Biólogo explica como usar a estratégia da boa alimentação para fortalecer o sistema imunológico

Apostar em alimentos orgânicos, água de qualidade e manter o corpo ativo são fundamentais para enfrentar doenças

Francisco Milanez é biólogo, terapeuta, mestre e doutorando em Educação em Ciências da Saúde.  Milanez também é presidente da Agapan (Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural). Ele falou do papel da alimentação no processo de preservação da saúde em tempos de pandemia.

Confira a entrevista veiculada ao programa Temática na manhã desta quinta-feira.

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Bióloga fala sobre o comportamento de microorganismos como bactérias e vírus

Eles são invisíveis aos olhos, mas fazem parte do ecossistema

Os microrganismos ou micróbios são organismos que só podem ser vistos ao microscópio. Incluem os vírus, as bactérias, os protozoários, as algas unicelulares, fungos (as leveduras unicelulares assim como os demais fungos pluricelulares) e os ácaros.

Muitos microrganismos são agentes patogênicos, mas muitos trazem benefícos. Eles vivem em todos os habitats, tolerando os ambientes mais extremos, desde o fundo do mar, passando pelo solo terrestre, e até na atmosfera.

Em tempos de pandemia provocad pela COVID-19, entender os mecanismos de funcionamento deles, se torna fundamental.

A professora da UCS na graduação e nos Programas de Mestrado e Doutorado em Biotecnologia e Ciências Ambientais Suelen Paesi, bióloga, doutora em Ciências Biológicas, que atua no âmbito de microbiologia e vírus – falou sobre o assunto em entrevista especial ao programa Temática. Confira na íntegra.

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Pandemia provoca mudanças no uso dos meios de transporte

Nesse cenário, a bicicleta ganhou maior espaço no meio urbano

A COVID-19 está mudando o mundo todo. Entre as mudanças estão as possibilidades de trabalho em home office, expectativa do surgimento de novos modelos de economia, definição de novas prioridades humanas e até a mobilidade foi impactada. Durante o isolamento social, a frota do transporte coletivo foi reduzida em todos os lugares. Com isso, a bicicleta, o patinete e até o skate estão ganhando as ruas das cidades como alternativa de quem precisa continuar trabalhando ou mesmo para aquela ida ao mercado ou farmácia.

O arquiteto urbanista, líder da Unicca (União de Ciclistas Caxienses), Rodrigo Guidini, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática. Confira na íntegra.

 

A saber: Guidini també escreveu um artigo com esse enfoque. O texto está disponível na internet nesse endereço: https://medium.com/@rodrigoguidini/mobilidade-urbana-e-as-cidades-na-pós-pandemia-8be23ce426ab

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Saiba como a pandemia está impactando positivamente a ecologia mundial

Teólogo analisa o efeito da quarentena ao meio ambiente e destaca o aprendizado diante do vírus

Pela primeira vez em anos o mundo foi supreendido com águas claras nos canais de Veneza. Notícias de que a poluição na Itália e China também reverberam no planeta. Se por um lado a pandemia desencadeou uma onda de incertezas e inseguranças, de outro, o meio ambiente demonstrou rapidamente o efeito positivo de menos circulação de pessoas e veículos. Diante desse cenário de superlativos, ações de pessoas, empresas e governos denotam colaboração, mas também atitudes egoístas. Essa dualidade vista durante a pandemia exige reflexão. Para ajudar a entender o momento, o programa Temática ouviu na manhã desta quarta-feira o teólogo Frei Luiz Carlos Susin. Confira na íntegra.

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Conheça o conceito de bairros sustentáveis

Ações pontuais como reaproveitamento de água em edificações e destinação ecológica de resíduos combinam o crescimento urbano com o uso adequado de recursos naturais

Os projetos-pilotos de bairros sustentáveis surgiram na década de 1990, na Europa, na busca de ampliar os princípios de sustentabilidade discutidos na RIO 92, a conferência mundial do meio ambiente realizada à época no Rio de Janeiro. A proposta é centrada no consumo equilibrado, produção de energia limpa, reaproveitamento de água e reciclagem, bem como redução de emissões poluentes. 

Em Caxias do Sul, a UCS criou a pós-graduação em Edificações Sustentáveis que terá a primeira turma formada em meados de 2020. A coodenadora da pós, Greice Salvati, falou sobre o conceito de bairros sustentáveis em entrevista ao programa Temática na manhã da útlima terça-feira. Confira na íntegra.

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Confira as dicas para aproveitar o carnaval de forma mais sustentável

Menor produção de lixo, reciclagem de fantasias e maquiagem sem plástico são algumas alternativas

O mestre em Administração com foco em sustentabilidade empresarial, professor e autor do livro “101 dias com ações mais sustentáveis para mudar o mundo”, Marcus Nakagawa, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na última sexta-feira. Confira na íntegra.

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Startup de Bento Gonçalves leva solução no fornecimento de água a Minas Gerais

Dispositivo Icehot disponibiliza água potável de forma gratuita em pontos de circulação comunitária

Uma solução assinada pela startup gaúcha Icehot acaba de vencer os limites do território do Rio Grande do Sul e ganha sua primeira aplicação interestadual: a cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, receberá ainda neste mês a instalação de um exemplar do equipamento que fornece água potável de forma gratuita àqueles que circulam pelo hospital da Unimed na cidade, parceiro na instalação.

O sucesso do negócio está alicerçado no ineditismo do equipamento e no importante papel social que ele exerce: democratizar o acesso ao bem fundamental para a vida humana, a água. A solução foi idealizada como uma espécie de bebedouro, provendo água potável gelada, a 7ºC, ou quente, a 80ºC, de forma gratuita para a população – além de contar com um dispositivo exclusivo para a hidratação dos pets. Todo revestido em aço inox, é higiênico, prático e durável. Seu funcionamento exige apenas o fornecimento de água e energia elétrica.

A startup Icehot existe desde abril de 2018. Desde então, já alocou seus equipamentos em 16 cidades gaúchas, com cerca de 30 unidades – inclusive com a versão do totem que oferece, além da água gelada, a água quente, muito popular na região para abastecer o tradicional chimarrão dos gaúchos. Atualmente, os equipamentos estão localizados em Arroio do Meio, Bento Gonçalves, Estrela, Nova Prata, Portão, Rio Grande, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Encantado, Farroupilha, Flores da Cunha, Guaporé, Nova Hartz, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires e Veranópolis – revertendo mais de 1,2 milhão de litros de água potável à população. Em breve outros pontos, como a Praia do Cassino, em Rio Grande, e campus sede da Universidade de Caxias do Sul, também deverão receber a instalação dos equipamentos.

Alex Oliveira, um dos idealizadores da proposta, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na última quinta-feira (20). Acompanhe na íntegra.

 

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Aterro sanitário Rincão das Flores tem capacidade para comportar resíduos apenas até maio

Situação é considerada crítica. Informação foi divulgada nesta terça-feira (04/02), em uma coletiva de imprensa

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) realizou, nesta terça-feira (04/02), uma coletiva de imprensa a fim de apresentar as condições deixadas pela gestão do prefeito cassado Daniel Guerra (Republicanos) para a pasta em 2020. O encontro ocorreu no Salão Nobre da Prefeitura de Caxias do Sul e teve a presença do titular da secretaria, Nério Susin, que apresentou dados para mostrar a situação atual do Município.

Um dos problemas destacados foi o caso do Aterro Sanitário Rincão das Flores, inaugurado em 2009. A avaliação feita foi que o local possui capacidade de receber resíduos somente até o mês de maio deste ano. Segundo o Executivo municipal, o espaço tem disponível apenas 45 mil metros cúbicos, porém precisaria de uma extensão de mais de 163 mil metros cúbicos.

Para isso, a pasta trabalha com duas opções. A primeira é solicitar á Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) o aumento da área do aterro a fim de dispor de mais 120 mil metros cúbicos para operacionalizar até o final do ano. A outra está na construção de um projeto para ampliar a vida útil do Rincão das Flores para mais 11 anos. A secretaria necessita de R$ 35 milhões para que a ideia seja concedida, o que seria obtido por meio de um financiamento junto a Caixa Econômica Federal.

Em entrevista à Tua Rádio São Francisco, o titular da pasta explica como estão essas duas frentes. “Com a Fepam estamos trabalhando diretamente com o corpo técnico e a presidência para que a gente possa adequar as informações técnicas necessárias a fim de obter esse licenciamento. Esse é uma ação que vamos desenvolver com a própria equipe da  secretaria, sem necessidade de envolver grupos externos. Temos um quadro funcional bastante qualificado e experiente para realizar esse serviço. Uma outra via seria a questão da busca do financiamento para essa obra. Não temos esse recursos no caixa da Prefeitura, então vamos obter o financiamento.”.

