Reta final da campanha de vacinação contra a febre aftosa

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Restam poucos dias para os produtores rurais adquirirem as vacinas contra a febre aftosa. A campanha, que neste ano foi antecipada, encerra na próxima terça-feira, 14/04. Todos os bovinos e bubalinos, independente da idade, devem ser vacinados. O prazo para apresentação da nota fiscal encerra em 30 de abril, porém ela deve estar com data de compra dentro do período da campanha (16/03 a 14/04). Quem não vacinar o rebanho ficará em situação irregular e pagará multa.

As doses são vendidas nas casas agropecuárias credenciadas – que podem fazer a venda por serem consideradas, neste momento, serviço essencial. Em Marau, são quatro e entre elas, a Cipramar e a Agropiá. Neste ano, a campanha foi antecipada. A medida faz parte dos esforços do Estado na tentativa de receber a certificação internacional de zona livre sem vacinação, assim como acontece com Santa Catarina e, em breve, será com o Paraná.

A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde Animal – OIE – órgão que concede a elevação de status, acontece em maio do ano que vem e um dos requisitos a ser observado para receber a certificação, é não ter nenhum animal vacinado nos últimos 12 meses. O status de zona livre de aftosa sem vacinação irá contribuir para as exportações gaúchas e para a valorização da cadeia produtiva.

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Estiagem e coronavírus agravam situação da agricultura do RS, segundo presidente da FETAG-RS

“A agricultura está passando por um dos piores momentos dos últimos anos”, lamentou o presidente Carlos Joel da Silva, em entrevista ao programa No Ponto da Tua Rádio São Francisco

Estiagem e coronavírus. A combinação destes dois problemas tem agravado ainda mais a situação da agricultura do Rio Grande do Sul. Além dos problemas econômicos e sociais causados pela pandemia, o estado ainda sofre com os impactos severos de uma das maiores estiagens da sua história. 

Em entrevista ao programa No Ponto da Tua Rádio São Francisco, o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), Carlos Joel da Silva, lamentou que a agricultura do estado está passando por um dos piores momentos dos últimos anos. “A estiagem tem causado perdas significativas na agricultura. A soja perdeu, em média, entre 45% a 50%, e é a principal cultura do estado. A uva e muitas outras frutas também tiveram perdas. O leite também está aumentando as perdas. A pastagem está secando e, em algumas comunidades falta água para os animais e para as famílias. Hortifrutigranjeiros também tivemos terdas”.

Ouça AQUI a entrevista completa.

Não bastasse a estiagem, conforme o presidente, o coronavírus agravou a situação. “Aí nós temos a dificuldade de efetuar a colheita e necessitamos de outros setores também. Nós precisamos que na cidade tenha um comércio aberto para vender peças, porque as máquinas quebram, nós precisamos do mecânico para concertar, precisamos do caminhoneiro e da logística para carregar e precisamos que a indústria esteja funcionando. Essa preocupação é grande e precisamos agora que o setor governamental possa ajudar o produtor”.

Na última quarta-feira (1º), o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), Carlos Joel da Silva, participou de videoconferência com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, com o senador Luiz Carlos Heinze, com o presidente do BNDES Gustavo Montezano e representantes de entidades do setor.

Em discussão esteve a pauta da FETAG-RS para solucionar problemas de agricultores que não estão no sistema de crédito oficial (PRONAF e PRONAMP), mas que buscam insumos via cooperativas e cerealistas em sistema de troca ou de financiamento. Estima-se que o valor fique em torno de R$6 a R$7 bilhões, apenas no Rio Grande do Sul.

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Alerta: prazo para vacinação do rebanho contra a afotsa se encerra em 10 dias

Se preferir, ouça este conteúdo clicando no player de áudio

Restam 10 dias de prazo para os produtores rurais adquirirem as vacinas contra a febre aftosa. A campanha, que neste ano foi antecipada, encerra no dia 14 de abril. Conforme o médico veterinário Maurício Flores, que coordena a Inspetoria Veterinária e Zootécnica de Marau, os índices da vacinação ainda são considerados baixos porém cresceram ao longo desta semana.

A média, nesta sexta-feira, 04/04, é de 45% do rebanho vacinado em Marau, 41% em Nova Alvorada. 30% em Camargo e menos de 10% em Vila Maria – este município tem o hábito de fazer o lançamento dos dados de forma semanal, então acredita-se que índice de adimplência seja maior. Todos os bovinos e bubalinos, independente da idade, devem ser vacinados.

O prazo para apresentação da nota fiscal encerra em 30 de abril, porém ela deve estar com data de compra dentro do período da campanha. Quem não vacinar o rebanho ficará em situação irregular e pagará multa. Em Marau, são quatro casas agropecuárias credenciadas, que vendem as doses, entre elas a Cipramar e Agropiá. Ambas estão atendendo para a venda do medicamento.

