19). Jesus, era portador da herança de todos eles. Mas a resposta definitiva é “o Cristo”. Também aqui a comunidade de Mateus vai além do original de Marcos colocando: “Filho do Deus Vivo”! Tata-se de uma confissão própria da comunidade de Mateus, que regata, Os 2,1: “filhos do Deus vivo” (uioi Theou zontos) – na versão grega dos LXX – como proclamação do novo Israel. O Jesus apresentado na confissão de fé pronunciada por Pedro é o Cristo que gera em si uma nova humanidade, de filhas e filhos do Deus Vivo. Da mesma forma, quando Pedro é chamado bem-aventurado (makarios) representa todas as pessoas das bem-aventuranças (Mt 5,1-12) e quando é qualificado como a “pedra/rocha” sobre a qual a Igreja (assembleia/eclesia) é edificada, manifesta o sentido missionário da igreja como geradora de nova humanidade para todas as pessoas, que vence a morte/inferno/submundo.

Relacionando com os outros textos

Pedro, que é portador desta nova visão de Jesus junto com a Igreja, também aparece em Atos 12,1-12 testemunhando que nenhum governante repressor (Herodes Antipas) poderá impedir a ação do Deus Libertador. Depois de libertado vai em busca da comunidade reunida e ali celebra a vitória sobre o poder da violência e da morte (At 12,9-12). Isso vale para o resumo do labor missionário do apóstolo Paulo em 2 Tm 4,6-8.17-18, onde reconhece que ele não o portador desta graça, mas instrumento, para que a presença de Deus seja reconhecida por todo povo.

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Subsídios Exegéticos – Liturgia Dominical – 12º domingo Comum

celebração para o dia 21/06/2020

Subsídios Exegéticos  –  Liturgia Dominical – Ano A

 

12º. DOM. TEMPO COMUM

Evangelho: Mt 10,26-33

Primeira Leitura: Jr 20,10-13

Sl 69,8-10.14.17.33-35 (R.14c)

Segunda Leitura: Rm 5,12-15

 

Evangelho

Os versículos anteriores (24-25) estabeleceram uma identidade entre o discípulo e o mestre, entre o enviado e aquele que envia. Isto para dizer que o discípulo deve compartilhar o mesmo destino de sofrimentos do seu mestre: o discípulo não pode iludir-se pensando que vai subtrair-se.

Jesus prepara os seus apóstolos a não sucumbir diante das dificuldades que encontrarão pelo caminho.

A primeira consequência que deriva da igualdade entre o discípulo e o mestre é que se deve ter a coragem de pregar o evangelho com franqueza, sem deixa-se atemorizar com as ameaças dos opositores. O verdadeiro ensinamento de Jesus não deve incentivar a timidez no testemunho dado pelos discípulos (“dizei-o à luz do dia… proclamai-o sobre os telhados”). Somente o Senhor é para ser temido, não as pessoas.

Os vários ditos de Jesus são articulados em torno da expressão “não tenhais medo”. O discípulo deve professar a própria fé com coragem.

Na perícope destacam-se quatro temáticas: proclamação pública do Evangelho (v. 26-27); disponibilidade para enfrentar o martírio, sacrificando a vida física para obter a vida eterna (v.28); motivos de confiança na Providência (v.29-31); profissão corajosa da fé messiânica (v.32-33).

A distinção entre alma e corpo (“os que matam o corpo, mas não podem matar a alma) é surpreendente em Mt, que normalmente raciocina com categorias hebraicas, onde esta distinção não subsiste. É ainda mais curioso, porque o próprio Lc 12,4 evita esse tipo de dicotomia. Mas um autor de língua grega, ainda que de matriz semita, não podia não ser influenciado pelas categorias helenísticas muito comuns, que são muito sutis e se prestam à reflexão sobre o estado depois da morte. Para um semita era inconcebível a vida sem o corpo. O dito se refere à totalidade da vida do ser humano, conservada por Deus também depois da morte.

Nos v. 29-31 se retorna a um modo de ver muito bíblico: a providência do Pai com os passarinhos, e inclusive com os cabelos de nossa cabeça! O raciocínio é “valeis mais do que muitos pássaros”, que equivale a “de todos os pássaros”.

O verbo homologhéo equivale a “confessar” (3,6), “louvar” (11,25), mas também “declarar-se publicamente em favor alguém”, e é o caso do nosso texto (en emoí por mim: v.32).

Note-se a distinção entre “vosso Pai” (v.29) e “meu Pai” (v. 32.33). A menção insistente do Pai evoca o motivo da paternidade divina num sentido afetivo bem familiar, que está expressa no Pai-Nosso como novidade central do Evangelho.

Em Mc 8,38 e Lc 12,8 se cria certa tensão entre o “reconhecer” Jesus e “ser reconhecido” pelo Filho do homem. Mateus resolve a aparente a aparente aporia. O contrário de “reconhecer” é “renegar” (arnéomai), um verbo que retornará na paixão (26,70), e que quer dizer “desconfessar” Jesus, não reconhecer-se mais n’Ele. Jesus dirá: “Eu não vos conheço”, aos que o renegam; conquanto tenha perdoado a Pedro (Jo 21,15-19).

A perícope inteira nos convida a levar em consideração “o silêncio de Deus”, que não liberta os seus filhos e filhas de todos os sofrimentos e tribulações, às vezes submetidos inclusive ao martírio.

Para a vivência da fé, tudo se encaixa no desígnio de salvação.

Não obstante a soberania de Deus sobre o mundo, Ele não se opõe ao curso normal da natureza, que se renova fazendo da morte florescer nova vida.

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Caxias do Sul realiza celebrações de Corpus Christi nesta quinta-feira (11)

Evento terá transmissão nas redes sociais da Diocese caxiense, a partir das 14h

As celebrações de Corpus Christi serão realizadas nesta quinta-feira (11/06), em Caxias do Sul. A Diocese caxiense inicia a programação a partir das 14h, com uma missa presidida pelo bispo Dom José Gislon, direto da Catedral Santa Teresa. O evento será transmitido nas redes sociais da instituição, pelo Instagram , Youtube e Facebook. Às 15 horas, acontecerá uma procissão motorizada, que saíra de cada uma das paróquias da cidade e passará pelas ruas das comunidades pertencentes.

As igrejas poderão celebrar conforme a disponibilidade dos horários das missas de cada uma. Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, o pároco da Paróquia Imaculada da Conceição, frei Marcelo Carvalho, explica que o local iniciará a celebração em louvor do Santíssimo Sacramento às 14h. Terminada a missa, às 15h será efetuada a carreata para seguir em 17 comunidades atendidas pela paróquia.

“No total, envolvemos 26 comunidades, então é difícil passar por todos os lugares, é impossível cobrir todas elas. Mas vamos colocar na página da paróquia e nos grupos de coordenação os espaços que iremos passar. A ideia é fazer o entorno da paróquia, com retorno previsto para as 17h.”, completa.

O frei ainda esclarece que as missas poderão ser realizadas com a presença dos fiéis, mas respeitando a capacidade de 30% do público nos espaços, prevista no decreto municipal e estadual. Com a normativa, a Imaculada Conceição poderá abrigar em torno de 175 pessoas sentadas, fora o restante em pé.

“O devoto deve vir com sua máscara, respeitar o distanciamento e usar o álcool em gel disponibilizado na entrada da paróquia. Então, quem puder vir celebrar, venha. A comunidade, que ainda vamos divulgar a lista, se prepare para receber a bênção, as famílias, quando ouvirem a carreata motorizada, podem sair nas suas janelas para serem abençoadas. Quem não puder ver a procissão, saibam que serão abençoados da mesma forma, pois cobriremos toda a área pastoral da igreja”, esclarece.

Neste ano, Caxias do Sul também não terá a tradicional confecção dos tapetes de serragem, que colorem as ruas da cidade. No lugar, o frei explica que as paróquias do município estão recebendo doações de produtos de higiene e limpeza, de alimentos não perecíveis e de vestimentas para o inverno. Os donativos serão distribuídos para famílias em vulnerabilidade social.

Clique na aba “Ouvir Notícia” e ouça a entrevista completa com frei Marcelo Carvalho. Ele ainda falou sobre as comemorações de Santo Antônio, que terão missas no sábado (13/06) e domingo (14/06). O pároco ainda falou sobre o almoço em formato de “drive-thru”, no dia 14 de junho, das 11h30min às 13h30min, no Salão dos Capuchinhos. A refeição custa R$ 20,00, com um cardápio que terá galeto, macarrão e maionese. Os ingressos custam R$ 20,00.

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Subsídios Exegéticos – Liturgia Dominical Ano A

Dia: 14 de junho de 2020

Subsídios Exegéticos – Liturgia Dominical Ano A

Dia: 14 de junho de 2020

XI Domingo do Tempo Comum

Evangelho: Mt 9,36-10,8

Primeira Leitura: Ex 19,2-6a

Segunda Leitura: Rm 5,6-11

Salmo:  100

 

Mt 9,36-10,8

Situando o Texto

O presente texto é estratégico, como um elo de ligação entre Mt 8-9 que mostram os sinais do Reino (milagres) e Mt 10 que trata da missão.