Susin ainda conta o que será feito caso não consiga efetuar os trabalhos a tempo. “Não conto com essa hipótese, vamos conseguir fazer isso. Mas na improvável situação de não efetuarmos todo o trabalho, teremos que recorrer a aterros de terceiros, o que praticamente vai inviabilizar o orçamento da secretaria e vai onerar muito o que temos a disposição. O único aterro que tem disponibilidade para receber nosso volume seria o de Minas do Leão, na depressão central do estado.”.

Outra preocupação mostrada pelo secretário foi o orçamento da pasta para este ano. Conforme dados do Município, o montante está na casa dos R$ 73,4 milhões, mas as despesas são maiores. Os indicadores apontam que a Prefeitura possui um passivo de R$ 87,3 milhões para 2020, ocasionando em um débito de R$ 13,8 milhões. A dívida impediria diversos investimentos na secretaria.

Susin alega que não sabe o que fará para diminuir o débito, porém vai procurar uma alternativa para sair da situação. Ele ainda afirma que foi dito que o Município terminou com superávit o ano de 2019, mas o cenário encontrado não foi otimista. “Então como vamos resolver? Não sei ainda. O prefeito Cassina lidera a equipe e encontraremos uma saída. Portanto, quando se afirma que foi entregue a prefeitura com um superávit de R$ 56 milhões, a coisa não é bem assim. Só na Secretaria do Meio Ambiente o déficit é de 13 milhões, o que vai aumentar.”

Na coletiva, foi destacado o trabalho para aumentar o número de gavetas dos cemitérios públicos, que, atualmente, contam com 44 divisões. A ideia é ampliar para 842 compartimentos. Ainda chamou a atenção à verba de R$ 10 milhões para a construção do Centro de Saúde e Bem Estar Animal e os 634 processos que aguardam vistoria da pasta municipal.

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Codeca realiza o programa Troca Solidária em mais de 10 bairros de Caxias do Sul nesta quinta (29)

Serão oferecidos cinco tipos de hortifrutis

A Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) realiza, nesta quinta-feira (30/01), mais uma edição do projeto Troca Solidária, em diversas localidades do município. Os bairros e loteamentos contemplados serão o Beltrão de Queiroz, Canyon, Fátima Baixo, Mariani, Monte Carmelo, Paraíso Cristal, Rota Nova, São Caetano, São Gabriel, Serrano, Vale da Esperança/Reolon e Vila Lobos.

Nesta edição, as famílias poderão trocar seus resíduos por banana caturra, pepino salada, batata inglesa, tomate longa vida e abobrinha. A pessoa que fornecer quatro quilos de detritos recebe um quilo de hortifrutis. Em entrevista, o diretor administrativo e financeiro da companhia, Luis Felipe Burtet, afirma que o Troca Solidária ajuda cerca de 500 famílias em cada edição. Segundo ele, o programa possui a função de auxiliar aquelas pessoas que sofrem com dificuldades financeiras, o que o torna um dos maiores projetos sociais da instituição. (Ouça aqui)

Na última quinta-feira (23) foram distribuídos quatro mil quilos de alimentos para 530 famílias. Foram arrecadados 16,2 mil resíduos. Os produtos excedentes chegaram a 360 quilos e foram repassados ao Banco de Alimentos.

Desde 2009, o projeto atende 24 pontos de Caxias do Sul com a possibilidade da troca de material reciclável por alimentos. De acordo com as regras do programa, as famílias podem trocar no máximo 15 quilos de detritos.

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Startup caxiense recebe investimento milionário de fundos brasileiros e internacionais

Plataforma O.Sucateiro recebeu mais de R$ 1 milhão em aportes no início de 2020 e mostra que ecologia e sustentabilidade ajudam o planeta e rendem bons negócios

O ano começou em ritmo acelerado para a startup OSucateiro.com. A cleantech de Caxias do Sul voltada para a indústria recebeu logo nos primeiros dias de 2020 um dos maiores aportes financeiros já feitos na região, colocando em evidência nacional a plataforma. Ao todo, mais de R$ 1 milhão foram aportados diretamente na empresa por investidores ligados ao fundo Anjos do Brasil e da Alemanha.

O investimento solidifica o crescimento de 580% registrado no último bimestre de 2019, quando a startup fechou o ano com 8 franquias em 4 estados e presença em mais de 100 países. Com o aporte, a expectativa é faturar mais de R$ 94 milhões nos próximos quatro anos e a abertura de 70 franquias em todos os estados já em 2020. A solução é gratuita para a indústria, tendo como fonte de receita apenas uma porcentagem do sucesso do cliente com a eliminação de estoques e máquinas ociosas, além de resíduos.

O CEO da startup, Rafael de Davi Valentini, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta quarta-feira.

 

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Especialista alerta sobre a importância de incluir o tema da sustentabilidade no planejamento do ano

Ser sustentável envolve o cuidado com o meio ambiente, com temas sociais e financeiros

A atualidade exige que cada pessoa no planeta esteja atenta ao cuidado com o tripé da sustentabilidade. Sendo assim, se tornar uma pessoa cada dia mais sustentável é algo que gerará um impacto positivo muito grande não apenas para a Terra, mas para a sociedade e, em especial, para a pessoa que adquire esses hábitos.

Por isso, planejar-se para o ano novo é uma alternativa para quem deseja adquirir hábitos mais sustentáveis, adotando práticas como consumo consciente, planejamento financeiro e reciclagem. 

O professor e especialista em sustentabilidade Marcus Nakagawa, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta quarta-feira. Confira na íntegra.

 

A saber: Marcus Nakagawa é autor do livro ‘101 dias com ações mais sustentáveis’,  é vencedor do Prêmio Jabuti 2019. A obra é a ganhadora da categoria “Economia Criativa”. Mais informações sobre o livro estão disponíveis no endereço:
http://www.editoralabrador.com.br/produto/101-dias-com-acoes-mais-sustentaveis-para-mudar-o-mundo/

 

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Clima e meio ambiente unificam discussões no maior evento de economia do mundo

Líderes mundiais em Davos tiveram foco verde

Diante da pressão internacional e com interesse em atrair investimentos para o país, o governo brasileiro anunciou na última terça-feira, (21), a criação de uma Força Nacional Ambiental, para atuar prioritariamente na Floresta Amazônica, e a formação de um novo órgão, o Conselho da Amazônia, que deverá coordenar ações para proteção, defesa e desenvolvimento da floresta. 
O gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, André Ferretti, analisou as repercussões do Fórum Econômico Mundial e a presença do Brasil no evento.

Confira a entrevista que foi ao ar no programa Temática na manhã da última quinta-feira.

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Quatro riscos ambientais que podem comprometer o turismo e a economia do Brasil

Especialista aponta os desafios que comprometem o desenvolvimento do país no setor

Rico em biodiversidade e paisagens naturais, o Brasil é o País número um em atrativos naturais na América Latina e segundo no mundo, segundo o ranking de 2019 do Relatório de Competitividade em Viagens e Turismo do Fórum Econômico Mundial. O segmento turístico foi responsável por movimentar cerca de 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, totalizando US$ 152,5 bilhões, conforme estudo do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, em inglês). A pesquisa também aponta que o setor empregou 6,9 milhões de pessoas, correspondendo a 7,5% do total de postos de trabalho criados no Brasil.

Entretanto, eventos que colocam a natureza em risco – muitos provocados pela intervenção humana – podem prejudicar as atividades turísticas e a geração de renda no País. O derramento de óleo, as queimadas, o turismo predatório e o desmatamento são entraves que comprometem o turismo e a economia brasileira.  

A coordenadora de Áreas Protegidas da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Marion Silva, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta sexta-feira. Confira na íntegra.

 

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Plataforma de reflorestamento propõe adoção de floresta virtual

Através do software, pessoas do mundo todo podem participar do processo de plantio on-line

Uma das maneiras mais simples, econômicas e eficientes de se envolver e combater as mudanças climáticas é plantar uma árvore. As árvores desempenham uma dupla função essencial para a vida na Terra. Juntamente com os oceanos, elas são um dos principais mecanismos de captura de carbono do planeta.