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Rio Grande do Sul conquista aprovação de nova metodologia para facilitar realização de Proagro

Medidas foram anunciadas pela Emater

A Emater recebeu a aprovação da proposta enviada à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, para simplificar a metodologia das perícias do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), para este período de quarentena, com vigência até 30 de junho. Através da Resolução 4.796, publicada pelo Banco Central do Brasil, ficam estabelecidas medidas de caráter emergencial para os procedimentos de comunicação e comprovação de perdas e de cálculo de coberturas para as operações enquadradas no Proagro, conforme o Manual de Crédito Rural.

Segundo o presidente da Emater, Geraldo Sandri, a instituição elaborou uma nova metodologia para a execução das perícias de Proagro, que visa dar maior praticidade e segurança a todos os envolvidos, tanto aos peritos e agentes, como aos produtores rurais. Segundo ele, simplificando o processo, ficam protegidos os agricultores, que podem colher logo, os extensionistas, que não precisam se deslocar, e as leis, agilizando o processo de indenização.

Para a comprovação das perdas, a nova proposta busca trabalhar mais pelas médias municipais, ou seja, a partir dos estudos e estimativas que a Emater já possui nos municípios e regiões do Estado, podendo utilizar os dados de produtividade média publicados pelo IBGE. Outra mudança é a liberação da obrigatoriedade de medir as áreas. Além disso, o documento sugere que as comunicações de ocorrência de Proagro sejam realizadas de forma eletrônica entre o agente financeiro e o agente que realiza o relatório de comunicação de perdas, de forma eletrônica, por e-mail, aplicativo, whatsapp ou telefone.

Sandri ressalta que a medida determina que a comprovação da aquisição de insumos seja feita direto pelo produtor junto ao agente do Proagro, e também que ocorra a liberação do técnico municipal que fez o projeto inicial para que também faça o laudo de Proagro. Outra medida é o aumento dos prazos. Em resumo, conforme o presidente, a base é trabalhar pelas médias municipais com levantamentos e perícias já feitas e pelo conhecimento e metodologia da Emater.

Confira as propostas

– Utilizar, para cálculo de produtividade esperada após o evento, a Estimativa Inicial e Atual cadastradas no IPAN Quinzenal.

– A partir da média municipal, utilizar um fator de correção com base na média ponderadas dos Relatórios de Comprovação de Perdas (RCP) de cada município, já concluídos.

– Liberação da obrigatoriedade de medir as áreas, utilizando-se para fins de determinação das áreas, os geomapas encaminhados por ocasião da contratação dos custeios;

– Dispensa do envio de fotos das áreas, visto que serão utilizadas médias municipais.

– As Comunicações de Perdas (COPs) deverão ser feitas de forma eletrônica, por e-mail, aplicativo, WhatsApp ou telefone.

– As comprovações de aquisição dos insumos (notas fiscais) deverão ser realizadas pelo produtor junto ao agente do Proagro.

– Liberação do técnico do escritório municipal, representante da Instituição oficial de Assistência Técnica, para fazer os RCPs, mesmo que tenha feito os projetos de crédito. Essa, com a finalidade de facilitar a interlocução com os demais agentes locais, sem a necessidade de eventuais deslocamentos.

– Em função da mudança de fluxo, necessidade de adaptação tanto do produtor, do agente do Proagro como do perito, da ampliação dos prazos, tanto para o agente solicitar o laudo, como para o perito entregar o RCP.

– Liberação para que os agricultores possam colher as lavouras de imediato.

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Cadeia produtiva de suínos comemora dados das exportações e projeta seu evento estadual

Agendado para agosto, a princípio o Dia Estadual do Porco será realizado

O setor produtivo, do agro, não pode parar. A afirmação é de Valdecir Luís Folador, presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – Acsurs. Há poucos dias, ele participou de reuniões que buscaram esboçar o atual cenário da cadeia suína, frente ao coronavírus, sugerindo alternativas que ofereçam suporte ao setor produtivo. O resultado é um documento que pontua os principais desafios e atuações no período da epidemia e os próximos passos a serem desenvolvidos. Uma das questões fundamentais, na opinião do presidente, é a necessidade de oferecer suporte ao setor de transportes, para que a produção continue tendo escoamento. 