A compaixão que Jesus (Mt 9,36) já se constata antes, ao fazer curas (Mt 8-9) e traduz a compaixão de Deus pelo povo (Is 45,15). Mas agora ela é expressa em palavras diante da omissão dos líderes de seu tempo, como também já atestado no AT (Lv 27,27; 1Rs 22,17). No AT os líderes não cuidavam do povo, preocupados, apenas com seus interesses (Ez 34; Zc 10,2). Já então, Deus é visto como o pastor do povo (Sl 23). Agora, Jesus assume esta perspectiva da compaixão de Deus. A compaixão de Jesus pelo povo sofrido, continua na ação de seus seguidores. Aos Doze, o novo povo de Deus, ele confere os mesmos poderes de realizar as suas obras: curas, exorcismos, ressuscitar mortos. Tudo isto, com os critérios de então, significa lutar contra o mal, contra as situações de morte. A palavra vem acompanhada da ação. Jesus instaura o Reino pela sua ação e pregação. Agora cabe aos discípulos continuar esta missão, que brota da compaixão para com os sofredores: leprosos, paralíticos, possessos, etc. que são as situações concretas vividas pelo povo, e que seus seguidores devem continuar. A compaixão de Deus, se realiza em Jesus e agora se expressa na missão dos discípulos, que assumem o lugar dos guias do povo, que falharam. Assim na pessoa de Jesus e dos seus seguidores, realiza-se o verdadeiro projeto de Deus revelado ainda no AT.

Doze é número simbólico, lembram as doze tribos de Israel, portanto, são o novo povo de Deus (cf. Mt 19,28) e por isto mesmo, assim como as doze tribos eram todo Israel, aqui também, os “Doze” não se refere apenas a um pequeno grupo, mas a todos os membros do novo povo de Deus.  Nem tampouco se quer dizer que os Doze receberam poderes extraordinários de cura, simplesmente que eles, isto é, todos, devem lutar contra as situações de morte e sofrimento que afligem o povo, como vem sonhado para os tempos messiânicos (Is 42,18). Como “Doze” é totalidade, significa que todo discípulo e discípula têm esta missão. Entre eles há pescadores, cobrador de imposto, zelote e até um traidor. Classes impossíveis de conviver no antigo povo. No novo povo tudo isto é possível. Doze quer dizer todos, bons e maus. O novo povo de Deus não é formado por perfeitos.

Pedir ao Senhor da Messe o envio de operários não é sinônimo de despertar vocações sacerdotais ou religiosas. Nem é convencer Deus da necessidade de mandar operários. Mas é convencer todas as pessoas a assumir a missão de Jesus. Para isto, sim, precisa de oração.

Tem algo estranho no texto: a proibição de ir à Samaria. Seria isto um sinal de racismo? Não. Trata-se de ir aos pobres, abandonados e sem pastor, conforme se lê em Nm 27,27; ou seja, eram os que estavam sem pastor (Ez 34). Por isto, a missão começa pelos últimos, onde mais precisa. Reflete também a comunidade de Mateus, que inicialmente só evangelizava judeus (10,5s; 15,23s), mas que depois se abre a todos os povos (Mt 28,19). Na caneta de Mateus, o procedimento de sua comunidade já foi praticado por Jesus. Quem se sentiu agraciado e despertou para a missão, de graça se põe a caminho.

Resumindo:

Mt 9,36-38: tudo brota da compaixão (Ex 3,7; Ez 34; Zc 10,2).

Mt 10,1.8a: chama os Doze e lhes dá poder contra o mal. A comunidade cristã recebe o poder de dar continuidade à obra de Jesus.

Mt 2-6: todos, bons e maus são destinados ao povo sem pastor, devido aos maus líderes de Israel.

Mt 7.8b: o anúncio e a ação acompanhado de sinais são gratuitos.

Relação com Ex 19,2-6a

Deus, pela sua misericórdia, ouviu o clamor do povo no Egito (Ex 3,7). Agora, já livre, preparando-se para a Terra Prometida, Deus o consagra como um reino de sacerdotes (v.6). Está aqui o chamado, que mais tarde Jesus fará aos Doze, para continuar a compaixão de Deus na história.

 

 

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Confira a programação de Corpus Christi de 11 a 14 de junho em Flores da Cunha

Benção com o Santíssimo pelas principais ruas centrais da cidade ocorre no dia 11 de junho, logo após a missa das 9h, que terá transmissão online

Apesar das diversas restrições causadas pelo distanciamento social, devido a pandemia do Covid-19, a programação de missas e demais atividades de Corpus Christi, entre os dias 11 a 14 de junho, vão ser realizadas com número reduzidos de pessoas, priorizando as transmissões online das celebrações, as carreatas motorizadas com o Santíssimo, além da benção no modelo drive-thru.

As missas vão ser realizadas com a capacidade máxima de 25% de pessoas, com utilização de máscaras e respeitando o distanciamento pessoal obrigatório. A paróquia também está solicitando que a população realize doação de alimentos e material de limpeza e higiene na Igreja Matriz. Com os donativos será realizado um grande tapete solidário, em que os itens serão distribuídos às famílias em vulnerabilidade social do munícipio.

No dia de Corpus Christi, 11 de junho, haverá missas às 9h ( com transmissão online pelas páginas do facebook da paróquia, da prefeitura e do turismo, e transmissões especiais das rádios Amizade 89.1, Flores 104.9 e Solaris 99.1), 10h30min, 14h, 16h e 18h, na Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes. Lembrando também que está programado para depois da missa das 9h uma benção com o Santíssimo pelas principais ruas centrais da cidade.

Já no domingo dia 14 de junho ocorre uma missa especial no Eremitério do Frei Salvador às 9h da manhã ( com capacidade de 25% e utilização de máscaras), e no período da tarde, a partir das 14h, a saída em frente a Igreja Matriz de uma carreata com Santíssimo até o Eremitério do Frei Salvador, onde vai ocorrer benção aos carros em formato de drive-thru (lembrando que todos os ocupantes dos veículos devem estar com máscaras faciais).

Programação de 11 a 14 de Junho – Corpus Christi

Página no facebook: https://www.facebook.com/paroquiafloresdacunha/

11/06 – 9h: Igreja matriz missa e logo após benção com o Santíssimo pelas ruas da cidade  ( com transmissão online pelas páginas do facebook da paróquia, da prefeitura e do turismo, e transmissões especiais das rádios Amizade 89.1, Flores 104.9 e Solaris 99.1)

11/06 –  Missas às 10h30min, 14h, 16h e 18h: na Igreja matriz

13/06 –  Missa às 16h: na Igreja de Santo Antônio, Linha Oitenta

13/06 – Missa às 17h: na Igreja do São Martinho

14/06 – Missa às 9h: na Igreja Nossa Srª do Guadalupe, Perola

14/06- Missa às 9h: Missa do Frei Salvador  no Eremitério

14/06 –Missa às 10h: na Igreja Nossa Srª das Dores, Sete de Setembro

14/06  – 14h: saída em frente a Igreja Matriz da carreata com Santíssimo até o Eremitério do Frei Salvador, onde vai ocorrer benção aos carros em formato de drive-thru (lembrando que todos os ocupantes dos veículos devem estar com máscaras faciais).

14/06 – 16h: Missa do Frei Salvador  no Eremitério

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Esperança e Solidariedade serão o mote de série de lives organizadas por instituições católicas

A live será compartilhada na página do You Tube da Tua Rádio São Francisco

A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC), junto a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), SIGNIS Brasil, Cáritas Brasileira, Movimento de Educação de Base (MEB) e Editoras Católicas irão promover uma série de eventos cristãos online, a “Live da Esperança e da Solidariedade – ficar em casa e fazer a diferença!”.

A primeira live já acontece na próxima sexta, dia 5 de junho, às 19h, com a participação do padre Zezinho, padre João Carlos e padre Ezequiel Dal Pozzo. O objetivo é levar a um agradável momento de música e reflexão, durante o período de isolamento social, motivando a generosidade das pessoas, inclusive com alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social que estão sendo afetadas pela Covid-19. Os eventos contarão com a apresentação de Marcus Tullius, coordenador Nacional da Pascom do Brasil e apresentador da TV Pai Eterno.

As Editoras Católicas que estão colaborando com o evento são: Editora Ave-Maria, Canção Nova Editora, Editora Santuário, Editora Edebê, Edições CNBB, Ediçoes Loyola, FTD Educação, Paulinas Editora, Paulus Editora, Editora Vozes, Editora Ideias e Letras, Editora Bom Jesus e SM Educação.

As transmissões serão sempre pelos canais no Youtube da ANEC (@anecbrasil) e da CNBB (@cnbboficial).

A segunda live acontecerá no dia 12/6 com o tema Globalizar a Esperança, com a presença dos cantores Álvaro e Daniel, além de Eliana Ribeiro. Com o tema Aldeia que Educa, a terceira transmissão acontece dia 19/6 e terá como convidados Adriana Arydes, Elba Ramalho e participação do Pe. Fábio de Melo. Já no dia 26/6, o tema será Diálogo e Paz, com o Pe. Reginaldo Manzotti e os Cantores de Deus.

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Santuário de Caravaggio inaugura novos vitrais e pintura interna

Obra foi apresentada no último final de semana, em bate-papo nas redes sociais da igreja

O Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha, finalizou a colocação de novos vitrais e a pintura interna realizadas na igreja. No final de semana, as reformas foram apresentadas à comunidade em um bate-papo ao vivo nas redes sociais da instituição. O resultado foi de um trabalho iniciado em março deste ano, com a iniciativa do arquiteto e artista sacro, Cristtiano Fabris.

Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, o padre auxiliar do santuário, Jocimar Romio, explica que a obra carrega diversos significados. Foram colocados 12 vitrais, que possuem elementos da fé cristã católica. Ele exemplifica que, em cada um, foram inseridas estrelas para representar os 12 apóstolos de Jesus Cristo, assim como os 12 frutos do Espírito Santo: paz, alegria, bondade, paciência, castidade, entre outros. Já na pintura, o destaque está na renovação da abóbada.

“No centro dela, na cúpula do Santuário, está representado o Espírito Santo em forma de pomba. Há um céu estrelado de branco e dourado, com um fundo azul”, detalha.