As árvores também produzem oxigênio, essencial para a respiração. Inclusive, plantas e algas são responsáveis por tornar a superfície do planeta habitável. Se a taxa atual de desmatamento de florestas e degradação de mares e oceanos for mantida, é muito possível que a Terra não seja mais o lar das gerações futuras. 

Para trazer soluções para isso, a plataforma de reflorestamento Tree Nation já plantou mais de 50.000 árvores desde 1º de janeiro de 2020 e propõe que cada pessoa no mundo possa ter a própria floresta virtual. Através da colaboração com entidades locais, a Tree-Nation gerencia mais de 190 projetos de plantações com 300 espécies em 33 países em 4 continentes. O processo de plantio on-line é tão simples que até as crianças podem fazê-lo sob a supervisão de um adulto. Além disso, uma vez concluída a plantação, é possível acessar o arquivo da árvore para saber a todo momento a quantidade de CO2 que está compensando, o projeto de reflorestamento do qual faz parte e sua localização geográfica, entre outros dados.

 

Como funciona: A Tree-Nation é uma plataforma de reflorestamento que usa seu próprio software para conectar cidadãos e empresas a projetos de plantações em todo o mundo.  A organização sediada em Barcelona possui atualmente mais de 70 projetos de reflorestamento ativos. Desde a sua criação em 2006, mais de 118.000 usuários e mais de 1.500 empresas plantaram 5 milhões de árvores usando a plataforma.

A diretora da Área do Conhecimento Exatas e Engenharias da UCS, Neide Pessin, analisou a iniciativa em entrevista ao programa Temática na manhã desta quarta-feira. Confira na íntegra.

 

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Mais de 100 toneladas de lixo são removidas do entorno do Aeroporto Hugo Cantergiani, em Caxias do Sul

Força-tarefa para fazer a limpeza ocorreu neste sábado (18)

Uma força-tarefa realizada pela Prefeitura de Caxias do Sul retirou mais de 100 toneladas de lixo do terreno no entorno do Aeroporto Hugo Cantergiani.

A operação realizada por Secretarias de Segurança Pública e Proteção Social e de Trânsito, Transportes e Mobilidade, com o apoio da Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul e da Guarda Municipal, ocorreu neste sábado (18), das 8h às 17h.

Conforme informações da prefeitura, foram retirados mais de 60 caminhões caçamba da Codeca cheios de resíduos, que estavam ao redor do aeroporto, incluindo a cabeceira 15 da pista.

  

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Conselho de Biologia intensifica fiscalização em prefeituras e empresas em 2020

Ações ocorrem em janeiro na Região Nordeste do RS

A ocupação de cargos técnicos por profissionais habilitados, assim como suas análises e pareceres em processos de licenciamentos, a capacidade de análise e interpretação de dados técnicos relativos ao meio ambiente e biodiversidade – como outros temas, serão avaliados na fiscalização que o Conselho Regional de Biologia 3ª Região (CRBio-03) realiza em órgãos públicos. A ação também concentra esforços no setor privado para verificar as condições dos contratos de prestação de serviços e anotações de responsabilidade técnica.

A iniciativa está sendo realizada entre os dias 13 e 17 de janeiro em 14 cidades da Região Nordeste do RS.

O biólogo, presidente do CRBio-03, Jackson Müller, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta quinta-feira.

Confira na íntegra.

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Piquenique Orgânico é mais uma atração da Via Orgânica em Garibaldi

Novidade oferece cestas prontas em três opções para visitantes da propriedade Orgânicos Mariani

 

Atenta ao movimento das pessoas em busca de qualidade de vida e bem-estar, a Orgânicos Mariani, empreendimento rural localizado na Linha 15 da Graciema, a 12 km do Centro de Garibaldi, lançou no último sábado (11) o Piquenique Orgânico, nas versões vegana, vegetariana e colonial. O objetivo é agregar valor aos itens produzidos na propriedade por meio do turismo rural.

Ao adquirir a experiência, o turista recebe uma cesta recheada de produtos, que podem ser consumidos em diferentes espaços, desde pallets e almofadas espalhados debaixo de árvores no jardim até mantas e esteiras dispostas sob a sombra dos parreirais orgânicos nos quais são cultivadas uvas Isabel, Bordô e Niágara para elaboração de vinhos e sucos. Outra opção é o antigo galpão, com mesas e cadeiras. Para desfrutar do Piquenique Orgânico é necessário reservar com, pelo menos, 24 horas de antecedência. Cada cesta, para até duas pessoas, custa R$ 65.

Para atender aos mais de 100 visitantes mensais, a família Mariani – composta pelo casal empreendedor, Salete e Jorge Mariani e os filhos, Júlia e Jorge Júnior, realizam as múltiplas tarefas para bem acolher.

 Além de uva, a família produz outros 55 itens, como laranja, bergamota, lima, figo, pêssego, entre outros. Alguns deles podem ser colhidos diretamente do pé pelos turistas.

Piquenique Orgânico é resultado de um trabalho desenvolvido por meio do Investe Turismo, programa do Sebrae, Ministério do Turismo e Embratur que tem por objetivo acelerar o desenvolvimento, aumentar a qualidade e a competitividade e gerar empregos em rotas turísticas estratégicas do Brasil.

Jorge Mariani, falou sobre o assunto em entrevista à reportagem da Tua Rádio São Francisco durante o lançamento. Confira na íntegra.

 

A saber: Outra atividade dos Orgânicos Mariani é a Experiência da Vindima que será realizada no dia 25 de janeiro. Durante a atividade, os turistas poderão colher e pisar as uvas, ouvir histórias da imigração e degustar um saboroso piquenique. O investimento por pessoa é R$ 80.

Informações e reservas para as atividades dos Orgânicos Mariani pelo  (54) 99677-3688 (telefone e WhatsApp).

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ONU declara 2020 como o Ano Internacional da Saúde Vegetal

A ação de preservação ambiental reflete na saúde e economia humana

“ Essa iniciativa destaca a importância da união de todas as nações para garantir a saúde das plantas, proteger a biodiversidade e o meio ambiente”, declara a nutricionista Ana Daniela sobre o Ano Internacional da Saúde Vegetal. Segundo ela, a ação de conscientização levantada pela ONU – Organização das Nações Unidas é uma preocupação com o meio ambiente e a vida humana.

Ana explica que a maior atenção à este setor envolve fortificar sementes, investir em estudos ambientais e, claro, trabalhar na conscientização da população. A nutricionista ainda  lembra que esta é uma ação de preservação ambiental mas que reflete também na saúde e economia humana. “As pragas e doenças das plantas são responsáveis pela perda de até 40% das culturas alimentares do mundo a cada ano”, lembra ela.  

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Frutas de Verão: saiba como aproveitar as melhores possibilidades da natureza para nutrir e saborear no calor

Agricultor fala dos benefícios da melancia e destaca a degustação da fruta em evento promovido pela Feira Ecológica

Maique Konrad Kochenborguer é agricultor da Feira Ecológica de Caxias do Sul e presidente da Cooperativa Ecocitrus – Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí. Ele falou sobre as frutas de verão, com ênfase para a melancia, que além de deliciosa, é rica em potássio e magnésio.

Maique concedeu entrevista sobre o assunto ao programa Temática na manhã desta sexta-feira. Confira na íntegra.

 

A saber: A Feira Ecológica oferece aos clientes no dia 18/01 entre 06h30 e 11h30, uma degustação de melancia. A atividade ocorre na Praça das Feiras em Caxias do Sul.

 

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Código Ambiental do RS deverá ser sancionado sem vetos

Governador Eduardo Leite assinará mudanças na legislação ambiental na próxima quinta-feira

O projeto foi aprovado em dezembro na Assembleia Legislativa, por 37 votos a 11. O novo Código Ambiental altera mais de 500 pontos da atual legislação vigente, e a tramitação na Assembleia foi marcada por polêmicas. Tanto deputados como representantes da sociedade civil questionaram o fato de o projeto ter sido encaminhado em regime de urgência. A tramitação rápida chegou a ser questionada na Justiça, que chegou a barrar, inicialmente, a votação.

O advogado, professor do Mestrado e Doutorado em Direito na UCS, especialista em direito ambiental, Adir Rech, analisou as principais mudanças e apontou que a falta de zoneamento ambiental é a principal dificuldade. Confira a entrevista que foi ao ar no programa Temática na manhã desta segunda-feira na íntegra. 