Embora com desaceleração no mercado interno, as exportações de carne suína gaúcha e brasileira, seguem em ritmo crescente, motivadas especialmente pelas compras chinesas. A China é o principal destino dos cortes suínos do Brasil. Nos dois primeiros meses do ano houve recorde de envio e a tendência, de acordo com Folador, é de que os números cresçam ainda mais até o final do ano. “A exportação é a válvula de escape da suinocultura”, diz ele, comemorando o fato, já que o produtor gaúcho, por exemplo, vem amargando elevação nos cursos de produção em função do preço do milho e da soja, grãos usados na alimentação animal. 

Em entrevista para a Tua Rádio Alvorada, o Valdecir Folador também antecipou que o principal evento da entidade, o Dia Estadual do Porco, volta a acontecer na região. A princípio, a data está confirmada para 14 de agosto em Paraí. Será a 47ª edição do evento, que ainda não tem programação definida. Paraí ocupa o primeiro lugar entre os 27 municípios da região da Encosta da Serra, que aparecem no ranking da produção de suínos. Para se ter uma ideia, no ano passado, foram enviados para abate em torno de 89 mil animais.

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Estiagem e coronavírus afetam agricultores caxienses

Muitos açudes para irrigação secaram em alguns pontos falta água para consumo próprio dos agricultores. Pandemia também afeta comercialização da produção

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores, Agricultores Familiares de Caxias do Sul, Rudimar Menegotto, afirmou à reportagem da Tua Rádio São Francisco nesta sexta-feira (27) que os produtores da região estão sendo afetados pela pandemia do novo coronavírus, mas, mais ainda, pela estiagem que acomete todo o estado há meses.

“Claro que o agricultor não pode parar porque ele precisa continuar produzindo alimentos, porque o alimento é essencial para enfrentar essa pandemia do novo coronavírus. Claro que com todos os cuidados, os filhos estão tendo que ajudar a comercializar, por exemplo. A gente vê isso acontecendo até no próprio Ceasa, pra essas pessoas do grupo de risco poderem ficar em casa”, disse Menegotto. Ele ainda destacou: “Se fala tanto na pandemia, mas, se esqueceu que estamos enfrentando uma estiagem muito difícil no nosso estado e agora também afetando o nosso município, porque há 20 dias Caxias do Sul não estava sendo afetada. Mas, agora tem agricultores tendo que ir buscar água a quilômetros de distância até para consumo próprio porque está faltando, e os açudes usados na irrigação, muitos secaram”.

Nesse sentido Menegotto afirmou que, devido à falta de água muitos agricultores nem conseguiram fazer o plantio. “O prejuízo ainda não dá pra contabilizar porque o agricultor nem conseguiu fazer o plantio e possivelmente ali na frente nós vamos ter uma diminuição na oferta [de alimentos]”. A alface, a cenoura e a beterraba estão entre os cultivos mais afetados.

Ouça a entrevista completa com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores, Agricultores Familiares de Caxias do Sul, Rudimar Menegotto AQUI.

 

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Prazo para apresentação do comprovante de vacinação contra febre aftosa será estendido

A nota fiscal deve ser apresentada através de email ou whatsapp

A campanha de vacinação contra a febre aftosa iniciou no dia 16/03, agora, chegando próximo a metade da campanha os municípios de Marau, Nova Alvorada, Camargo e Vila Maria, apresentam um número baixo de animais vacinados. Em conversa com a Tua Rádio Alvorada o médico veterinário, Maurício Flores, coordenador da Inspetoria Veterinária e Zootécnica que atende os quatro municípios esclareceu algumas dúvidas que surgiram após os decretos que envolvem o fechamento de alguns estabelecimentos. 

Segundo Maurício, a campanha em si não sofre alterações quanto a prazos para compra e aplicação da vacina, foi alterado, apenas, o prazo e forma de apresentação da nota fiscal que comprova a aplicação. Isso porque, as agropecuárias se enquadram nos serviços essenciais e permanecem com o atendimento normal.  Em Marau, são quatro empresas credenciadas, entre elas a Cipramar e a Agropiá.

Os produtores terão até o final do mês de abril para apresentar a nota fiscal. A apresentação deve ser realizada através do envio de uma foto para o email [email protected] ou número de whatsapp (54) 3342 – 5380. O contato presencial não será possível pois a inspetoria também adota medidas protetivas contra a Covid-19. A assinatura da planilha de comprovação poderá ser assinada após o período de recessão. 

A entrevista completa com Mauricio Flores está disponível no áudio da matéria. 

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Presidente da ABPA fala sobre as medidas de prevenção e a produção de alimentos

Se preferir, ouça a entrevista no player de áudio

A Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA, também adotou as medidas de segurança orientadas pela crise da pandemia do Covid-19. O setor administrativo está atuando de forma remota, com reuniões diárias on line. O presidente da entidade, marauense Francisco Turra, cumpre sua quarentena em casa, em Marau. Nesta quarta-feira, ele concedeu entrevista para a Tua Rádio Alvorada e revelou que os setores de aves, ovos e suínos do Brasil estão empenhados na manutenção do fluxo de oferta de alimentos para a população brasileira e também para os outros países.

