Iniciada a colheita do trigo no Rio Grande do Sul

Geada procovou pedidos de Proagro em cultivares do cedo
A colheita do trigo já iniciou no Rio Grande do Sul, a partir da região de Santa Rosa. Pouco mais de 1% da área cultivada em todo o Estado, está colhida. O restante das lavouras encontra-se em germinação e desenvolvimento vegetativo (2%); floração (20%); maturação (22%) e enchimento de grãos (55%). De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido pela Emater, os últimos dias foram ensolarados, de grande amplitude térmica e precipitações com intensidade variável, contribuindo para o desenvolvimento da cultura. Os grãos das primeiras lavouras colhidas de trigo apresentaram pH abaixo de 78, considerado de baixa qualidade.

As fortes geadas de agosto promoveram danos que reduziram a estimativa de produtividade. A dimensão do dano real está sendo avaliada com maior precisão durante as vistorias de Proagro, que já chegam a mais de 700 solicitações. As áreas afetadas correspondem às lavouras com variedades mais precoces e às implantadas na abertura do período de zoneamento agrícola de risco climático. A produção, segundo a Emater, ainda está indefinida. Nas áreas que estavam em desenvolvimento vegetativo no momento das geadas, a recuperação evidencia um bom aspecto.

Geada procovou pedidos de Proagro em cultivares do cedo

A colheita do trigo já iniciou no Rio Grande do Sul, a partir da região de Santa Rosa. Pouco mais de 1% da área cultivada em todo o Estado, está colhida. O restante das lavouras encontra-se em germinação e desenvolvimento vegetativo (2%); floração (20%); maturação (22%) e enchimento de grãos (55%). De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido pela Emater, os últimos dias foram ensolarados, de grande amplitude térmica e precipitações com intensidade variável, contribuindo para o desenvolvimento da cultura. Os grãos das primeiras lavouras colhidas de trigo apresentaram pH abaixo de 78, considerado de baixa qualidade.

As fortes geadas de agosto promoveram danos que reduziram a estimativa de produtividade. A dimensão do dano real está sendo avaliada com maior precisão durante as vistorias de Proagro, que já chegam a mais de 700 solicitações. As áreas afetadas correspondem às lavouras com variedades mais precoces e às implantadas na abertura do período de zoneamento agrícola de risco climático. A produção, segundo a Emater, ainda está indefinida. Nas áreas que estavam em desenvolvimento vegetativo no momento das geadas, a recuperação evidencia um bom aspecto.

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Soja, em patamares históricos, anima produtores para a nova safra

Nesta semana, o preço da saca de soja na região chegou a R$ 138,00
Nesta semana, o preço da saca de soja na região chegou a R$ 138,00. O valor da commodity forma-se a partir do indexador do buschel na Bolsa de Chicago, considerando as variáveis locais, atualmente, num cenário de aumento no valor do dólar perante o real e do prêmio, que é a lei da oferta e procura, indicando intenções de compra. Segundo o presidente da Acergs – Associação das Empresas Cerealistas do Rio Grande do Sul, Roges Pagnussat, o valor da soja está em patamares históricos e preço de porto, ultrapassa os R$ 145,00. Mesmo com o dólar tendo caído um pouco nos últimos dias, explica ele, a soja não baixou. Se preferir, ouça este conteúdo no player de áudio da matéria.

O reflexo desta alta, para a economia brasileira, é animador. Conforme o presidente, a balança comercial do agronegócio vem se mantendo positiva também pelo grau de exportação de soja. Neste sentido, ele entende que o primordial é dar condição para que o produtor produza mais com menores custos, para que se exporte o excedente. Ao contrário, uma produção mais voltada à exportação, acaba por elevar preços no mercado interno, inclusive nas gôndolas dos supermercados, a exemplo do que está sendo percebido com o arroz. No Porto de Rio Grande, 75% das movimentações estão relacionadas às exportações de soja. A entrevista, na íntegra, está disponível no ambiente de podcast.

Como tendência para a próxima safra, que já está em vias de implantação, Roges estima uma elevação na área plantada com a oleaginosa e também novos investimentos em tecnologia, considerando que cerca de 35% da safra 2020/2021 já esteja comercializada nas vendas futuras. “O produtor está confiante pois precisa se recuperar das perdas da safra passada. Neste período do ano passado, as vendas futuras chegavam a 38% para uma estimativa de safra de mais de 20 milhões de toneladas porém, foram colhidos apenas 13,5 milhões de toneladas”, explica o profissional, recordado da estiagem que atingiu o Rio Grande do Sul. Considerando isso, Roges finaliza defenendo que as lavouras de soja deverão receber o maior pacote tecnológico já aplicado por produtores, nos últimos tempos.