Abaixo da estrutura, Romio ressalta que existe um anel dividido na vertical e horizontal. No primeiro, é retratada a coroa de espinhos de Jesus Cristo, com as flores de Nossa Senhora de Caravaggio.

“No outro anel, está uma frase bíblica, do Evangelho de São Mateus (Mt 1,20), quando o Anjo fala para São José, em sonho, antes do nascimento de Cristo: ‘o que foi gerado em Maria vem do Espírito Santo’. É de uma riqueza de simbolismos.”, explica.

Clique na aba “Ouvir Notícia” e confira a entrevista completa feita com o padre Jocimar Romio.

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Papa condena racismo e violência nos EUA e pede reconciliação nacional

Ele disse que violência é autodestrutiva e derrotista

O papa Francisco quebrou seu silêncio nesta quarta-feira, 03, sobre os protestos nos Estados Unidos (EUA), dizendo que ninguém pode “fechar os olhos ao racismo e à exclusão”, ao mesmo tempo em que condenou a violência como “autodestrutiva e derrotista”.

Francisco, que dedicou toda a seção em inglês de sua audiência pública semanal à situação nos EUA, implorou a Deus pela reconciliação nacional e pela paz. Ele chamou a morte de George Floyd de trágica e disse estar orando por ele e por todos aqueles que foram mortos como resultado do “pecado do racismo”.

Por Repórter da Reuters – Cidade do Vaticano

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Subsídios Exegéticos Para Liturgia Dominical – Santissima Trindade

07/06/2020

Subsídios Exegéticos Para Liturgia Dominical

Ano A

Dia:07/06/2020

Domingo: Festa da Santíssima Trindade

Evangelho: Jo 3,16-18

Primeira Leitura: Ex 34,4b-6. 8-9

Segunda Leitura: 2Cor 13,11-13

Salmo:  Dn 3,52. 53. 54. 55. 56 (R.52b)

 

Evangelho

Neste domingo, lemos um trecho do diálogo de Jesus com Nicodemos, no terceiro capítulo do evangelho de João. Nicodemos é um fariseu que veio conversar com Jesus durante a noite (Jo 3,2). O horário da conversa pode ser simbólico: ele está nas trevas e vem procurar a luz.

Os fariseus eram um partido político-religioso que se opunham a Jesus. Embora Nicodemos pertencesse a este grupo, sua atitude não é hostil, mas de interesse e de busca pela verdade. Só isso já nos questiona: diante de quem discorda de nós, temos uma atitude de fechamento e de preconceito, ou estamos abertos a dialogar e a aprender?

O diálogo de Jesus com Nicodemos tem vários momentos, mas o tema é um só: a fé em Jesus como filho de Deus e como salvador. Podemos dividir o diálogo em duas grandes partes: vv. 3-10: a necessidade de nascer de novo; vv. 11-21: a salvação trazida pelo Filho de Deus. Estas duas partes estão interligadas e se completam mutuamente.

Os versículos lidos na liturgia de hoje são tirados da segunda parte e têm como ideia que se repete a fé no Filho como fonte da vida. A missão do Filho é realizar o projeto do Pai; e o projeto do Pai é a salvação da humanidade. Este é o objetivo último da encarnação (Jo 1,14) e da morte-ressurreição (Jo 19-20) de Jesus. Significa que toda a vida de Jesus está marcada pelo desejo do Pai de dar a vida eterna aos seres humanos. Quem decide se este desejo do Pai se realizará ou não é a própria pessoa, que pode aceitar ou não este desejo em sua vida. É o que Jesus diz no v. 16: “Pois Deus amou de tal maneira o mundo, que deu seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Esta ideia continua nos versículos seguintes. No v. 17, Jesus afirma: “Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por meio dele”. O Filho não foi enviado para julgar, isto é, condenar o mundo: o Filho foi enviado para salvar.

Esta afirmação de Jesus no faz perguntar: Então a salvação é para todos indistintamente? Jesus responde que sim, mas há uma condição, apresentada no v. 18: “Quem nele crê não é julgado; mas quem não crê já está julgado, porque não crê no nome do Unigênito Filho de Deus”. Com isso, Jesus afirma que a salvação não é o privilégio de um grupo, de uma igreja ou de um único povo: a salvação é destinada a toda a humanidade.

No evangelho de João, é muito importante o verbo pisteuo: “crer, acreditar”. Crer em Jesus não significa somente saber que ele existe e respeitá-lo; significa aderir ao seu projeto salvífico. Aderir não somente para receber a salvação; mas também para fazer a salvação acontecer hoje, por meio da prática do amor (Jo 15,12).

Portanto, “crer no Filho” não é sentimentalismo, mas um comportamento concreto: ajudar o Filho a realizar o projeto salvífico do Pai. E com isso, entramos no acontecimento que celebramos hoje: a Santíssima Trindade.

Costumamos dizer que “a Santíssima Trindade é um mistério”. A palavra mistério vem do grego mystérion, que usada para designar não um segredo qualquer, mas aquele segredo que deve ser revelado aos poucos, porque é grande demais para entendermos tudo de uma vez. Ou seja, o “mistério” é algo que sempre escapa à nossa capacidade de compreender plenamente, ele sempre reserva uma surpresa, sempre tem uma novidade guardada. O mistério pode e deve ser entendido pela nossa inteligência, só que quanto mais nós o compreendemos, tanto mais descobrimos que não cabe tudo na nossa cabeça: sempre haverá algo novo a aprender e que nunca poderemos dizer que o assunto está esgotado.

Assim é a Santíssima Trindade: ela sempre escapa aos nossos esquemas teológicos e mentais. Deus não se resume àquilo que nós pensamos sobre ele. Nicodemos estava disposto a aceitar isso: o projeto do Pai não se encaixava na doutrina dos fariseus e, por isso, Nicodemos entrou em crise e foi procurar Jesus para aprender.

E Jesus responde que só pode minimamente compreender Deus quem participa da dinâmica da vida de Deus, que é o amor. O amor das três pessoas – Pai, Filho e Espírito Santo – os torna tão unidos que são um só. A Trindade é a melhor sociedade. Nós somos convidados a repetir entre nós o mesmo princípio do amor, que tornará nossa sociedade humana mais semelhante à sociedade trinitária, “para que todos tenham vida e a tenham plenamente” (Jo 10,10).

 

Subsídio elaborado pelo grupo de biblistas da ESTEF

Dr. Bruno Glaab – Me. Carlos Rodrigo Dutra – Dr. Humberto Maiztegui – Me. Rita de Cácia Ló

Edição: Prof. Dr. Vanildo Luiz Zugno

 

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Morre Dom Ercílio Simon, arcebispo emérito da Arquidiocese de Passo Fundo

Ele estava interndo

Faleceu, na manhã desta segunda-feira, 01/06, no Hospital São Vicente de Paulo, o arcebispo emérito da Arquidiocese de Passo Fundo, Dom Pedro Ercílio Simon. Aos 78 anos, Dom Ercílio lutava contra as complicações do Mal de Parkinson e do Mal de Alzheimer. Devido às restrições impostas pela pandemia do Covid-19, o velório será na Catedral Metropolitana das 12h até as 16h, seguida da Missa de Exéquias.

Como sacerdote natural de Ibiaçá, Dom Ercílio nasceu no dia 09 de setembro de 1941 e ingressou no Seminário aos 10 anos de idade, na primeira turma de seminaristas da recém formada Diocese de Passo Fundo. A ordenação presbiteral aconteceu junto com a do irmão, padre Irineo Simon, no dia 12 de dezembro de 1965. O lema escolhido revelava o seu pensamento a respeito do sacerdócio: “Sacerdote de Deus a serviços dos homens”.

Atuou, então, na Diocese de Erexim e, ainda, como Vigário Geral na Diocese de Passo Fundo e, também, como promotor vocacional, coordenador de pastoral e primeiro reitor do Seminário Nossa Senhora Aparecida. Também exerceu o presbitério na Catedral Nossa Senhora Aparecida, nas paróquias São Judas Tadeu, São Cristóvão e Sagrado Coração de Jesus.

Foi Dom Ercílio, também, que, em 1981, estava a frente da primeira Romaria Diocesana em honra à Nossa Senhora Aparecida. Em entrevista por ocasião dos 40 anos do Seminário, em 2017, o arcebispo contou que não imaginava que a devoção à padroeira do Brasil seria tão forte na Arquidiocese.

“Ninguém jamais poderia imaginar que como conseqüência da escolha do nome de Nossa Senhora Aparecida, surgiria o grande movimento em torno dessa devoção. Se alguém tivesse imaginado a afluência de tantas pessoas, certamente teríamos construído o prédio do Seminário pelo menos cem metros mais terreno adentro, para dar lugar a uma praça maior para receber a multidão de pessoas na Romaria. A Romaria tem um cunho devocional para o povo, mas nunca deverá perder o seu cunho vocacional para a juventude. Me parece que os caminhos de Deus sempre passam pelas mãos de Maria”, colocou, na época.

Bispo

Mais tarde, em dezembro de 1990, foi ordenado bispo com o lema “Em nome de Jesus” e atuou na Diocese de Cruz Alta, como bispo coadjutor, entre 1991 e 1995. De 1995 a 1998 foi bispo diocesano de Uruguaiana. No dia 17 de novembro de 1998 tomou posse como bispo coadjutor de Passo Fundo e no dia 19 de maio de 1999, substituiu Dom Urbano Allgayer e assumiu como bispo diocesano. Atuou, junto ao Regional Sul 3 da CNBB, como Secretário Geral de 2001 a 2004 e como Bispo Referencial para a Pastoral dos Migrantes. Com a elevação da Diocese de Passo Fundo à Arquidiocese, Dom Ercílio recebeu, no dia 29 de junho de 2011, do Papa Bento XVI, o distintivo de Arcebispo. Pouco mais de um ano depois, em 16 de setembro de 2012, tornou-se Arcebispo emérito em função dos seus problemas de saúde.