De acordo com Turra, para as empresas associadas, a saúde das equipes e a oferta de alimentos para a população são prioridades indiscutíveis. Há duas semanas, a ABPA implantou comitês internos para a mitigação dos impactos da crise no sistema produtivo. Dentre as medidas setoriais adotadas, as empresas intensificaram as orientações sanitárias em toda a sua estrutura. Visitas em unidades estão suspensas, salvo casos absolutamente necessários. Segundo o presidente, o setor está sendo modelo neste momento de crise.

Turra revelou, ainda, que mantém contatos diretos com ministros e secretários para discutir casos específicos, que podem resultar em pedidos emergenciais do setor. Por exemplo, recentemente a associação solicitou aos governadores dos estados onde há produção, como é o caso do Rio Grande do Sul,  que sejam mantidas as vias de escoamento e entrada de alimentos e insumos, apesar da implantação de restrição de trânsito de pessoas.

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Auditores fiscais agropecuários seguem trabalhando, visando a segurança alimentar

Profissionais atuam para garantir a qualidade dos alimentos que chegam a mesa da população

Auditores Fiscais Federais Agropecuários que atuam diretamente na inspeção de produtos de origem animal e vegetal, nas certificações para exportação e ingresso de produtos nas aduanas, alfândegas, portos e aeroportos permanecem em plena atividade durante a pandemia de Covid-19. Em Marau, dois deles postaram fotos nas redes sociais, afirmando que a segurança alimentar e o cuidado com a saúde, andam lado a lado. Solange Durigon e Álvaro Neubauer atuam na BRF.

Utilizando-se de equipamentos de proteção individual e intensificando os cuidados de higiene pessoal e de equipamentos – que já são bastante rigorosos nos ambientes de produção, os auditores têm dado sua contribuição para manter o abastecimento de alimentos e as exportações dentro da normalidade. Os índices de venda de proteína animal para fora do Brasil não recuaram nos últimos meses, como antecipou o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Turra, em entrevista para a Rádio Alvorada

Mario Peyrot Lopes, delegado do sindicato que representa a categoria, explica que o trabalho segue sendo realizado para manter a saúde animal e vegetal na pecuária e na agricultura, a inocuidade, a padronização e a qualidade dos produtos de origem animal e vegetal entregues à população brasileira e que são comercializados externamente. “Continuamos trabalhando para garantir que o alimento chegue a sua mesa com sanidade e segurança. Sairemos desta, pessoas ainda melhores”, escreveu Solange. Álvaro segue o mesmo pensamento: “Sua segurança alimentar é nossa meta. Apesar de tudo, não podemos parar”, escreveu o profissional.

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Sindicato dos Trabalhadores Rurais orienta produtores sobre o Prograro

Se preferir, ouça a entrevista no player de áudio

Produtores rurais que possuem custeios agrícolas através do Banco do Brasil podem dar sequência aos pedidos de Progaro – Programa de Garantia da Atividade Agropecuária. A informação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais – STR, Silvio Borghetti. Um profissional técnico particular está fazendo as vistorias em campo, tomando todas as medidas de segurança necessárias em função da pandemia do coronavírus. O ajuste foi necessário pois a Emater – instituição responsável por este tipo de perícia, suspendeu, em nível estadual, a atuação dos seus técnicos, também motivada pelas medidas de segurança em saúde.

Silvio explica que o manual de crédito rural determina que as lavouras onde houve solicitação de Proagro, não podem ser mexidas até a realização da vistoria técnica, o que poderia atrasar a colheita da soja, provocando ainda mais danos. O presidente explica, ainda, que poderia haver um laudo coletivo já que Marau decretou situação de emergência (ainda no início do ano). Porém, os parâmetros do seguro seriam números da safra passada, o que também poderia vir a reverter em mais prejuízos ao produtor.

Em entrevista para a Rádio Alvorada, o presidente do STR antecipou que a média de produtividade nas lavouras de seus associados está girando em torno de 20 a 40 sacas por hectare, dependendo da região e dos elementos influenciadores como solo, umidade e tecnologia aplicada. Se preferir, ouça este conteúdo clicando no player de áudio.

SOLICITAÇÃO DE MUDANÇAS NO SISTEMA DO PROAGRO

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul enviou proposta à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, para simplificar a metodologia das perícias do Proagro – Programa de Garantia da Atividade Agropecuária, devido ao momento delicado que o País vive, em função da pandemia de Covid-19, associada a situação de emergência do Estado, quanto a estiagem que perdura desde outubro do ano passado.