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Presidente da Agapan avalia os desafios do meio ambiente no início dos anos 20

O começo do decênio possibilita refletir sobre o legado do século XX e o futuro do planeta no século XXI

As questões que envolvem o meio ambiente são fundamentais para a sobrevivência no planeta Terra. É por isso que o tema ganha adesão nos últimos anos. Assuntos como enfrentamento ao aquecimento global, mediação na sociedade de consumo e um novo modelo econômico que atenda as demandas atuais são desafios contemporâneos do início desse século. O biólogo e presidente da Agapan (Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural), Francisco Milanez, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na primeira semana de 2020. Confira a entrevista na íntegra.

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Calor excessivo é um dos efeitos do aquecimento global, diz especialista

A estimativa é de elevação de mais 1 º C, em caso de preservação da atmosfera, ou de 1,8 ºC a 4 ºC, em um cenário mais pessimista e que apresente maior poluição nos próximos anos

aquecimento global é o nome dado ao aumento das temperaturas médias do planeta ao longo dos últimos tempos, o que, em tese, é causado pelas práticas humanas – embora existam discordâncias quanto a isso no campo científico. A principal causa desse problema climático que afeta todo o planeta é a intensificação do efeito estufa, fenômeno natural responsável pela manutenção do calor na Terra e que vem apresentando maior intensidade em razão da poluição do ar.

Sob o ponto de vista oficial, o principal órgão responsável pela sistematização e divulgação de estudos relacionados com o aquecimento global é o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Dados levantados por cientistas vinculados ao IPCC afirmam que o século XX foi o período mais quente da história desde o término da última glaciação, com um aumento médio de 0,7 ºC nas temperaturas de todo o planeta e as previsões para o século XXI são ainda mais graves: haverá a elevação de mais 1 ºC, em caso de preservação da atmosfera, ou de 1,8 ºC a 4 ºC, em um cenário mais pessimista e que apresente maior poluição.

O calor excessivo dos últimos dias já é um dos efeitos do aquecimento global e à ele, estão vinculadas várias repercussões possíveis como o aumento do consumo que leva à mais uso dos recursos naturais, impactos à agricultura e até o risco da extinção de espécies.

O biólogo, doutor em ecologia e professor da Universidade Federal do Paraná – Marcelo Aranha, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática da manhã desta quinta-feira. Confira na íntegra.

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Secretário fala sobre maus tratos aos animais e outras questões ambientais

Juntamente com as entidades que abraçam a causa animal (APAM e Ajuda Patinhas), a secretaria auxiliou cerca de 140 castrações de animais no ano de 2019

Um assunto que está em pauta há vários anos: maus tratos aos animais. Tal fato está presente no município de Marau, como afirma o secretário de meio ambiente, Silvio Confortin. “É muito difícil de pegar no flagrante (os maus tratos), mas existe e isso é muito triste”, ressaltou.

Sobre as denúncias, Silvio orienta que possuem duas formas de serem feitas: a primeira pode ser na Secretaria de Meio-Ambiente, ou também por telefone sem precisar de identificação. A outra forma de denúncia pode ser feita direto na delegacia de polícia, onde será feito o boletim de ocorrência, sem identificação da pessoa que prestar a denúncia.

Avanços da Secretaria

Em parceria com algumas instituições e entidades a secretaria teve um avanço em 2019 nesta questão. Inclusive parceria com a Polícia Civil, isso porque, em alguns casos o órgão de segurança precisa intervir, seja com investigação ou ação punitiva ao crime. Juntamente com as entidades que abraçam a causa animal (APAM e Ajuda Patinhas), a secretaria auxiliou cerca de 140 castrações de animais no ano de 2019. Além disso, o município contribuiu com um repasse de aproximadamente 50 mil reais para as associações, cerca de 25 mil apenas para as castrações. Outro fato positivo, é o “castramóvel”, que por meio de emenda parlamentar será adquirido pela administração municipal e poderá otimizar o serviço.

Ouça no player de áudio outras questões ambientais.

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Aplicação do BTI em Marau está previsto para acontecer em janeiro

O produto precisa ser colocado nos rios e riachos onde estão as larvas do mosquito

Para o controle do mosquito borrachudo é necessário a aplicação do BTI, produto que é um grupo de bactérias utilizadas como agentes para controle biológico das fases de larvas de certos insetos. Sendo assim, o produto precisa ser colocado nos rios e riachos onde estão as larvas do mosquito.

A licitação para o uso do BTI nos pontos de Marau está em fase de ajustes. Conforme afirma Ademir Durante, secretário de desenvolvimento rural de Marau, a expectativa é que para o começo do mês de janeiro, o produto seja entregue. Logo serão feitas reuniões e posteriormente a aplicação do BTI.

Ouça a entrevista com o secretário. 

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Saiba como obter o melhor dos chás

Especialista explica como o amor pelos chás virou profissão

A busca por um ritmo de vida menos acelerado levou Jaqueline Roma a mudar de cidade e encontrar na formação como Sommelier de Chás o caminho para o reencontro consigo mesma. A especialista saiu de Cuiabá para Caxias do Sul e na Serra Gaúcha criou a Eté – Origens Brasileiras, um empreendimento que oferece uma linha de chás, blends e infusões artesanais.

Jaqueline participou do programa Temática na manhã desta quinta-feira, quando falou sobre a sua profissão, a ajuda que estende aos interessados em obter o melhor da bebida, a formação da cultura do consumo do chá e o trabalho sustentável que desenvolve.
Confira na íntegra.

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Horário da Coleta de Lixo em Marau será modificado no dia 24 e 31 de dezembro

Essa alteração acontece apenas nos dois dias previsto, a coleta volta ao sistema normal no dia 26/12 e também no dia 02 de janeiro de 2020.

A coleta de lixo no município de Marau terá alteração no horário de funcionamento. No dia 24 de dezembro, véspera de Natal e o dia 31 de dezembro, véspera de Ano Novo o serviço de recolhimento começará mais cedo. A partir das 5h da manhã a coleta de resíduos começa e prossegue ininterruptamente, terminando aproximadamente às 15h. Os bairros que receberão o serviço são aqueles que estão no cronograma da Administração Pública. 

Essa alteração acontece apenas nos dois dias previsto, a coleta volta ao sistema normal no dia 26/12 e também no dia 02 de janeiro de 2020.  Segundo orientação de Ledenir Casagrande, responsável pelo setor de Limpeza Pública, é que os moradores deixem o lixo em um horário mais cedo do que o normal nos locais de recolhimento. 

Além disso, se alguma garrafa ou taça de vidro quebrar, é importante que a pessoa coloque os cacos de vidro em recipiente que não ofereça perigo para o coletor. Ou também enrolar com bastante jornal e destacar que há cacos de vidro. 

Em caso de dúvidas entre em contato com o setor responsável pela Coleta de Lixo de Marau pelo telefone (54) 3342-9527. 

Ouça a entrevistacom Ledenir no player de áudio.

 

 

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Horário da Coleta de Lixo em Marau será modificado no final de ano

Essa alteração acontece apenas nos dias 24 e 31

A coleta de lixo no município de Marau terá alteração no horário de funcionamento. No dia 24 de dezembro, véspera de Natal e o dia 31 de dezembro, véspera de Ano Novo, o serviço de recolhimento começará mais cedo. A partir das 5h da manhã a coleta de resíduos começa e prossegue ininterruptamente, terminando aproximadamente às 15h. Os bairros que receberão o serviço são aqueles que estão no cronograma da administração pública. 

Essa alteração acontece apenas nos dois dias previsto, a coleta volta ao sistema normal no dia 26/12 e também no dia 02 de janeiro de 2020.  A orientação de Ledenir Casagrande, responsável pelo setor de limpeza pública, é que os moradores deixem o lixo em um horário mais cedo do que o normal nos locais de recolhimento. 

Além disso, se alguma garrafa ou taça de vidro quebrar, é importante que a pessoa coloque os cacos de vidro em recipiente que não ofereça perigo para o coletor. Ou também enrolar com bastante jornal e destacar que há cacos de vidro no envólucro.

Em caso de dúvidas entre em contato com o setor responsável pela Coleta de Lixo de Marau pelo telefone (54) 3342-9527. 

Ouça a entrevistacom Ledenir no player de áudio.

 

 

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Samae sensibiliza cerca de 9 mil pessoas através da educação ambiental em 2019

Serviço gratuito pretende ajudar a formar cultura para o uso racional dos recursos hídricos

 

O ano foi muito produtivo para a formação de consciência ambiental em Caxias do Sul. O tema “água” foi destaque. Segundo dados do Samae, foram realizados 80 roteiros Caminhos da Água para 2,1 mil crianças. Neles, elas visitam uma estação de tratamento de água e de esgoto, recebendo informações sobre seu funcionamento.