Pensamento

Em 2015, quando completou 50 anos de sacerdócio e 25 anos de bispo, disse, em entrevista ao Jornal Presença Arquidiocesana, sonhar com o futuro que surgia para ele, para a Igreja e para o mundo. “Em meu jubileu de ouro sacerdotal, mais do que olhar para trás no tempo, fico sonhando com os tempos futuros que o Senhor ainda prepara para mim. Sonho com a ‘nova criação’, com os ‘novos céus e novas terras’, como diz Isaías, com o mundo novo que vai surgir, onde Deus será o Senhor absoluto, a alegria eterna, a realizar plenamente meu coração de criatura”, destacou o arcebispo que, em todo o seu ministério batizou milhares de pessoas e somou mais de 100 mil crismas. “Gastei meu tempo de vida, dedicando minhas forças, minha saúde – que era boa, minha capacidade de amar, para que se realize o venha a nós o vosso reino”, ressaltou, na época.

“Um mundo de mais amor e mais fé”

Em seu livro, “Nossos padres, nossos heróis”, Dom Ercílio destacou a importância de olhar para o jovem. “Eu diria para que os jovens não tenham medo de avançar para águas mais profundas na doação a Cristo, à Igreja e aos irmãos”, destacou. “A vida passa de qualquer maneira e é tão bom sentir e saber que se soube usá-la para o bem, para Deus e para os irmãos, dando uma parcela de contribuição para um mundo de mais amor e mais fé”, colocou.

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Romaria virtual de Caravaggio registra mais de 1 milhão de acessos em três dias

O número equivale ao total de pessoas que visitam o Santuário em um ano

A 141ª Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio encerrou nesta terça-feira (26) com dois fatos que ficarão para a história: como a primeira romaria realizada de forma totalmente virtual e com recorde de engajamento de público nas plataformas digitais.

Conforme a equipe do Santuário, responsável por organizar a romaria, mais de 1 milhão de pessoas acessaram conteúdos publicados no Facebook, Instagram e YouTube, nos três dias de evento. A proporção equivale ao total de pessoas que visitam o Santuário em um ano. Se forem considerados os últimos 30 dias, as redes sociais do Santuário alcançaram mais de 3 milhões de acessos. Além dos mais diferentes Estados brasileiros, o conteúdo teve audiência em países como Portugal, Itália, Angola, Estados Unidos, Paraguai e Argentina.

Durante os dias de romaria, que tradicionalmente costumam levar milhares de fiéis até o templo, localizado em Farroupilha, não houve registros de confusão ou qualquer ocorrência de pessoas que não respeitaram as orientações dos órgãos públicos para que não estivessem presentes no Santuário. A recomendação seguiu as diretrizes dos órgãos de saúde para evitar aglomerações, o que poderia elevar o risco de contaminação pela Covid-19.  

Além da romaria virtual, a 141ª edição da romaria foi marcada por ações como a visita da imagem de Nossa Senhora de Caravaggio a hospitais da Serra, campanhas de coleta de alimentos e bênçãos em formato de drive-thru. E os números com o engajamento do público provam que, mesmo não podendo estar fisicamente no Santuário, os devotos celebraram a fé na Mãe de Caravaggio.  

 

ALCANCE YOUTUBE + FACEBOOK + INSTAGRAM (últimos 30 dias)

3.742.937 acessos

ALCANCE YOUTUBE + FACEBOOK + INSTAGRAM (sábado, domingo e terça-feira)

1.187.986 acessos

MISSA DAS 10H30MIN DESTA TERÇA-FEIRA – SÓ FACEBOOK E LINKS COMPARTILHADOS EM OUTRAS PÁGINAS:

224.381 acessos

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Subsídios Exegéticos Para A Liturgia Dominical – Pentecostes

31 de Maio de 2020

Subsídios Exegéticos Para A Liturgia Dominical

Ano A

Dia: 31 de Maio de 2020

PENTECOSTES

Evangelho: Jo 20,19-23

Primeira Leitura: At 2,1-11

Segunda Leitura: 1Cor 12,3b-7. 12-13

Salmo: 104,1ab+24ac. 29bc-30. 31+34 (R. 30)

 

O Evangelho está dentro do chamado “Livro da Hora” (Jo 13-20). Esta parte apresenta o gênero literário “dos testamentos do judaísmo”. Este tipo de redação apresenta o discurso de despedida que um chefe de grande prestígio pronuncia em seu leito de morte, tendo como exemplos bíblicos (Gn 47,29-49,33 de Jacó; Dt 31-33 de Moisés; Js 23-24, de Josué; 1 Sm 12, de Samuel, e nos textos deuterocanônicos, em Tobias 14). Alguns elementos comuns são listados: “a evocação do próximo fim do herói”, “o futuro dos descendentes” e “providências”.  No caso, o capítulo 20 deste Evangelho, estaria mais relacionado às “providências” a serem tomadas. Inicia com o relato de “quatro episódios passados em Jerusalém no primeiro dia da semana”, sendo eles: a ida de Maria de Magdala ao túmulo (20,1-10), o diálogo com Maria de Magdala (20,11-18), o envio para a Missão no mundo com o dom do Espírito Santo (20,19-23) e a dúvida de Tomé (20,24-29).  O capítulo 20 e o Livro da Hora finalizam com uma conclusão sobre os sinais em 20.30-31.

Missão como ação do Espírito Santo (Jo 20,19-23)

Vejamos como se apresenta o texto:

  1. Ação – Chegada do Ressuscitado no Primeiro Dia da Semana, trancados por “medo dos judeus” e primeiro anúncio da Paz (20,19).
  2. Corporeidade – Mostra as mãos e o lado, provoca alegria (20,20).
  3. Envio, segundo anúncio da Paz (20,21).

B’. Corporeidade – Sopro do Espírito sobre a comunidade apostólica (20,22).

A’. Ação – Saída – Perdoar ou reter os pecados (20,23).

A ação do Ressuscitado envolve, capacita e compromete. A Ressurreição não é um fato abstrato ou uma ideia. Jesus a demonstra em seu corpo! A Paz que vence o medo envolverá a comunidade apostólica que se torna portadora do Espírito que sai do Corpo de Jesus. O Espírito Santo é o Espírito da Palavra/Verbo Encarnado, Crucificado, Ressuscitado (parte A e A’).

No centro está o Projeto Missionário (v. 21). Embora em português as versões usem duas vezes o mesmo verbo: “Assim como o Pai em enviou, eu também lhes envio”; no grego não acontece assim. Para falar do envio do Pai, usa-se o verbo “apostélo” (mandar embora, enviar para um lugar, deixar a pessoa ir, dirigir-se para fora) e para nomear o “envio” de Jesus se usa o verbo “pempo” (entregar algo a ser carregado, ou enviar algo a outra pessoa). Então o sentido deste projeto é: assim como o Pai me deixou vir até aqui, eu lhes dou aquilo que meu Pai me entregou para que o levem a outras pessoas. Sentido que fecha com a teologia joanina de que Jesus é a imagem do Pai, e que a Missão de Jesus é a Missão do Pai (Jo 14,10-11; 17,21).

O Espírito Santo, não é, portanto, um outro “ser”, mas a expressão do ser do Pai no ser do Filho, pois vem de dentro do Filho. Não pode assim haver contradição entre a ação do Espírito e a ação de Jesus Encarnado/Crucificado/Ressuscitado.

O medo é provocado pela religião dominante, que é repressora e legalista (“judeus”, cf. 20,21). Do outro lado, em consequência da ação do Espírito Santo, a comunidade é empoderada! (B e B’). Agora a comunidade pode, ou não, perdoar os pecados. O empoderamento do Espírito de Jesus permite que a comunidade possa discernir, através da ação trinitária do Pai, no Filho através do Espírito, a sua atitude profética perante o “pecado”, perdoando, ou não (20,23).

Relacionando com os outros textos

Em Atos vemos o Espírito Santo que age empoderando a comunidade apostólica que pode se comunicar com pessoas de todas a etnias. A ação do Espírito derruba barreiras, mas não elimina a diversidade, pois cada pessoa ouvia em sua própria língua. Em 1 Coríntios 12 novamente o Espírito age empoderando através de diversidades de dons, mas tornando todas as pessoas um só Corpo (1 Cor 12,6.12). Quer dizer que a ação do Espírito Santo supera a religião do medo, integra a diversidade humana em uma comunhão transformadora, e leva ao mundo a ação amorosa do Pai no Filho através de comunidades apostólicas e missionárias.

 

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Romaria de Caravaggio inicia neste sábado (23) de forma virtual

Organização do evento e prefeituras de Farroupilha e Caxias fazem apelo para que fiéis não façam a peregrinação até o Santuário

Pela primeira vez em 141 edições, a Romaria de Caravaggio não contará com a tradicional peregrinação de fiéis rumo ao Santuário, em Farroupilha. Devido à pandemia do novo coronavírus, a programação que inicia neste sábado (23) e segue até terça-feira, dia 26 de maio, será totalmente virtual. A medida busca evitar aglomerações, bem como a disseminação da doença.

A organização da Romaria, as prefeituras de Farroupilha e Caxias do Sul fazem apelo para que os devotos não façam o trajeto até o templo, pois não haverá nenhuma estrutura montada para atender os peregrinos. As imediações do Santuário também estarão bloqueadas para impedir a aglomeração de fiéis. Ainda haverá barreiras ao longo do caminho implantadas pelas forças de segurança dos dois municípios. 