Conforme o secretário Covatti Filho, as propostas foram construídas em conjunto com a Emater e têm por finalidade compatibilizar as recomendações sanitárias oficiais com a necessidade de preservar os direitos dos agricultores atingidos pela falta de chuva. O assunto está em análise.

Entre as propostas estão, por exemplo, a liberação da obrigatoriedade de medir as áreas, utilizando-se para fins de determinação, os geomapas encaminhados por ocasião da contratação dos custeios, a dispensa do envio de fotos das áreas, visto que, serão utilizadas médias municipais, envio digital das comprovações de aquisição dos insumos (notas fiscais), ampliação dos prazos e a jiberação para que os agricultores possam colher as lavouras de imediato. 

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Setor agrícola contabiliza perdas por conta da estiagem

No player de áudio, acompanhe o que diz Rodrigo Coradi, presidente do Conselho Municipal de Agropecuária e Abastecimento de Marau

O ano de 2020 se apresenta como um ano de grandes dificuldades. Desde fevereiro, quando o primeiro caso de Covid-19 foi registrado no Brasil, o país vive em meio a um clima de medo e tensão.  Mas, ainda em 2019, um outro grande problema já se instalava no Rio Grande do Sul. A escassez hídrica, que rendeu prejuízos ao meio rural. Com a situação da saúde pública alarmante e a agricultura em risco, seguimos preocupados.

Em Marau, antes da situação atual se instalar com os decretos de situação de emergência para as devidas precauções com relação ao coronavírus, outro decreto foi emitido pelo Poder Público Municipal, apontando situação de emergência por conta da estiagem.

Várias reuniões ocorreram, com representantes dos setores interligados, principalmente, os vinculados à área agrícola. Em um dos encontros, a demora pela aprovação dos decretos de emergência preocupava, ainda mais, autoridades e produtores. Em entrevista à Tua Rádio Alvorada, o presidente do Conselho Municipal de Agropecuária e Abastecimento de Marau, Rodrigo Coradi, destaca que a homologação, por parte da Defesa Civil, ocorreu neste mês de março.

Em Marau, aponta Coradi, a produtividade das lavouras de milho e soja apresenta perdas qe podem somar percentual de 40%. Em algumas localidades, o volume de chuva foi de apenas 60 milímetro, nos últimos 90 dias.

Coradi também orienta o produtor a como proceder frente à necessidade de acionar o seguro agrícola: “As fiscalizações estão ocorrendo nas propriedades. O Proagro é um recurso de temos para amenizar os danos. Mas é importante que o produtor entre em contato com seus agentes financeiros, engenheiros agrônomos, técnicos responsáveis pelos projetos e sindicatos para que possam viabilizar a melhor forma de acionar o seguro, mesmo nesse momento de isolamento social existem formas de recorrer ao serviço”.

Acompanhe no player de áudio, a íntegra da entrevista.

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Feira do Peixe Vivo não será realizada neste ano

Ação tradicional da Semana Santa foi suspensa por causa da pandemia do coronavírus.

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SMAPA) de Caxias do Sul confirmou a suspensão da Feira do Peixe Vivo, que estava prevista para ocorrer nos dias 7, 8 e 9 de abril. A estrutura que seria destinada para o evento, será ocupada nas ações de prevenção ao coronavírus e na campanha de vacinação contra a gripe.

Sobre os outros eventos da SMAPA, como as Feiras do Agricultor, Ponto de Safra e Feira Ecológica devem retornar a partir do dia 31 de março. Quando voltarem, as feiras contarão com a distribuição de álcool geral e as bancas estarão separadas a dois metros de distância. Os feirantes que integram o grupo de risco deverão ficar em casa.

Os horários e locais das feiras você confere neste link www.caxias.rs.gov.br/servicos/agricultura.

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Campanha de vacinação contra a aftosa inicia nesta segunda-feira

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O Rio Grande do Sul está antecipando a campanha de vacinação contra a febre aftosa. O período de aplicação das doses inicia nesta segunda-feira, 16/03, e segue até o dia 14 de abril. Todos os bovinos e bubalinos, independente da idade, precisam ser vacinados.

A medida faz parte dos esforços do Estado na busca de receber a certificação internacional de zona livre sem vacinação, assim como acontece com Santa Catarina e, em breve, será com o Paraná. A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde Animal – OIE, acontece em maio do ano que vem e um dos requisitos a ser observado para receber a certificação, é não ter nenhum animal vacinado nos últimos 12 meses.