Os educadores ambientais realizaram também 39 palestras para 1,9 mil pessoas, apresentando temas como o consumo consciente, importância do ciclo hidrológico e funcionamento das estações de tratamento de água e esgoto. A equipe ainda atendeu a cerca de cinco mil pessoas nas dez edições do Programa Caxias Mais Feliz e em eventos como Semana da Água, Feira do Livro e Festa da Uva.

O principal objetivo do núcleo de Educação Ambiental é promover ações, principalmente junto às crianças, mostrando a importância da preservação da água e do meio ambiente. Por isso, durante a participação nos eventos, são realizadas atividades como pintura de desenhos e copos reutilizados, jogos educativos e distribuição de material. Além disso, em muitos deles, há a presença do Samaezito, mascote que representa o Samae.

A diretora-presidente da Autarquia, Amarilda Bortolotto, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta terça-feira. Confira na íntegra.

 

A saber:  Os agendamentos para os roteiros de 2020 iniciam em fevereiro. Já as palestras para escolas de educação infantil podem ser feitas a qualquer momento, de acordo com a disponibilidade, por meio do telefone 54 3220 8600, ramal 216.

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Brinquedos lúdicos e artesanais são alternativa às famílias para evitar excesso eletrônico na infância

Proposta criada em Caxias do Sul oferece brinquedos de madeira

 Conheça o case do engenheiro que criou um empreendimento que vai na contramão da tecnologia. Leonardo Grandini Adami é o criador e fundador da Kynda – A Aventura da Descoberta do Mundo que fabrica brinquedos pedagógicos e criativos.
 Leonardo participou do programa Temática na manhã desta segunda-feira, quando falou do assunto. Confira na íntegra.

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Especialista analisa os fatos que marcaram a área ambiental em 2019

Desmatamentos, queimadas, efeito estufa e derramamento de óleo estão entre os principais fatos do ano

O ano de 2019 foi marcado por uma série de discussões voltadas à questão ambiental em todo o planeta, demonstrando a relação direta que a proteção da biodiversidade tem com o desenvolvimento econômico e com o bem-estar da população. No Brasil, a pauta ambiental foi conduzida principalmente por desastres que atingiram tanto o continente quanto os mares.

André Ferretti, gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza analisou os prinicipais fatos de 2019 na área ambienteal como o impressionante desmatamento da Amazônia que aumentou para 9,7 mil km² em 2019 e outros fatos. Ferretti falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática. Acompanhe na íntegra.

 

 

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Conheça os diferenciais dos cafés especiais

Colhidos manualmente e feitos com processo artesanal, conferem sabor, cor e experiência diferente dos demais

Os termos café tradicional, superior, especial, entre outros, são termos usados principalmente para definir o nível de qualidade de cada grão.

De acordo com a Metodologia de Avaliação Sensorial da SCA (Specialty Coffee Association), usada no mundo todo, Café Especial é todo aquele que atinge, no mínimo, 80 pontos na escala de pontuação da metodologia (que vai até 100), sendo avaliados atributos como aroma, uniformidade, ausência de defeitos, doçura, sabor, acidez, harmonia e outros.

No Brasil, existem vários produtores em regiões diferentes. Com o objetivo de ajudar a formar uma cultura de apreço ao café de qualidade, a empreendedora Mariana Thomé e a barista Marília Zanelato atuam na Caffea. A empresa distribui cafés especiais cultivados nas fazendas brasileiras que seguem os princípios de equilíbrio ecológico e padrão de qualidade.

Mariana e Marília falaram sobre as características dos cafés especiais em entrevista ao programa Temática na manhã desta terça-feira. Segunda elas, o melhor do café especial brasileiro está na proposta de mudança de cultura a partir de uma xícara de café produzido em ecossistema equilbrado que serve como antídoto para a correria atual e contemplação.

Confira a entrevista na íntegra.

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Conheça o projeto da Escola de Conservação da Natureza

Proposta existe desde 2017 na região do Paraná e já formou dois grupos

A Escola de Conservação da Natureza é um projeto desenvolvido pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e em 2020, entra na terceira turma, expandindo a metodologia para outras áreas do Paraná/RS. O município de São João do Triunfo, no sudeste paranaense, vai receber as atividades práticas do projeto que tem como previsão atender até 50 jovens. As capacitações terão início no primeiro trimestre de 2020. O projeto atuará nos próximos meses com o desenvolvimento de indicadores e materiais, além de contatos com a prefeitura, órgãos públicos e proprietários do município para adaptação da metodologia à realidade local.

 A cidade de 15 mil habitantes está inserida em um ecossistema associado da Mata Atlântica formado por Floresta com Araucária, uma das formações com maior riqueza de espécies do planeta, mas que hoje conta com apenas 0,8% da área original, sendo a maior parte encontrada dentro de Unidades de Conservação (UC). As principais causas da drástica redução de área do ecossistema são o desmatamento, a abertura de novas frentes agrícolas, as queimadas e o intenso processo de urbanização.

A coordenadora do projeto, Solange Latenek, falou sobre a iniciativa em entrevista ao programa Temática na manhã desta sexta-feira. Confira na íntegra.

 

 

 

A saber: A Escola de Conservação da Natureza é um projeto desenvolvido desde 2017 com o objetivo de sensibilizar, informar e instrumentalizar o público jovem em conservação da natureza, o projeto já formou duas turmas, atendendo cem moradores com idade a partir de 15 anos, inseridos na Grande Reserva Mata Atlântica – o último e maior remanescente contínuo do bioma. Além disso, o projeto mostra aos alunos que existem oportunidades de atuação e desenvolvimento profissional na região, fazendo com que eles reconheçam potencialidades e oportunidades.

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​Caravana AMRIGS circula cidades do Estado para debater o uso excessivo de agrotóxicos nos alimentos

O objetivo é debater os impactos da saúde e reforçar o fenômeno da subnotificação

Erechim foi a última cidade a ser visitada pela Caravana da AMRIGS –  Associação Médica do Rio Grande do Sul na última quarta-feira, dia 27. O tema foi apresentado na localidade pela especialista em Medicina do Trabalho e em Toxicologia Aplicada, Virgínia Dapper que é graduada em Medicina e possui Residência Médica em Medicina Preventiva e Social, e também pela graduada em Biologia e em Direito, Vanda Garibotti. Ela também é especialista em Saúde Pública, Mestre em Saúde Coletiva e especialista em Direito Sanitário.

Conforme as profissionais, a proposta da Caravana é debater os impactos da saúde e reforçar o fenômeno da subnotificação. Há diversos tipos de câncer que estão relacionados à exposição aos agrotóxicos, o que torna o assunto muito relevante. A Caravana propõe diretrizes terapêuticas e diagnósticas de intoxicação por agrotóxicos do Ministério da Saúde.

Em entrevista ao programa Temática na manhã desta quarta-feira, a especialista Virgínia Dapper, afirmou que a intenção é levar ao conhecimento do setor público a importância da discussão do problema. Confira a entrevista na íntegra.

 

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Websérie retrata arquipélogo brasileiro

Parque Nacional de Anavilhanas, no coração amazônico, é o segundo maior arquipélogo fluvial do mundo

A imensidão verde da Amazônia traz ao turismo diversas rotas e opções de passeio para conhecer paisagens exuberantes, a biodiversidade, a cultura ribeirinha e a história local. Às margens do Rio Negro e próximo de Manaus (AM), o Parque Nacional de Anavilhanas é o cenário da 5ª temporada de Pé no Parque, movimento que busca estimular o turismo em áreas de proteção ambiental a partir de produtos audiovisuais.

O primeiro dos quatro episódios foi lançado nacionalmente nesta quarta-feira, dia 20 e os outros três vídeos que completam a série estarão disponíveis ao público até 11/12, veiculados sempre às quartas-feiras. Todos os episódios poderão ser vistos no site do Pé no Parque e no canal do WikiParques no Youtube

A nova temporada de Pé no Parque retrata a beleza singular de Anavilhanas e seu arquipélago formado por cerca de 400 ilhas. A cada episódio, em meio a paisagens de tirar o fôlego, é possível descobrir aspectos diferentes do parque, como a força do turismo de base comunitária como chave para conscientizar as pessoas sobre o valor da floresta em pé. A série traz histórias de personagens que tiveram suas vidas transformadas pelo parque nacional. É o caso de Roberto Brito de Mendonça, que no passado derrubava árvores e abandonou a atividade para ser guia local. 