Para manter viva a fé em Nossa Senhora de Caravaggio, a 141ª Romaria será transmitida em plataformas digitais do Santuário, bem como pela imprensa local. A Tua Rádio São Francisco transmitirá a Missa Campal, às 10h30, no dia 26 de maio (terça-feira).

Todas as medidas de restrição são justamente uma forma de manter a segurança de todos os envolvidos no evento e estão em sintonia com o lema deste ano: “Ó Maria, mãe compassiva, ajudai-nos a cuidar o dom da vida”. Para mais informações acesse caravaggio.org.br.

AS TRANSMISSÕES:

:: SÁBADO, 23 DE MAIO E TERÇA, 26 DE MAIO

Missas às 8h, às 10h30min e 17h. Às 14h, haverá récita do terço e às 15h, Oração Mariana;

:: DOMINGO, 24 DE MAIO

Missas às 8h, às 11h e às 17h. Às 14h, haverá récita do terço e às 15h, Oração Mariana;

COMO ACOMPANHAR:

:: A transmissão deve ocorrer pela Rádio Miriam, Rádio Mãe de Deus, Facebook, YouTube, WebRádio (site) e Instagram do Santuário de Caravaggio;

:: A equipe estimula que devotos compartilhem fotos de edições anteriores – ou que mostrem como a família está acompanhando o Santuário neste momento de pandemia – ao usar a hashtag #caravaggio2020

:: Fiéis que haviam feito promessa em rumar até o Santuário de Caravaggio neste ano são convidados a cumprir a promessa doando alimentos para entidades que destinam doações aos pobres.

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10º Simpósio Nacional das Famílias ocorre neste sábado com o tema

O evento ocorre pelo canal no Youtube da Pastoral Familiar e é gratuito

A Igreja Católica, por meio da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), promove neste sábado (23) o 10º Simpósio Nacional das Famílias. Este ano a programação vai ocorrer de forma virtual, no canal do Youtube da Pastoral. O evento ia ocorrer de forma presencial, em Aparecida (SP), mas foi cancelado por conta da pandemia do novo coronavírus.

Neste ano, o simpósio tem como tema “Família e Educação” e o lema “…Crescia em Sabedoria, estatura e Graça diante de Deus e diante dos homens” (Lc 2, 52). Conforme o Coordenador Diocesano da Pastoral Familiar de Caxias do Sul, Paulo Poletto, o objetivo é refletir sobre o papel da família enquanto lugar de diálogo e transmissão de valores: “Será uma ocasião muito importante para aprofundar a visão da Igreja de que a família é por excelência o lugar da educação”.

O simpósio vai ocorrer das 8h às 12h e das 14h às 18h, no sábado. A programação inicia com uma conferência da qual participarão os bispos membros da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, o assessor e o casal coordenador nacional da Pastoral Familiar. Na sequência, haverá a oração do terço, conduzido pelo Regional Sul 2 e com a participação de agentes da Pastoral Familiar das cinco regiões do Brasil.

O bispo de Rio Grande (RS) e presidente da Comissão para a Vida e a Família, Dom Ricardo Hoepers, partilhará uma palavra introdutória com todos os participantes e conduzirá para o momento de aprofundamentos. A palestra inicial será com o padre Rafael Solano, da arquidiocese de Londrina (PR), pós-doutor em Teologia Moral e Familiar. Ele vai falar sobre o tema central do Simpósio.

Haverá também uma palestra sobre o Pacto Educativo Global proposto pelo Papa Francisco, informes do casal coordenador nacional da Pastoral Familiar, Luiz e Kathia Stolf, testemunhos e momento musical.

A programação terá ainda mesa mediada por Dom Ricardo Hoepers com aprofundamento de temas por especialistas. O coordenador internacional da Pastoral da Criança, Nelson Arns Neumman, falará sobre família e violência. A doutora em Teologia, Maria Inês de Castro Millen, oferecerá uma reflexão sobre os valores morais na família. Já o padre Márcio Tadeu falará sobre família e escola. Outras reflexões na mesa serão afetividade e sexualidade e aspectos lúdicos da educação.

Ao final das atividades, a Comissão Nacional da Pastoral Familiar retorna à programação para interação com os internautas. Logo na sequência, haverá missa ao vivo presidida por Dom Ricardo Hoepers, direto de Rio Grande.

Como destacou Poletto, durante entrevista na Tua Rádio São Francisco, as palestras também buscam levar mais conhecimento às famílias para que possam investir na educação. “São momentos muito importantes para refletirmos, como família, a nossa responsabilidade que temos como educadores. Então se queremos educar a nossa família precisamos conhecer o que está ao nosso redor”.

Para participar basta acessar o canal da Pastoral Familiar no Youtube. O evento é gratuito.

Confira o vídeo de divulgação AQUI.

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Paróquia São Pio X celebra devoção a Santa Rita de Cássia com distribuição de pãezinhos de mel

Missas seguem até o dia 22 em memória da santa

A Paróquia São Pio X celebra a festa em honra a Santa Rita de Cássia, muito venerada pela comunidade, em Caxias do Sul. A programação iniciou na última terça-feira, com o tríduo, o que se repete também nesta quinta-feiras, 21 de maio.

Para a sexta-feira, 22 de maio, quando a Igreja recorda a memória de Santa Rita, está programado um drive-thru, a partir das 16h, com a distribuição dos pãezinhos de mel e medalhinhas abençoadas, na rua Marcos Moreschi, junto à igreja. No mesmo dia, acontece a Missa festiva, também às 18h.

“Com Santa Rita, cuidamos da vida”, é o lema dos festejos de 2020, que acontecem em meio à pandemia do novo coronavírus. Para vivenciar a programação, a Paróquia São Pio X, disponibiliza todas as medidas de higienização e com a participação máxima de 80 pessoas por Missa. É obrigatório o uso de máscara durante a celebração.

O pároco, padre Izidoro Bigolin, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática. Confira na íntegra.
 

A saber: Todas as celebrações serão transmitidas pelo Facebook da Paróquia São Pio X (@IgrejadoPioX).

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Subsídios Exegéticos Para a Liturgia Dominical – Ano A

Subsídios Exegéticos Para a Liturgia Dominical – Ano A

7º Domingo do Tempo Pascal – Ascensão do Senhor

Evangelho: Mt 28,16-20

Primeira Leitura: At 1,1-11

Sl 47,2-3.6-7.8-9 (R.6)

Segunda Leitura: Ef 1,17-23

 

Mt 28, 16-20

Mateus desenvolve o tema da aparição na Galileia em termos teológicos muito pessoais como verdadeiro epílogo não só das aparições pós-pascais, mas de todo o seu evangelho.

O Jesus que aparece sobre a montanha aos seus onze discípulos é antes de tudo o Kýrios. O termo não é explícito, mas resulta da adoração dos discípulos que se prostram diante dele (proskynéo: cf. 14,33). É o “Senhor” da Igreja, aquele que é objeto de adoração e de oração da parte dos seus discípulos. Estes formam um grupo variado (trigo e joio, peixes bons e que não prestam): “alguns, porém, duvidaram” mesmo diante do Ressuscitado. Pouca fé das pessoas de fé (cf. 14,31 onde ocorre o mesmo verbo, distázo).

Em segundo lugar, é Filho do homem investido por Deus com “toda a autoridade no céu e na terra” (cf. Dn 7,14). É o juiz escatológico, “sentado à direita do Todo-poderoso” (26,64). Mateus não cancela do seu horizonte a parusia, o retorno glorioso do Messias no fim dos tempos. Mas desde agora, isto é, da morte e ressurreição, consideradas como evento único e dotado de uma força verdadeiramente última, final, decisiva, Jesus é tal qual aparecerá ao final dos tempos.

Aparece no texto uma tarefa que antecipa o fim dos tempos: é a evangelização de “todas as nações” (28,19 → 24,14). Pánta tà éthne é uma designação standard das nações pagãs, e é claro que, para Mt, o campo missionário dos cristãos é o mundo inteiro (13,38).

Dilatação da parusia e percepção do mandato missionário universal são duas realidades corelatas.

Mas a abertura aos pagãos não ocorre conjuntamente a um fechamento da Igreja em relação ao povo hebreu (25,32).

As modalidades da missão ad gentes, do grande mandato missionário que conclui o Evangelho de Mateus, são duas: o batismo e a didaqué apostólica. Trata-se de “fazer discípulos” (matheteúo) todas as nações, batizando-as e ensinando a elas, todas as coisas ordenadas por Jesus, ou seja, evangelizando-as.

A forma trinitária do batismo é surpreendente, inusual em Mateus. O que se diz literalmente é batizar “para o nome” (eis tò ônoma) do Pai etc. É sabido que a primitiva fórmula batismal era “em nome de Jesus Cristo” (At 2,38). O batismo “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” se encontra também na Didaqué (VII, 1) e indubitavelmente confere à conclusão de Mt um andamento particularmente solene e teologicamente sintético.

Quanto à evangelização, Mt sublinha seu aspecto legal, normativo. Menciona a “observância”, o “mandato”. Não se trata somente do anúncio festivo, mas também de uma exigência pela qual não somente a Torá continua em vigor (5,17), mas o próprio ensinamento rabínico (28,20 → 23,3 onde recorre ao mesmo verbo teréo, observar).

Ao final (v. 20) aparece uma grande promessa, que é verdadeiramente a última palavra de Jesus: “Eu estou convosco”. Não somente: “Venho muito em breve” (AP 22,20). Mas “Eu estou convosco”. Todos esses dias que vivemos na expectativa são já preenchidos por uma presença. A linguagem usada aqui por Mt é aquela da aliança do “Deus conosco” que inaugura o relato desde a anunciação (1,23) e vem retomada numa síntese maior ao final do Evangelho.