Maurício Flores, médico veterinário que coordena a Inspetoria Veterinária e Zootécnica de Marau, explica que a campanha será desenvolvida nos mesmos moldes das anteriores. Os produtores rurais precisam adquirir as doses nas casas agropecuárias credenciadas e depois apresentar a nota fiscal para o órgão responsável. A apresentação da nota, que comprova a aquisição da vacina, pode ser feita até o dia 22 de abril. Em Marau, são quatro empresas credenciadas, entre elas a Cipramar e a Agropiá.

Conforme o profissional, todos os esforços para que o Rio Grande do Sul seja considerado zona livre de febre aftosa sem vacinação, estão relacionados com a valorização  e a sustentabilidade da cadeia produtiva de proteína animal gaúcha. Segundo Flores, a certificação é fundamental para a abertura de novos mercados internacionais e até para a circulação do animal vivo a partir do estado gaúcho.

A orientação da Inspetoria Veterinária e Zootécnica é de que os produtores busquem comprar as doses ainda nos primeiros 15 dias da campanha, ou seja, até o final deste mês de março, permitindo que as empresas agropecuárias façam a gestão adequada de seus estoques. No âmbito da IVZ de Marau, que atende também aos municípios de Camargo, Nova Alvorada e Vila Maria, o total de animais a serem vacinados é de 38.776. Destes, a maioria estão no município marauense: 18.833 animais.

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Estiagem começa a afetar níveis de água dos açudes em Caxias do Sul

Relato é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Agricultores Rurais, que afirma que situação prejudica plantações

Dados divulgados pela Emater/RS- Ascar, nesta semana, mostram que as culturas de soja e milho sofreram mais perdas devido à estiagem que acomete o Rio Grande do Sul. As baixas chegam a 35% para a soja e 26% para o milho na safra 2019/2020. Em Caxias do Sul, a situação afeta os produtores de hortifrutigranjeiros, responsáveis pela colheita anual de 300 mil toneladas para comercialização, de acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016.

O município serrano lidera a produção dessa cultura no Estado, abastecendo 70% a Ceasa Serra e 16% a central de Porto Alegre. O indicador apresenta que, entre frutas e hortaliças produzidas, destaca-se a maçã (113 mil toneladas), a uva (78,1 mil toneladas) e o tomate (36,8 mil toneladas).

Em entrevista ao programa No Ponto, da Tua Rádio São Francisco, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Agricultores Rurais, Rudimar Menegotto, apresenta um panorama da situação na cidade. Segundo ele, o fenômeno começa a afetar os níveis de água dos açudes, o que prejudica na plantação dos hortifrutis. “Dá pra se dizer que Caxias do Sul, em relação à região, não foi tão atingida pela estiagem. Agora em diante que começa a preocupar. Temos relatos de agricultores com racionamento de água para consumo próprio, temos os níveis de açudes baixando com muita pouca água, inclusive, com agricultores não conseguindo fazer novos plantios. Dá para se dizer que a estiagem para Caxias começou a preocupar há 15 dias, quando falta de chuvas prejudicou as culturas que estão sendo plantadas.”

O problema da estiagem reflete também no consumo. Rudimar explica que a falta de oferta desses produtos típicos da Serra Gaúcha faz com que cheguem hortifrutis de outras regiões. Segundo ele, essa aquisição encarece os preços na cidade. “Com certeza vai afetar o consumidor, porque não vamos ter produtos, ofertas deles e a produção. Se não temos isso, os hortifrutis vem de outras regiões e, com certeza, o consumidor vai pagar mais caro por isso. Mais para frente, vamos sentir os reflexos da estiagem.”

Mesmo com o setor sendo referência na região, Rudimar relata que a bacia leiteira e a produção de milho serrana sofrem consequências. “Nós temos um exemplo, não só na produção de hortaliças, existe uma preocupação na questão do gado leiteiro e de corte, as pastagens, praticamente, estão secas. O produtor que perdeu a primeira safra de milho tentou fazer um novo plantio para silagem, como temos um inverno vindo não se consegue produzir milho em duas safras, então se tentou para esse fim. Porem, ele não vai conseguir colher uma grande safra no período de estiagem.”

Atualmente, 3,5 mil famílias de agricultores caxienses dependem da produção de hortifrutis. Na cidade, os distritos de Santa Lúcia do Piaí, Fazenda Souza e Vila Oliva se destacam nesse segmento.