A importância do Rio Negro para a biodiversidade e para o desenvolvimento da região e a cultura do caboclo ribeirinho também fazem parte da série, que explora ainda outros atrativos turísticos de Anavilhanas.

A roteirista da websérie, Eduarda Menegassi, concedeu entrevista ao programa Temática sobre o assunto. Confira na íntegra.

 

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Diretora do ISAM avalia efeitos do desmatamento da Amazônia

Relatório divulgado nesta semana apontou maior pico em dez anos.

A área desmatada na Amazônia foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019, de acordo com números oficiais do governo federal divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Trata-se de um aumento de 29,5% em relação ao período anterior. Os números são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes). 

Os dados foram divulgados na segunda-feira pelos ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes. 

A professora da área do conhecimento de Ciências Exatas e Engenharias da UCS, Vânia Elisabete Schneider, diretora do Instituto de Saneamento Ambiental da Universidade de Caxias do Sul (ISAM), analisou os efeitos do desmatamento para todo o planeta. Confira a entrevista na íntegra.

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Conheça a cozinha contemporânea e a ecogastronomia

Modo de fazer que coloca a sustentabilidade no prato

Saiba como a nova leva de chefs e cozinheiros se preocupa e leva em consideração o reaproveitamento de alimentos, uso de produtos do local, sazonalidade, valorização da agricultura da região, alimentos orgânicos e conceitos de confort food.
A docente do curso de gastronomia do SENAC, Natália Pezzi, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta quinta-feira. Confira na íntegra.

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“Do plástico ao pano”: alunos do Colégio Murialdo, em Caxias, confeccionam sacolas retornáveis

Projeto foi desenvolvido por estudantes do 3º ano do Ensino Médio, durante as aulas de Biologia e Língua Portuguesa

“Plástico? Não, obrigada! Um minuto para fabricá-lo, vinte minutos de uso, 400 anos para decompor, mil mortes de espécies marinhas”. Natália Lazzari, 17 anos.

“Roupas produzidas com materiais que não podem ser totalmente reciclados, ganham uma nova cara e nova função. Foi com esta visão que confeccionamos este novo item, unindo a inovação e o amor em prol da natureza”. Priscila Casara, 17 anos.

As frases das estudantes Natália Lazzari e Priscila Casara mostram dois extremos quando o assunto é preservação do meio ambiente. Primeiro, os impactos irreversíveis que o plástico causa na natureza. Segundo, como nós, como cidadãos, podemos contribuir para, pelo menos, diminuir estes impactos.

As alunas, ambas com 17 anos, cursam o 3º ano do Ensino Médio do Colégio Murialdo, em Caxias do Sul. Elas fazem parte de um grupo de 75 alunos envolvidos na produção de sacolas retornáveis, conhecidas como Ecobags, produzidas com tecidos jeans, para serem utilizadas nas compras do dia a dia. O projeto “Do plástico ao pano, pratique essa ideia”, é coordenado pelas professoras Luciana Santini, de Biologia, e Lisiane Betto, de Língua Portuguesa. Ouça AQUI a reportagem especial.

Os estudantes tiveram o desafio de, em um mês, confeccionar as sacolas retornáveis reaproveitando calças jeans que não utilizavam mais. As Ecobags ainda foram personalizadas com materiais reclicáveis e com imagens e mensagens de conscientização, como aquelas das alunas Natália e Priscila. Um verdadeiro trabalho de união de esforços, que envolveu até as famílias dos estudantes, que ajudaram na confecção das sacolas. “A animação foi grande. Eles conversaram sobre quem ia ceder a calça pra fazer corte, pois a ideia era reutilizar uma calça e transformar ela em uma Ecobag. Não era pra comprar tecidos. Era, literalmente, usar os 5 R’s da ecologia: recusar, reduzir, reutilizar, reciclar e responsabilidade. Eles fizeram trabalhos maravilhosos”, conta a professora Luciana Santini.

Aliado à sustentabilidade, o trabalho dos alunos do Murialdo também se destaca pela solidariedade. Isso porque os recursos arrecadados na venda das 15 Ecobags produzidas ajudarão na compra de uma cadeira de rodas que será doada para alguma entidade. As sacolas estão à venda no Colégio, no valor de R$25,00. “São dois objetivos: reduzir a produção e quantidade de plásticos que vamos usar com as sacolinhas, e, com a venda das Ecobags, adquir uma cadeira de rodas para fazer uma doação para alguma associação, que ainda vamos definir com os alunos. Além das sacolas ecológicas, vamos vender também os lacres de latinhas, que coletamos com as turmas no semestre passado”, afirma a docente.

O plástico demora mais de 400 anos para se decompor na natureza, ocasionando gravíssimos problemas no meio ambiente, como, por exemplo, as mortes de espécies marinhas. Foi pensando nessa problemática que o grupo da estudante Natália Lazzari produziu a Ecobag. “Nós utilizamos ecobags antigas, porque não tínhamos calça jeans para utilizar no trabalho. O tamanho da nossa Ecobag seria o equivalente a seis sacolinhas plásticas, então são seis sacolas a menos para o meio ambiente. A ecopbag pode ser utilizada até como mochila”, conta.

E uma ecobag pode ser estilosa? O grupo da estudante Priscila Casara pensou nessa alternativa e criou a sua sacola retornável aliando termos da moda. “A gente tem uma colega ligada a esse mundo da moda. A gente conheceu o termo upcycling, que consiste em criar novas peças de roupas com materiais recicláveis. A gente utilizou a calça em duas partes. A parte de cima é uma bermuda e a parte de baixo é uma ecobag”, afirma.

Conforme dados do Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, cerca de 1,5 milhão de sacolinhas plásticas são distribuídas por hora. Em todo o mundo, esse número gira entre 500 bilhões e 1 trilhão. O consumo excessivo das sacolas plásticas é o maior vilão do meio ambiente. Para se ter uma ideia, para a produção das sacolinhas plásticas são consumidos petróleo ou gás natural (ambos recursos naturais não-renováveis), água e energia, e liberados efluentes (rejeitos líquidos) e emissões de gases tóxicos e do efeito estufa. Além disso, o plástico tem a característica de impermeabilidade, ou seja, retém a água, causando a impermeabilização do solo e dos depósitos de lixo, dificultando a biodegradação de resíduos orgânicos.

Mudar o mundo e os hábitos de consumo para garantir e melhorar a vida no planeta começa com pequenas atitudes que, frente ao objetivo, tornam-se grandes atitudes, como essa dos alunos do Murialdo. E tudo começa com a educação. “A ecologia tem que sair da sala de aula. Essa atividade foi pra juntar o coletivo. A gente precisa pensar em ações diferentes para mudar o nosso planeta. Eu roubei o slogan de uma sacola, que diz ‘Devagarinho a gente muda o mundo’, e é bem essa ideia. A educação transforma o mundo e a gente tem que colocar isso em prática”, finaliza a professora Luciana.

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4º Bazar Vegano acontece na Praça das Feiras neste domingo

Atividade inicia às 10h e segue até 19h

Desde o ano de 2016 o Bazar atrai centenas de pessoas interessadas em se aproximar da cultura vegana. Na edição de 2019, o número de participantes como expositores, apoiadores e público visitante tende a aumentar. Além da variedade em gastronomia vegana apresentada no evento, os frequentadores também terão acesso a aulas de yoga, palestras, apresentações artísticas, boa convivência e oficinas. O 4º Bazar Vegano inicia às 10hs, na Praça das Feiras em Caxias do Sul e segue até às 19h. Em caso de chuva, o evento fica automaticamente transferido para o dia 17/11 no mesmo local e horário.

As organizadoras, Bruna Viapiana Felippi e Madhavah Botogoske, participaram do programa Temática na manhã desta terça-feira quando falaram do assunto. Confira na íntegra.

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Projeto pedagógico disponibiliza horta comunitária no bairro Pio X

Iniciativa funciona em canteiro no SESC e está ativo há cerca de três meses

 

Os moradores do Bairro Pio X, em Caxias do Sul, têm a possibilidade de participar do cultivo de uma horta comunitária. A estrutura está localizada no Sesc Caxias do Sul e conta com alface, ervas aromáticas e temperos. Moradores que quiserem fazer parte da iniciativa podem levar mudas de chás, hortaliças e verduras até o local, de segunda a sexta, das 9h às 17h, ou registrar a intenção de participar do cultivo na recepção do Sesc Caxias do Sul.