Nesta semana, o preço da saca de soja na região chegou a R$ 138,00

Nesta semana, o preço da saca de soja na região chegou a R$ 138,00. O valor da commodity forma-se a partir do indexador do buschel na Bolsa de Chicago, considerando as variáveis locais, atualmente, num cenário de aumento no valor do dólar perante o real e do prêmio, que é a lei da oferta e procura, indicando intenções de compra. Segundo o presidente da Acergs – Associação das Empresas Cerealistas do Rio Grande do Sul, Roges Pagnussat, o valor da soja está em patamares históricos e preço de porto, ultrapassa os R$ 145,00. Mesmo com o dólar tendo caído um pouco nos últimos dias, explica ele, a soja não baixou. Se preferir, ouça este conteúdo no player de áudio da matéria.

O reflexo desta alta, para a economia brasileira, é animador. Conforme o presidente, a balança comercial do agronegócio vem se mantendo positiva também pelo grau de exportação de soja. Neste sentido, ele entende que o primordial é dar condição para que o produtor produza mais com menores custos, para que se exporte o excedente. Ao contrário, uma produção mais voltada à exportação, acaba por elevar preços no mercado interno, inclusive nas gôndolas dos supermercados, a exemplo do que está sendo percebido com o arroz. No Porto de Rio Grande, 75% das movimentações estão relacionadas às exportações de soja. A entrevista, na íntegra, está disponível no ambiente de podcast.

Como tendência para a próxima safra, que já está em vias de implantação, Roges estima uma elevação na área plantada com a oleaginosa e também novos investimentos em tecnologia, considerando que cerca de 35% da safra 2020/2021 já esteja comercializada nas vendas futuras. “O produtor está confiante pois precisa se recuperar das perdas da safra passada. Neste período do ano passado, as vendas futuras chegavam a 38% para uma estimativa de safra de mais de 20 milhões de toneladas porém, foram colhidos apenas 13,5 milhões de toneladas”, explica o profissional, recordado da estiagem que atingiu o Rio Grande do Sul. Considerando isso, Roges finaliza defenendo que as lavouras de soja deverão receber o maior pacote tecnológico já aplicado por produtores, nos últimos tempos.

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Prazo para Declaração Anual de Rebanho encerra em outubro

proprietários que não realizarem o processo podem receber multa
Outubro é o último mês para a realização da Declaração Anual Obrigatória de Rebanho, o prazo que foi prorrogado em 2020, devido a pandemia da Covid – 19, encerra no dia 31 de outubro. Como explica, Maurício Flores, médico veterinário responsável pela Inspetoria Veterinária e Zootécnica de Marau, cerca de 380 produtores dos municípios de Marau, Vila Maria, Nova Alvorada e Camargo ainda não realizaram o processo.

De acordo com Maurício, a declaração é obrigatória para todos os produtores que tiverem animais de espécie de produção em suas propriedades (bovinos, equinos, caprinos, aves, peixes e abelhas). Como um processo de caráter obrigatório, a não declaração destes animais pode gerar multa de 60 UPFs (Unidade Padrão Fiscal), somada a 3 UPFs por animal não declarado.

proprietários que não realizarem o processo podem receber multa

Outubro é o último mês para a realização da Declaração Anual Obrigatória de Rebanho, o prazo que foi prorrogado em 2020, devido a pandemia da Covid – 19, encerra no dia 31 de outubro. Como explica, Maurício Flores, médico veterinário responsável pela Inspetoria Veterinária e Zootécnica de Marau, cerca de 380 produtores dos municípios de Marau, Vila Maria, Nova Alvorada e Camargo ainda não realizaram o processo.

De acordo com Maurício, a declaração é obrigatória para todos os produtores que tiverem animais de espécie de produção em suas propriedades (bovinos, equinos, caprinos, aves, peixes e abelhas). Como um processo de caráter obrigatório, a não declaração destes animais pode gerar multa de 60 UPFs (Unidade Padrão Fiscal), somada a 3 UPFs por animal não declarado.

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