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Reflexos da estiagem promove união de esforços em busca de alternativas

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A direção do Consórcio Intermunicipal do Planalto Médio esteve reunida nesta segunda-feira, 09/03, para discutir temas pertinentes aos municípios, que também integram a Ampla – Associação dos Municípios do Planalto Gaúcho. A pauta girou em torno da estiagem, já que todas as localidades já emitiram decreto de situação de emergência. Foram discutidas as possibilidades de buscar a agilização no reconhecimento dos decretos por parte da Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

Também na segunda-feira, durante evento da Assembleia Legislativa, o governador Eduardo Leite informou que há um esforço coletivo para que todos os decretos sejam analisados com a maior brevidade possível.  Segundo ele, houve um reforço no quadro da Defesa Civil e criado um comitê de gestão da estiagem, envolvendo representantes de diversas secretarias de Estado. Até o momento, cerca de 50 municípios já tiveram seus decretos de situação de emergência homologados.

Marau decretou situação de emergência ainda na primeira quinzena de janeiro. Conforme o presidente do Conselho Municipal de Agropecuária e Abastecimento, Rodrigo Coradi, as perdas na cultura do milho chegam aos 70% e agora, contabiliza-se danos também nas lavouras de soja – o carro chefe da produção agrícola no município marauense. As perdas variam de acordo com a cultivar usada e com o período implantado. As áreas plantadas em outubro apresentam produtividade abaixo da média e as plantadas após esse período podem apresentar índices ainda mais baixos. Os representantes das entidades agropecuárias estão em constante acompanhamento.

A estiagem, além das culturas agrícolas, também atinge o abastecimento de água para os animais e para o próprio consumo humano. Tem cidades que já estão fazendo racionamento de água. Em Marau, segundo o chefe da unidade da Corsan, Clausir Alves, a situação ainda está controlada, porém, são necessários cuidados devido ao baixo nível dos rios. Para se ter uma ideia, os profissionais já realizaram procedimentos que garantem um melhor represamento da água nos ambientes de captação.

O parlamento gaúcho também está atuando nesta questão da estiagem. Nesta segunda-feira, 09/03, estiveram reunidos deputados estaduais e federais que integram as bancadas voltadas à agropecuária. Na ocasião, tomou posse o novo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária Gaúcha, o deputado Edson Brum do MDB. Em seu discurso de posse, ele falou sobre a situação dos produtores gaúchos penalizados com a seca que se prolonga desde o início do verão. O deputado afirmou que o Estado e a União devem ter várias linhas de ação, procurando atender desde a falta de água para consumo até a renegociação de dívidas dos agricultores.

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Campanha de vacinação contra a aftosa é antecipada e inicia na próxima semana

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O Rio Grande do Sul está antecipando a campanha de vacinação contra a febre aftosa. O período de aplicação das doses inicia na próxima segunda-feira, 16/03, e segue até o dia 14 de abril. Todos os bovinos e bubalinos, independente da idade, precisam ser vacinados.

A medida faz parte dos esforços do Estado na busca de receber a certificação internacional de zona livre sem vacinação, assim como acontece com Santa Catarina e, em breve, será com o Paraná. A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde Animal – OIE, acontece em maio do ano que vem e um dos requisitos a ser observado para receber a certificação, é não ter nenhum animal vacinado nos últimos 12 meses.

Maurício Flores, médico veterinário que coordena a Inspetoria Veterinária e Zootécnica de Marau, explica que a campanha será desenvolvida nos mesmos moldes das anteriores. Os produtores rurais precisam adquirir as doses nas casas agropecuárias credenciadas e depois apresentar a nota fiscal para o órgão responsável. A apresentação da nota, que comprova a aquisição da vacina, pode ser feita até o dia 22 de abril. Em Marau, são quatro empresas credenciadas, entre elas a Cipramar e a Agropiá.

Conforme o profissional, todos os esforços para que o Rio Grande do Sul seja considerado zona livre de febre aftosa sem vacinação, estão relacionados com a valorização  e a sustentabilidade da cadeia produtiva de proteína animal gaúcha. Segundo Flores, a certificação é fundamental para a abertura de novos mercados internacionais e até para a circulação do animal vivo a partir do estado gaúcho.

A orientação da Inspetoria Veterinária e Zootécnica é de que os produtores busquem comprar as doses ainda nos primeiros 15 dias da campanha, ou seja, até o final de março, permitindo que as empresas agropecuárias façam a gestão adequada de seus estoques. No âmbito da IVZ de Marau, que atende também aos municípios de Camargo, Nova Alvorada e Vila Maria, o total de animais a serem vacinados é de 38.776. Destes, a maioria estão no município marauense: 18.833 animais.

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Expodireto apresenta bons resultados apesar do cenário de estiagem

Números foram apresentados pelo presidente da Cotrijal

Contrariando um cenário que apontava para resultados inferiores ao de 2019, em razão principalmente da estiagem que trará redução significativa na safra gaúcha de grãos 2019/2020 no Rio Grande do Sul, a 21ª Expodireto Cotrijal atingiu a marca dos R$ 2,6 bilhões em faturamento, num acréscimo de 10% em relação a edição do ano passado.