A horta é uma iniciativa das crianças do Projeto Habilidades Especiais (PHE). O projeto oferece atividades no contraturno escolar. O objetivo da horta é oportunizar o convívio entre os moradores, além de ofertar os produtos cultivados para consumo, gratuitamente.

A instrutora pedagógica do Sesc Caxias, Priscila Salomé, falou sobre a idealização do projeto e do interesse das crianças em solidariedade ativa. Confira a entrevista na íntegra.

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Conheça o case da Ecostyle

A empresa caxiense trabalha com produtos têxteis feitos com material ecológico

A Ecostyle é um negócio familiar nascido em meados de 2007. Está sediada no distrito de Forqueta em Caxias do Sul e conta com 20 colaboradores diretos ou indiretos. A empresa assumiu o compromisso com a sustentabilidade, resistência e o futuro da vida no planeta ao se determinar a trabalhar apenas com materiais ecológicos. Fabrica sacolas resistentes feitas com TNT, algodão ou tecido pet que são materiais recicláveis e de rápida decomposição.

A sócia proprietária, Margarete Lúcia Debastiani, participou do programa Temática na manhã desta sexta-feira quando falou do assunto. Confira na íntegra.

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Curso do Instituto Arca Verde em São Francisco de Paula ensina a agricultura sintrópica na mata de araucária

Vivência acontece de 15 a 17 de novembro

O IX Curso de Agroflorestas – Agricultura Sintrópica na Floresta de Araucária será oportunidade de vivência para agricultores ou interessados em geral para inverter a lógica atual de intervenção humana no ecossistema natural. A proposta é mostrar como é possível plantar e manejar a terra apenas com os recursos já existentes na natureza. Além disso, os participantes poderão aprender a cozinhar alimentos saudáveis que serão oferecidos nas refeições com a proposta de comida vegetariana, vegana e orgância.
O curso será bastante prático. Os temas teóricos serão abordados de forma introdutória e aprofundados transdisciplinarmente durante as práticas, as quais estarão direcionadas para a análise e observação de diversas situações, condições e estágios sucessionais distintos nas áreas manejadas dentro do Instituto Arca Verde.
O foco é a mata com Araucária, no entanto, o entendimento dos princípios abordados permite sua aplicação adaptada em praticamente qualquer ecossistema.
Os métodos, técnicas e conceitos apresentados estão embasados na continuidade do trabalho iniciado por Ernst Götsch em cursos realizados no Instituto Arca Verde nos anos de 2010 e 2011.
No programa do curso estão temas como:
-Entendimento do conceito de sintropia e sua aplicação na agricultura
-interpretação, planejamento e sistematização de agroecossistemas.
– Implantação e manejo de sistemas agroflorestais (SAF´s);
– Podas e dendrocirurgias;
– Criação e estruturação de solos férteis;
– Saúde do Solo e saúde da s pessoas;
– Renovação de florestas nativas;
-Plantios madeireiros;
– Conservação de sementes e variedades crioulas;
-Máquinas e ferramentas de trabalho nos SAFs;
– Hugelkultur (técnica alemã de canteiros construídos)

Serão pelo menos cinco ministrantes e entre eles está  a médica, agricultora sintrópica (agroflorestora), com pós graduação em Gestão de Agrossistemas Sustentáveis, Andrea Basso. Ela também faz parte do MAIS ( Movimento de Agroflorestores de Inclusão Sintrópica), trabalha no Caminhos da Floresta em Caxias do Sul-RS com manejos agroflorestais e é membro da banca Floresta Essencial na Feira Ecológica de Caxias do Sul. Guardiã e dispersora de sementes, Andrea falou com a reportagem do programa Temática na manhã desta quarta-feira sobre o assunto.

Confira na íntegra.

 

A saber: Informações e inscrições estão abertas pelo link >http://agendagotsch.com/ ; >www.arcaverde.org ou ainda pelos telefones (54)99901 7745, 54) 99620-2632.

O Instituto Arca verde emitirá certificado com carga horária de 22 horas. o investimento varia de R$ 470,00 a R$ 690,00 conforme a modalidade de participação que pode ser de alojamento, camping e solidário camping. O valor pode ser parcelado em até 10 vezes sem juros.
* Serão oferecidas até duas bolsas integrais para movimentos ou coletivos. ([email protected], solicitem questionário no email [email protected])

 

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Conheça o case da Florana

Negócio nasceu da paixão da jovem proprietária pelas flores

A Florana – Terrários e Minijardins é uma empresa que cultiva plantas, afeto e cuidado com a vida. A proposta do negócio já se configurava quando a empreendedora Ana Rafaele Astoral ainda era adolescente. Apaixonada por plantas, iniciou uma jornada de autoaprendizagem de cultivo e técnicas. Usando inicialmente a internet como fonte de conhecimento, a jovem foi trasnformado o passatempo em atividade principal. Atualmente na casa dos 20 anos, a empreendedora criativa já está com a Florana há um ano como negócio. Circula em feiras colaborativas e já projeta a concretização de um espaço físico mais central.

Ana participou do programa Temática na manhã desta terça-feira para contar o case da Florana. Confira na íntegra.

 

A saber: A Florana faz terrários personalizados, minijardins, kokedamas, vasos de plantas e lembranças para eventos. Atende pelas redes sociais no endereço @florana.minijardim no instagram e no facebook e também pelo whats 54-99208-55-05.

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Definida a programação para o Encontro Lixo Zero

O evento busca dar visibilidade aos projetos realizados por empresas e instituições, a fim de reduzir os impactos causados pelo lixo em suas áreas de atuação

No dia 31 de outubro, na Casa da Cultura será realizado o Encontro Lixo Zero: melhores práticas desenvolvidas em Marau. E a programação para o dia já está definida. O evento busca dar visibilidade aos projetos realizados por empresas e instituições, a fim de reduzir os impactos causados pelo lixo em suas áreas de atuação.

As inscrições para projetos já estão encerradas. Para quem deseja assistir às apresentações dos projetos, as inscrições ainda não estão abertas. Júlia antecipa que a inscrição não tem nenhum custo e deve ser feita através do link que será disponibilizado pelo programa lixo zero. Quem estiver interessado em contribuir com a causa animal pode levar até o evento um quilo de ração. Esta doação não é obrigatória, apenas voluntária.

Veja a programação completa:

Manhã

8h15 às 8h30- Abertura

8h30 às 8h45- Save our Worl- Papéis que voltam a ser árvore

8h45 às 9h – Plastimarau – Economia Circular

9h às 9h15 – IESTA Lixo aliado a tecnologia

9h15 às 9h20 – Espaço para perguntas

9h20 às 9h35 – Arq. Ana Paula Bona- Projeto Muda

9h35 às 9h50 – Colégio Franciscano Cristo Rei – Horta do Colégio

9h50 às 9h55 – Espaço para perguntas

9h55 às 10h10 – Prefeitura de Marau – Ecoponto de Móveis e Eletrônicos

10h10 às 10h25 – Instituto Lixo Zero Brasil e Dia Mundial da Limpeza

10h25 às 10h40 – GSI – Cada gota faz a diferença

10h40 às 10h55 – IESTA – Aplicativo Pensando Verde

10h55 às 11h – Espaço para perguntas

 

Tarde

14h às 14h15 – Teatro Tchau Mosquito

14h15 às 14h30 – Sacola da Criatividade

14h30 às 14h45 – Reciclagem = Consciência Social

14h45 às 14h50 – Espaço para perguntas

14h50 às 15h50 – Vídeos institucionais das práticas Lixo Zero

15h30 às 16h45 – premiação melhores Práticas Lixo Zero 2019

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Conheça o case da Tensei Comida Vegetal

A empresa de alimentos saudáveis é de Farroupilha

Através da combinação de legumes, grãos, sementes e farinhas, a Tensei está no mercado de alimentos veganos desde 2014. Atua em todo o território nacional com a linha de produtos frigoríficos  como ambúrgueres, veggets e salsichas e tem o fdoco no equilíbrio nutricional  e respeito ao meio ambiente.

Em 2018, a Tensei foi Certificada pelo grupo ECO-SERRA, dando assim,origem a uma linha de produtos Orgânicos. Além disso, a empresa trata os resíduos, seja com reciclagem ou compostagem, e os nossos produtos são embalados em plásticos Celofane, que são 100% Biodegradável.
 