Se relacionarmos início e fim do Evangelho de Mateus percebemos que vida inteira de Jesus é uma profecia da nova aliança e da permanente presença de Deus na história humana, que se atualiza com a ressurreição de Jesus e se exprime na promessa do Ressuscitado à sua Igreja, com a qual conclui o Evangelho: “Eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”.

Esta grande inclusão entre o início (1,23: meth’ hemôn, conosco) e o final do Evangelho (28,20: meth’ hymôn, convosco) é eloquente. A ressurreição de Jesus universaliza (todas as nações) e eterniza (por todos os dias) até o fim da história a experiência de comunhão vivida por ele, “Deus conosco”, junto aos seus discípulos.

A experiência do Ressuscitado que Mateus nos transmite não se trata de uma aparição, ou uma ocasional cristofania, nem tampouco se relaciona com a parusia. Trata-se de uma presença discreta e silenciosa que nos acompanha por todos os dias de nossa vida. Jesus ressuscitado e sentado à direita do Pai é presença de Deus na história do mundo.

Subsídio elaborado pelo grupo de biblistas da

Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana:

Dr. Bruno Glaab – Me. Carlos Rodrigo Dutra – Dr. Humberto Maiztegui – Me. Rita de Cácia Ló

Edição: Dr. Vanildo Luiz Zugno

 

ESCOLA SUPERIOR DE TEOLOGIA E ESPIRITUALIDADE FRANCISCANA

Rua Tomas Edson, 212 – Bairro Santo Antônio – Porto Alegre RS

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Imagem de Nossa Senhora de Caravaggio visita hospitais da Serra

A iniciativa ocorreu em virtude da realização da 141ª Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio, que será exclusivamente virtual

Cinco cidades da Serra Gaúcha receberam a visita da imagem centenária de Nossa Senhora de Caravaggio neste domingo (17). A comitiva do Santuário de Farroupilha percorreu hospitais de Farroupilha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa. A iniciativa ocorreu em virtude da realização da 141ª Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio, que será exclusivamente virtual. Em função da pandemia, esta edição será de portas fechadas e sem a presença de fiéis.

A imagem de Nossa Senhora foi transportada a bordo de uma camionete antiga, da década de 1950, e recebeu acenos de devotos, aplausos e orações. Ao entrar em cada cidade, as buzinas dos carros identificavam a cena que ocorria ali:  era hora de prestar uma homenagem à Mãe de Caravaggio, cuja estátua ficou estacionada alguns minutos defronte cada instituição de saúde. Em Caxias do Sul, a comitiva visitou os hospitais Pompéia, Saúde, Geral, Círculo e Unimed. Nas demais cidades, foi visitado o único hospital de cada município. A ação iniciou por volta das 9h e se encerrou perto das 14h.

“Este dia foi tão diferente quanto a romaria deste ano. Mas ele não é nada extraordinário porque Nossa Senhora sempre cuidou e sempre teve atenção aos doentes. Por isso, quando decidimos que não haveria romaria presencial, pensamos também naqueles que clamam e esperam por saúde. A romaria acontece de uma forma diferente, de uma maneira real, uma maneira presente nas comunidades, que foi o que aconteceu nesse domingo”, definiu o padre Gilnei Fronza, reitor do Santuário.

Equipes de profissionais da saúde se reuniram para receber a bênção em diferentes hospitais, além de familiares de pacientes que estavam internados nas instituições. 

Informações:

: A estátua que circulou pela Serra neste domingo foi fabricada em 1885 e chegou ao Santuário carregada a pé por devotos de Caxias do Sul. Antes da pandemia, era tocada diariamente por centenas de fiéis, sendo um símbolo importante da devoção por Nossa Senhora de Caravaggio;

: O Santuário está fechado para visitação desde a metade de março, e a Romaria ocorrerá exclusivamente no formato virtual. Confira a programação religiosa que ocorrerá nos dias 23, 24 e 26 de maio: às 8h, 10h30min e 17h haverá celebração de missas. Às 14h, haverá récita do terço e às 15h, Oração Mariana;

: A transmissão deve ocorrer pela Rádio Miriam, Rádio Mãe de Deus, Facebook, YouTube, WebRádio (site) e Instagram do Santuário de Caravaggio;

: A equipe estimula que devotos compartilhem fotos de edições anteriores – ou que mostrem como a família está acompanhando o Santuário neste momento de pandemia – ao usar a hashtag #caravaggio2020; 

: Fiéis que haviam feito promessa em rumar até o Santuário de Caravaggio neste ano são convidados a cumprir a promessa doando alimentos para entidades que destinam doações aos pobres.

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Imagem de Nossa Senhora de Caravaggio vai passar por cidades da Serra, nesta domingo (17)

Uma comitiva vai estacionar em frente aos hospitais para dar a benção da saúde para os doentes e profissionais

A imagem centenária de Nossa Senhora de Caravaggio, que é um dos principais símbolos de religiosidade da região, principalmente no mês de maio, vai fazer uma visita a algumas cidades da Serra neste domingo (17). O gesto é uma das ações que integra a programação da 141ª Romaria de Caravaggio, mas que neste ano será de forma virtual.

Como os fiéis não podem se deslocar até o Santuário, em Farroupilha, por conta da pandemia do coronavírus, a imagem circulará pelos municípios a bordo de uma camionete. O itinerário passará pelas cidades de Farroupilha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa.

A comitiva vai estacionar em frente aos hospitais de cada município para abençoar e pedir pela saúde dos doentes, além de prestar uma singela homenagem aos incansáveis profissionais da saúde, que dedicam suas vidas para cuidar de toda a sociedade. Conforme padre auxiliar do Santuário de Caravaggio, padre Jocimar Romio, o objetivo é levar um certo conforto por meio da imagem da Nossa Senhora. “Já que o povo não pode vir até o Santuário, é simbólico ir com a imagem até os hospitais para pedir a benção da saúde, e deixar uma mensagem de esperança”, salientou.

A equipe sairá às 9h do Santuário e deverá percorrer estas cidades ao longo da manhã e início da tarde. Ainda não há definição de todos os hospitais que serão visitados em Caxias do Sul, mas há confirmação de ida ao Hospital Pompéia. O ato será breve em cada visita: a comitiva irá estacionar na frente das instituições de saúde, onde serão feitas prece e bênção, além de um momento de reflexão.

É importante destacar que a equipe reforça que a população não faça aglomerações com a passagem da imagem da Santa. O objetivo é levar a benção aos municípios por intercessão de Nossa Senhora de Caravaggio, mas de uma forma segura para todos.

SAIBA MAIS

:: A estátua que fará parte da ação foi fabricada em 1885 e chegou ao Santuário carregada a pé por devotos de Caxias do Sul. Antes da pandemia, era tocada diariamente por centenas de fiéis, sendo um símbolo importante da devoção por Nossa Senhora de Caravaggio.

:: Serão visitadas as cidades de Farroupilha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa, nesta ordem. A saída é 9h do Santuário e a comitiva permanecerá por alguns minutos de fronte aos hospitais dos municípios.

:: O Santuário está fechado para visitação desde a metade de março, e a Romaria ocorrerá exclusivamente no formato virtual. Confira a programação religiosa que ocorrerá no dia 26 de maio: às 8h, 10h30min e 17h haverá celebração de missas. Às 14h, haverá récita do terço e às 15h, Oração Mariana;

:: A transmissão deve ocorrer pela Rádio Miriam, Rádio Mãe de Deus, Facebook, YouTube, WebRádio (site) e Instagram do Santuário de Caravaggio;

:: A equipe estimula que devotos compartilhem fotos de edições anteriores – ou que mostrem como a família está acompanhando o Santuário neste momento de pandemia – ao usar a hashtag #caravaggio2020;

:: Fiéis que haviam feito promessa em rumar até o Santuário de Caravaggio neste ano são convidados a cumprir a promessa doando alimentos para entidades que destinam doações aos pobres.

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Imagem de Nossa Senhora de Caravaggio vai passar por cidades da Serra, neste domingo (17)

Uma comitiva vai estacionar em frente aos hospitais para dar a benção da saúde para os doentes e profissionais

A imagem centenária de Nossa Senhora de Caravaggio, que é um dos principais símbolos de religiosidade da região, principalmente no mês de maio, vai fazer uma visita a algumas cidades da Serra neste domingo (17). O gesto é uma das ações que integra a programação da 141ª Romaria de Caravaggio, mas que neste ano será de forma virtual.

Como os fiéis não podem se deslocar até o Santuário, em Farroupilha, por conta da pandemia do coronavírus, a imagem circulará pelos municípios a bordo de uma camionete. O itinerário passará pelas cidades de Farroupilha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa.

A comitiva vai estacionar em frente aos hospitais de cada município para abençoar e pedir pela saúde dos doentes, além de prestar uma singela homenagem aos incansáveis profissionais da saúde, que dedicam suas vidas para cuidar de toda a sociedade. Conforme padre auxiliar do Santuário de Caravaggio, padre Jocimar Romio, o objetivo é levar um certo conforto por meio da imagem da Nossa Senhora. “Já que o povo não pode vir até o Santuário, é simbólico ir com a imagem até os hospitais para pedir a benção da saúde, e deixar uma mensagem de esperança”, salientou.

A equipe sairá às 9h do Santuário e deverá percorrer estas cidades ao longo da manhã e início da tarde. Ainda não há definição de todos os hospitais que serão visitados em Caxias do Sul, mas há confirmação de ida ao Hospital Pompéia. O ato será breve em cada visita: a comitiva irá estacionar na frente das instituições de saúde, onde serão feitas prece e bênção, além de um momento de reflexão.