O sócio-proprietário da Tensei, Thiago Diniz, participou recentemente da edição do Shark Tank Brasil, game show que negocia com investidores tubarões e a partir dessa experiência, o negócio entrou em nova fase de expansão. Diniz, participou do programa Temática na última quinta-feira, quando falou de sustentabilidade e o futuro da alimentação. Confira na íntegra.

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Mostra Girassol promove educação ecológica e bons hábitos

Apresentações artísticas de alunos da Escola Dolaimes Stedile Angeli integram o projeto realizado pela Agrale

Alunos da Escola Municipal Dolaimes Stedile Angeli (CAIC) apresentam na próxima terça-feira, dia 29, às 14h30min, a Mostra Girassol.  A apresentação será dividida em turmas, e cada uma delas apresentará um número artístico tendo como tema Os aprendizados sobre os ensinamentos de questões ambientais do dia a dia. A programação prevê também uma homenagem a José Angeli, falecido esse ano e que foi o idealizador do Projeto, inspirada no tema O Semeador.  

O Projeto Girassol é realizado no CAIC e na comunidade pela Agrale e entidades parceiras. Neste ano, completa 21 anos mantendo o propósito de transformar para melhor a vida de centenas de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e contribuir para o desenvolvimento de uma consciência ecológica permanente. 

O evento é aberto ao público. A escola fica localizada na Rua João Gregório Paniz, 722 – Bairro Centenário II.

Graziela Gasparin Dalla Bona, analista de Responsabilidade Social da Agrale, falou sobre o assunto em entrevista na sexta-feira. Confira na íntegra.

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Estação de reciclagem de plástico é solução para retirar plástico dos mares e ambientes terrestres

Proposta visa amenizar impacto do descarte incorreto na natureza. Plástico será reciclado e transformado em novas peças, com oportunidades de geração de renda

O descarte incorreto de plásticos é um problema mundial. Apenas 1,26% das 11 milhões de toneladas de plástico fabricado anualmente no Brasil é reciclado. Do restante, 80% param nos oceanos, segundo dados da WWF. Como forma de amenizar esse impacto, cinco mulheres que vivem no litoral paranaense estão adaptando o projeto do holandês Dave Hakkes para desenvolver uma estação de reciclagem de plástico que processará os resíduos plástico.

A ideia é ter um espaço onde empresas e pessoas possam trazer o plástico. Em seguida, faz-se a separação por tipo de material, trituração e transformação em outros produtos, como capinhas de celular, chaveiros, balde e mármore plástico, trazendo uma solução para o aporte de lixo plástico.

Estudos científicos comprovam que mais de 80% do lixo que alcançam os oceanos são produzidos em terra. O plástico é o artefato do século 20. Foi uma novidade, mas hoje está se tornando um problema.

O projeto ganhou forma quando a ideia entrou no Programa Natureza Empreendedora, criado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza para fomentar a cultura do empreendedorismo e desenvolver iniciativas inovadoras com impacto socioambiental positivo.

O Marixo foi uma das iniciativas desenvolvidas no Programa Natureza Empreendedora, que auxilia a articulação de negócios inovadores na região do Lagamar paranaense. As propostas desenvolvidas visam explorar o potencial econômico da região, capacitar a comunidade local e aumentar a oferta de emprego com impacto positivo ao meio ambiente. Ao todo, 35 empreendedores de Antonina, Morretes, Paranaguá e Guaraqueçaba estão envolvidos no Natureza Empreendedora, que também conta com o apoio do Sebrae-PR na fase de ideação de propostas.

Iniciado em 2018, o Natureza Empreendedora foi estruturado a partir da identificação do potencial empreendedor aliado à conservação da Mata Atlântica em alguns municípios da região do Lagamar paranaense. O estudo concluiu que há espaço para inovação, melhoria da qualidade de vida da população e agregação de valor, com impacto socioambiental positivo. A pesquisa também mapeou que os jovens desejam continuar na região, mas não encontram oportunidades, e que existe pouco senso de valorização e identidade da Mata Atlântica.

Guilherme Karam, coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta terça-feira. Confira na íntegra.

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Pesquisa brasileira relaciona folha de pitangueira ao combate do Alzheimer

Estudo iniciou há 3 anos e agora segue na fase de teste de dosagem

Encontrar medicamentos e compostos que ajudem a tratar e prevenir o Alzheimer é um desafio para a ciência. Desde 1998, segundo a Associação Internacional de Alzheimer (ADI), mais de 100 remédios foram testados, mas apenas quatro mostram algum benefício contra a enfermidade, que atinge 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo – 1,2 milhão somente no Brasil.

Preocupados com o tema, pesquisadores do Mestrado e Doutorado em Biotecnologia da Universidade Positivo desenvolvem uma linha de pesquisa que investiga o potencial de substâncias que podem ajudar na luta contra a doença, em especial os compostos naturais, que apresentam menos efeitos colaterais. E eles descobriram que uma árvore típica brasileira, a pitangueira, pode ser uma boa aliada no combate ao Alzheimer.

Segundo o biólogo Ilton Santos da Silva, professor do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Positivo, responsável pela pesquisa, feita em parceria com estudantes, “o extrato das folhas da pitangueira possui diversas propriedades medicinais, como antioxidantes e anti-inflamatórias e apresenta um efeito neuroprotetor, prevenindo prejuízos de memória”. 

Ilton explicou como foi realizada a pesquisa e como o estudo deve avançar em entrevista ao programa Temática na manhã desta quinta-feira. Confira na íntegra.

 

 

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Estudo revela que sem estratégias de conservação, araucária deve ser extinta em 2070

Artigo publicado pela Universidade de Reading, no Reino Unido, mostra que a espécie pode deixar devido à intensa exploração e às mudanças climáticas

Dos 20 milhões de hectares da extensão original da Floresta com Araucárias, hoje restam apenas de 1 a 3% e o futuro ainda pode ser mais severo para a planta.  Segundo estudo publicado este ano, a araucária deve ser totalmente extinta até 2070, como resultado da intensa e predatória exploração madeireira e do manejo inadequado das sementes. O cenário é agravado pelas mudanças climáticas, que interferem nesse e em outros ecossistemas. Para os cientistas, apenas intervenções direcionadas podem ajudar a garantir a sobrevivência da espécie na natureza.

Componente importante da Mata Atlântica, a araucária ocorre predominantemente nos estados do Sul do Brasil e em algumas regiões serranas do Sudeste. Conhecida como símbolo do Paraná, a árvore de grande porte pode atingir 50 metros de altura. Atualmente, os poucos remanescentes da espécie estão localizados em pequenas e médias propriedades rurais, que asseguram aos agricultores uma importante fatia de renda por meio da extração do pinhão e das folhas de erva-mate, que fazem parte do ecossistema da Floresta com Araucárias.

Guilherme Karam, coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário, falou sobre o assunto em entrevista ao programa Temática na manhã desta quinta-feira. Confira na íntegra.

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Especialista analisa o fenômeno da mobilização urbana para a concretização de cidades inteligentes

Ana Cristina Fachinelli é professora da UCS e uma das quatro conferencistas gaúchas em evento internacional sobre cidades em Florianópolis

Pelo menos quatro palestrantes do Knowledge Cities World Summit (12º KCWS), evento internacional sobre cidades do conhecimento e sustentáveis que será realizado em Florianópolis (SC), entre os dias 4 e 7 de novembro, no Hotel Sesc Cacupé, são gaúchos. De Caxias do Sul são dois vereadores, Felipe Gremelmaier e Gustavo Toigo e a professora doutora Ana Cristina Fachinelli, da UCS. Também da Serra Gaúcha, o prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin será conferencista.

O KCWS é a reunião da cúpula mundial das cidades do conhecimento e será realizada pela primeira vez no Brasil. Os palestrantes foram convidados pela Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio/SC), entidade promotora e pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), parceira do evento.

O grupo debate o tema “Sustentabilidade e Inovação na Era do Conhecimento” junto com mais de 30 especialistas do Brasil, Reino Unido, México, Áustria, Austrália, Espanha e dos Estados Unidos. Vão discutir com os mais renomados especialistas do mundo como utilizar a inovação e a tecnologia disponíveis, como dados abertos, plataformas digitais, inteligência artificial e o Big Data para tornar o lugar onde moramos melhor, mais humano e sustentável para viver.

A professora, pós doutora em Inteligência Estratégica, Ana Cristina Fachinelli, falou sobre as cidades inteligentes em entrevista ao programa Temática na manhã desta quarta-feira. Confira na íntegra.

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