É importante destacar que a equipe reforça que a população não faça aglomerações com a passagem da imagem da Santa. O objetivo é levar a benção aos municípios por intercessão de Nossa Senhora de Caravaggio, mas de uma forma segura para todos.

SAIBA MAIS

:: A estátua que fará parte da ação foi fabricada em 1885 e chegou ao Santuário carregada a pé por devotos de Caxias do Sul. Antes da pandemia, era tocada diariamente por centenas de fiéis, sendo um símbolo importante da devoção por Nossa Senhora de Caravaggio.

:: Serão visitadas as cidades de Farroupilha, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa, nesta ordem. A saída é 9h do Santuário e a comitiva permanecerá por alguns minutos de fronte aos hospitais dos municípios.

:: O Santuário está fechado para visitação desde a metade de março, e a Romaria ocorrerá exclusivamente no formato virtual. Confira a programação religiosa que ocorrerá no dia 26 de maio: às 8h, 10h30min e 17h haverá celebração de missas. Às 14h, haverá récita do terço e às 15h, Oração Mariana;

:: A transmissão deve ocorrer pela Rádio Miriam, Rádio Mãe de Deus, Facebook, YouTube, WebRádio (site) e Instagram do Santuário de Caravaggio;

:: A equipe estimula que devotos compartilhem fotos de edições anteriores – ou que mostrem como a família está acompanhando o Santuário neste momento de pandemia – ao usar a hashtag #caravaggio2020;

:: Fiéis que haviam feito promessa em rumar até o Santuário de Caravaggio neste ano são convidados a cumprir a promessa doando alimentos para entidades que destinam doações aos pobres.

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Diocese anuncia alterações nas celebrações de Corpus Christi

As missas acontecem com número reduzido de pessoas e no lugar da procissão haverá carreata

O assessor de comunicação da Diocese de Caxias do Sul, padre Elton Aristides, falou sobre as modificações previstas para as manifestações de fé na data religiosa no dia 11 de junho. Segundo ele, cada paróquia será autônoma para adotar ações específicas, mas no geral, as missas serão mantidas com capacidade reduzida e as famílias são convidadas a colocar símbolos em casa – bem como a acompanhar a carreata de janelas e sacadas de suas moradias.

Confira a entrevista na íntegra.

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Programação virtual da 141ª Romaria de Caravaggio ganha mais três dias

As missas especiais serão realizadas também no dia 23 e 24 de maio. A medida viabiliza o início do Tríduo, que acaba no dia 25

A programação virtual da 141ª Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha, foi ampliada para mais três dias. A celebração estava marcada para o dia 26 de maio, em uma terça-feira. Com a novidade, as missas especiais ocorrerão em datas anteriores, no sábado, dia 23 de maio, e domingo, 24 de maio.

A nova medida viabiliza o início do Tríduo no sábado, com programação virtual também para o domingo e segunda-feira. Os três dias de orações e celebrações serão transmitidos pela TV Canção Nova para todo o Rio Grande do Sul. No dia 26, a emissora transmitirá para todo o país e para Portugal.

A 141ª Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio será exibida pela Rádio Miriam, Rádio Mãe de Deus, Facebook, YouTube, WebRádio (site) e Instagram do Santuário de Caravaggio. Neste ano, o festejo será feito apenas virtualmente, devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Veja a programação completa:

Sábado (23/05) e terça-feira (26/05)

Missa: 8h, às 10h30min e 17h

Récita do terço: 14h

Oração Mariana: 15h

Domingo (24/05)

Missa: 11

Récita do terço: 14h

Oração Mariana: 15h

Tríduo

Fará parte do Tríduo preparatório à festa: no sábado, às 17h, no domingo, às 11h e na segunda-feira, às 17h.

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Subsídios Exegéticos para Liturgia Dominical – Ano A – 17/05/2020

6º Domingo do Tempo da Páscoa

Subsídios Exegéticos para Liturgia Dominical – Ano A –

 17/05/2020

6º Domingo do Tempo da Páscoa

Evangelho: Jo 14,15-21

Primeira Leitura: At 8,5-8.14-17

Segunda Leitura: 1Pd 3,15-18

Salmo: 66,1-7.16.20

 

Evangelho: Jo 14,15-17

1 – Situando o texto

A perícope tem duas partes: a) vv. 15-17; b) vv.18-21.

a) vv.17-17: É clima de despedida física de Jesus. A obra iniciada por ele continua nos discípulos que amam. Eles receberão do Pai, o “outro Paráclito” que pode ser traduzido por ajudante, assistente, sustentador, protetor, advogado, procurador, animador, iluminador. Este Espírito da verdade torna a comunidade viva e a torna atual na história. Desta forma, os que guardam os mandamentos de Jesus, pelo Espírito permanecem nele que permanece no Pai. Em outras palavras, naqueles que guardam os mandamentos, a obra de Jesus estará presente de forma renovada, através do Paráclito. Não é menos real estar na comunidade de fé pós-pascal, do que estar fisicamente com Jesus, como estiveram seus discípulos.

Amar a Jesus e guardar seus mandamentos é a nova versão do que se lê em Ex 20,6; Dt 5,10 e principalmente em Dt 6,4ss. e Dt 7,9, onde sempre se une o amor a Deus com a observância dos seus mandamentos.

Quando Jesus diz: “um outro Paráclito” entende que o primeiro Paráclito é o próprio Jesus (cf. 1Jo 2,1). Quando este se retirar de forma física, o outro o trará de volta junto com o Pai para fazer morada nos que observam seus mandamentos, o que lembra Ez 36,26s. Ele vem em lugar de Jesus, mandado pelo Pai, para auxiliar a comunidade de fé.

b) vv18,21: A nova vinda de Jesus (v.18) não se reporta a vinda escatológica, no fim dos tempos como em Mc13,26, mas já na história. Ou seja, a Igreja animada pelo Espírito terá sempre a presença de Cristo, mas não de forma física. Assim como o ressuscitado se manifestou à comunidade reunida (Jo 20,19.26), ele estará sempre com os seus, como também atesta Mt 28,20: “eu estou convosco todos os dias até o fim dos tempos”. Nesta vinda, no período pós-pascal, o mundo não o verá, pois sem o amor e a observância, a ausência física significa o fim. O amor e a observância dos mandamentos pelos discípulos, no entanto, tornam Jesus novamente presente. Assim, pela fé, depois da páscoa, os discípulos participarão da vida de Jesus e nele viverão. O mundo não o verá, pois só pelo amor e pela observância isto será real. Naquele dia (v.20), depois da páscoa, reconhecerão que Jesus está no Pai, nos discípulos e estes em Jesus. Como consequência do amor a Jesus, o discípulo será amado pelo Filho e pelo Pai e receberá a manifestação dele.

Resumindo: Jesus legou à sua comunidade o mandamento do amor. Para permanecer fiéis neste mandamento, ele foi o apoio da comunidade em sua vida terrena. Agora, porém, na sua ausência física, um outro Paráclito ajudará a comunidade a vivenciar estes ensinos de Jesus. O Pai, atendendo ao pedido do Filho, enviará este Espírito da verdade para continuar o que ele iniciou. Este Espírito não é conhecido pelo mundo, apenas pelos discípulos, pois permanecem em Jesus.

A comunidade não ficará órfã, pois o ressuscitado virá de uma nova maneira de estar com os seus que só se pode conhecer pela fé. Pela fé se participa desta vida nova, já aqui e agora. Assim, no ressuscitado a escatologia já se realiza na história, uma vez que os discípulos saberão que Jesus está no Pai, os fiéis estarão em Jesus e Jesus neles. A verdadeira experiência da ressurreição antecipa a experiência da Trindade na história e é uma antessala da escatologia. Quem pratica os mandamentos de Jesus e o ama, se reencontra com Cristo vivo no tempo pós-pascal, mesmo antes do fim dos tempos.

2 – Relação At 8,5-8.14-17

A comunidade cristã original era formada somente por judeus. Aos poucos a Igreja se expande e ultrapassa as fronteiras, chegando à Samaria e outras nações (cf. At 1,6-8). Isto é obra do Espírito Santo, como visto no evangelho. Também na Samaria e nas demais nações, o Ressuscitado se torna presente pelo testemunho dos discípulos e do Espírito Santo, ou seja, a Igreja se torna real onde for levado o anúncio, onde as pessoas se convertem ao amor, aos mandamentos pela ação do Espírito.

 

Subsídio elaborado pelo grupo de biblistas da ESTEF

Dr. Bruno Glaab – Me. Carlos Rodrigo Dutra – Dr. Humberto Maiztegui – Me. Rita de Cácia Ló

Edição: Prof. Dr. Vanildo Luiz Zugno

 

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Diocese de Caxias do Sul determina procissões motorizadas no Corpus Christi

Celebrações podem ser realizadas respeitando medidas para evitar propagação do coronavírus.

Na manhã deste sábado (9), a Diocese de Caxias do Sul emitiu comunicado tratando do Corpus Christi, celebrado no dia 11 de junho. As Procissões Eucarísticas, tradicionalmente realizadas a pé, precisarão ser feitas em veículos.

A recomendação do documento, é que as pessoas acompanhem a passagem do Santíssimo Sacramento da Eucarístia das janelas, sacadas e varandas. Para aqueles que quiserem, coloquem algum sinal ou símbolo externo como expressão da fé.

Para as celebrações, elas poderão ser realizadas. Entretanto, respeitando as realidades de cada local. Evitando aglomerações e de acordo com decreto anterior, que permite capacidade máxima de 30 pessoas dentro da igreja, entre outras obrigações.

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Programação virtual da 141ª Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio é divulgada

Missas e outros momentos de oração serão transmitidos pelos canais de comunicação do Santuário. A Tua Rádio São Francisco transmitirá a missa das 10h30 no dia 26. de maio

O Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha, já iniciou os preparativos para 141ª Romaria da Santa, que neste ano será inteiramente virtual devido á pandemia do novo coronavírus. O anúncio do cancelamento da romaria presencial foi feito ainda durante o mês de abril. Conforme o padre auxiliar do Santuário de Caravaggio, Jocimar Romio, neste momento é preciso cuidar das vidas: “Esse é o lema da nossa Romaria de Caravaggio. ‘Ó Maria, mãe compassiva, ajudai-nos a cuidar o dom da vida’. Esse cuidado para com a vida. A gente se assusta com o grande número de pessoas que já morreram por causa da Covid-19, então, é mais urgente ainda esse cuidado”. Ouça a entrevista completa AQUI.

A programação que estava prevista para os dias 23, 24 e 26 de maio ainda está mantida. Porém os fiéis poderão acompanhar as celebrações somente pelo aplicativo, InstagramFacebookYouTubeWebRádio ou  pela WebTV do Santuário. Veículos de comunicação da região como a Rádio Miriam e Rádio Mãe de Deus também farão a transmissão das celebrações.

A Tua Rádio São Francisco irá transmitir a missa no dia 26 de maio, dia de Nossa Senhora de Caravaggio, às 10h30, pelos 560AM, no site tuaradio.com.br, no aplicativo para smartphones, no canal 300 da NetDigital e ainda pela página no Facebook (facebook/redetuaradio).

As pré-romarias, que iniciavam em meados do mês de abril e se estendiam ao longo do mês de maio até o dia da Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio, foram canceladas. Conforme padre Jocimar, quando passar a pandemia os fiéis poderão fazer a sua peregrinação até o Santuário, mesmo que em outras épocas do ano. “Quando passar a pandemia, com calma, durante o ano todo, as pessoas poderão vir. [A romaria] não é algo que se possa fazer somente no dia 26 de maio, é algo que se pode fazer o ano todo. Estamos com saudades de todos, então, quando passar a pandemia, as pessoas poderão vir e fazer o seu trajeto a pé, de bicicleta, de moto para fazer a sua prece”.

 

Confira a programação da 141ª Romaria de Nossa Senhora de Caravaggio:

Dias 23, 24 e 26 de maio (sábado, domingo e terça-feira)

8h – Missa

10h30 – missa

14h – Terço com Adoração ao Santíssimo

15h – Momento Mariano

17h – Missa especial em recordação à aparição de Nossa Senhora de Caravaggio, em 1432.

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Subsídios exegéticos para a liturgia dominical – ano A – 05/05/2020

5º Domingo da Páscoa

Subsídios Exegéticos para  a Liturgia Dominical Ano A

Dia:10/05/2020

5º Domingo da Páscoa

Evangelho: Jo 14,1-12

Primeira Leitura: At 6,1-7

Segunda Leitura: 1Pd 2,4-9

Salmo: Sl 32,1-2. 4-5. 18-19 (R.22)

 

Evangelho

O evangelho deste domingo é uma mensagem de encorajamento: Jesus convida seus discípulos a permanecer fiéis e não temer. É um diálogo que deve ser lido frase a frase.

A afirmação inicial de Jesus é enigmática: “Credes em Deus. Crede também em mim!” (Jo 14,1). O texto grego usa o verbo pisteuete, que pode ser tanto o indicativo presente como o imperativo. Jesus pode estar dizendo: “Acreditem em Deus, acreditem em mim também”, ou “Vocês acreditam em Deus e acreditam em mim também”, ou “Vocês acreditam em Deus e, por isso, acreditem em mim também”. Normalmente, as nossas Bíblias seguem esta última interpretação: a fé em Jesus é consequência natural da fé em Deus Pai e, portanto, a comunidade é convidada a não esmorecer.

Na casa de meu Pai há muitas moradas” (v. 2): A expressão “cada do pai” designa não só a construção, mas também a família que mora nela: o pai, a mãe, os filhos homens casados com suas esposas, as moças solteiras, os adolescentes e as crianças. A moça, quando se casava, ia morar na casa do pai do esposo. Por isso, a construção precisava ser grande suficiente para todos caberem lá dentro. E, obviamente, cada pequeno subnúcleo familiar, com suas próprias dependências, suas “moradas”.

Sobre este pano de fundo, podemos compreender a promessa que Jesus faz nos vv. 2-3: como um filho que tem autoridade na casa do Pai, Jesus vai preparar as moradas de seus discípulos, de modo que todos tenham vida e dignidade garantidas.

Jesus continua e afirma: “E para onde eu me dirijo, vós conheceis o caminho” (v. 4), mas Tomé nega ter tal conhecimento: “Não sabemos para onde te diriges. Como podemos saber o caminho?” (v. 5). Por essa pergunta e pelo episódio da aparição do ressuscitado (Jo 20,19-29), Tomé ficou com a fama de ser teimoso. Mas será mesmo? Ou Tomé é apenas o personagem que faz as mesmas perguntas que nós faríamos se estivéssemos no lugar dele?

A pergunta de Tomé é clara e natural: se você não sabe para onde alguém vai, como você pode saber também o caminho? Jesus responde a Tomé, dizendo que vai para o Pai. Não mais o espaço físico, e sim a pessoa: o Pai é o “lugar” em que Jesus está (vv. 3 e 10-11).

Se o Pai é o destino, só Jesus é o “caminho” para chegar lá: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (v. 6). A verdade designa a realidade divina enquanto se manifesta e pode ser conhecida pelas pessoas. O que percebemos desta verdade divina é o amor sem limite. Portanto este amor é a verdade de Deus. O caminho é o meio para se chegar ao objetivo: a vida. Jesus é o único caminho porque com sua vida e morte mostra a todos que ele é quem pode comunicar a vida plena. Esta afirmação de Jesus corresponde ao pedido do Sl 43,3: Envia tua luz e verdade: elas me guiarão… até as tuas moradas”. Jesus é a luz e verdade que nos conduz (caminho) até casa do Pai, onde está preparado o nosso lugar na qualidade de filhos e filhas.

Tomé não é o único a ter dúvidas. Também Felipe, que diz: “Mostra‑nos o Pai e para nós é suficiente” (v. 8).  Felipe parece estar pedindo uma teofania exclusiva ao seu grupo. Este tipo de desejo também é comum nos dias de hoje: muitas pessoas querem, de modo privilegiado, ver o poder de Deus.

Jesus responde questionando a lerdeza de Filipe: “Há tanto tempo estou convosco e não me conheces? “(v. 9). Conhecer e reconhecer Jesus não é ação do intelecto, mas a experiência pessoal e comunitária do Cristo ressuscitado. Por isso, Jesus continua: “Quem me vê, vê o Pai.”

O último versículo que lemos nesta liturgia é uma promessa: “Em verdade, em verdade eu vos digo: quem crê em mim fará também ele as obras que eu faço e fará maiores do que essas, porque vou para junto do Pai” (v. 12). Isso significa que as ações de Jesus foram só o começo: as comunidades cristãs dão continuam, prolongam e alargam a prática de Jesus quando dão testemunho fraterno e anunciam o Reino de Deus.

A resposta de Jesus a Felipe e a promessa subsequente deveriam nos questionar: nossa prática ajuda ou atrapalha as pessoas a verem Deus? As pessoas com quem convivemos “veem Deus” nas nossas ações e em nossas atitudes? Nossas comunidades dão verdadeiro testemunho de que encontraram o caminho para a verdadeira vida?

 

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Celebrações de Corpus Christi e Romaria ao Frei Salvador Pinzetta são canceladas, em Flores da Cunha

Pároco da Igreja Matriz do município, frei Edson Cecchin, afirma que estão sendo planejadas outras atividades como missas online, campanha de arrecadação de alimentos e bênção em formato de drive-thru para celebrar a data

As celebrações de Corpus Christi em Flores da Cunha, que estavam previstas para ocorrer entre 11 e 14 de junho de 2020, foram canceladas. Com isso, também não vai ocorrer a confecção dos tapetes de serragem colorida, tradição que completou 55 anos em 2019. A decisão foi tomada de forma conjunta pela Paróquia Nossa Senhora de Lourdes e Prefeitura de Flores da Cunha, na última semana. O principal motivo é evitar aglomeração de pessoas em meio à pandemia do novo coronavírus, já que durante o evento a cidade recebe mais de 30 mil pessoas, entre fiéis e turistas.

Porém a data religiosa não passará em branco. Conforme o pároco da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, frei Edson Cecchin, as celebrações serão realizadas de forma não presencial. No dia de Corpus Christi, 11 de junho, a missa será transmitida na página da paróquia, no Facebook. Os próprios freis também vão confeccionar um tapete de serragem, na Igreja Matriz para cultivar a tradição. Ainda durante o período, de quinta a domingo, vai ocorrer uma campanha de arrecadação de alimentos que serão doados para as famílias em situação de vulnerabilidade.

Durante entrevista na Tua Rádio São Francisco, frei Edson também salientou que na semana de Corpus Christi será celebrada uma novena e os freis irão passar em todas as 34 comunidades de Flores da Cunha com o Santíssimo, dando a bênção à população. Ouça a entrevista completa AQUI.

Romaria ao Frei Salvador Pinzetta

Juntamente com as celebrações de Corpus Christi, ocorre anualmente em Flores da Cunha a Romaria Vocacional ao Frei Salvador Pinzetta. Com o cancelamento da atividade, no domingo, 14 de junho, será realizada uma celebração no Eremitério do religioso. Outra ação prevista é a benção com intercessão do frei Salvador, mas em formato de drive-thru, ou seja, os fiéis permanecem nos carros para receber a benção.  

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