Do total anunciado pelo presidente da Cotrijal, Nei Mânica, R$ 2,255 bilhões correspondem as intenções de negócio na área de máquinas, em operações realizadas com instituições financeiras tradicionais, representando um incremento de 46% sobre 2019. Os bancos de fábrica contribuíram com R$ 262 milhões em propostas, 24% a menos que no ano passado.

O faturamento da 21ª edição é a maior dos últimos cinco anos. A 21ª Expodireto recebeu a visita de 256 mil pessoas, 4% a menos que em 2019. A 22ª Expodireto Cotrijal já tem data definida. Ocorrerá entre os dias 1º e 5 de março de 2021, em Não-Me-Toque.

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TRR amplia comodidade e segurança aos cooperados e clientes da Coagrisol

Região de Marau já é contemplada

As diretrizes do Planejamento Estratégico da Coagrisol já estão se tornando realidade, e dentro dos eixos de diversificação comercial e expansão de negócios, a Cooperativa passou a contar com um novo empreendimento: o TRR Coagrisol. Assim, cooperativa passou a prestar o serviço de venda e entrega direta do combustível nas propriedades, por meio do Transportador Revendedor Retalhista.

O serviço, é considerado de grande importância no contexto de comodidade ao cooperado, que agora passa a não precisar mais se deslocar até um posto de combustível, pois o produto é entregue direto na propriedade, contando com toda segurança no transporte, bem como garantia de qualidade e preço justo e certificação de origem.

O TRR Coagrisol já está atendendo praticamente toda área de atuação da Coagrisol, restando apenas ajustes pontuais a fim de atender com ainda mais agilidade às solicitações. Os pedidos poderão ser feitos por telefone, ou nas unidades da cooperativa e a entrega será feita por caminhões mediante rota estabelecida.

Informações sobre preços, condições de negócio bem como pedidos, podem ser feitos nas unidades da Coagrisol, ou ainda pelos telefones: Região Ibirapuitã, Mormaço e Nicolau Vergueiro: 54 99634-0402. Região de Arvorezinha, Casca, Camargo, Gentil, Nova Alvorada, Santo Antônio do Palma e Vila Maria: 54 99245-4042 ou 51 99820-1811.

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Encontro da Família Coasa em Camargo acontece na próxima segunda-feira

Na ocasião, será inaugurada a segunda etapa da construção da unidade

A cooperativa, em solidariedade ao município camarguense – atingido recentemente por um forte temporal, adiou a realização do Encontro da Família Coasa, que aconteceria no dia 02 de março. Este evento será realizado agora, na próxima segunfa-feira, dia 09, com a mesma programação já divulgada.  Às 19h30 haverá a recepção aos convidados. Por volta de 19h50 inicia a palestra “Ações que fazem a diferença”, com Marcio Mancio. Às 20h45 será feita a apresentação da obra de ampliação da unidade de Camargo e às 21h30, confraternização por adesão. Os ingressos para o evento estão sendo vendidos por R$ 10,00 que serão doados para a Brigada Militar de Camargo e para a Apae de Marau.

A unidade da Coasa de Camargo foi inaugurada em março do ano passado. Está localizada na ERS 132, altura do quilômetro cinco, e tinha capacidade inicial de armazenagem de 150 mil sacas. Com esta segunda etapa, a capacidade vai chegar a 300 mil sacas. A unidade da Coasa de Camargo conta com equipe de atendimento comercial, administrativo, técnico e operacional, gerando inicialmente 10 empregos diretos. Esse número, também está aumentando com a ampliação da estrutura.

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Efeitos da estiagem refletem na produção das culturas de verão

Prejuízos chegam a quase R$ 5 bi no Estado

Na Expodireto Cotrijal, a Emater anunciou o levantamento das lavouras da Safra de Verão 2019/2020, no Café da Manhã para a imprensa, organizado na Casa da Família Rural. O diretor técnico da Emater, Alencar Rugeri, apresentou os dados coletados em todo o Estado, considerando a situação das lavouras até final de fevereiro deste ano de 2020. Segundo os números preliminares, as culturas de verão, especialmente milho e soja, sofreram grandes perdas em decorrência dos efeitos da estiagem. Com a confirmação desses números, mesmo com o resultado negativo na produção e produtividade das culturas, esta ainda será a quinta maior safra de verão da história do RS, com uma produção de mais de 28 milhões de toneladas e um impacto econômico no valor bruto superior a R$ 32 bilhões.

Analisando cada cultura, as grandes perdas envolvem as safras do milho, grão e silagem, e da soja. A área de plantio do milho no Estado, considerando a estimativa inicial e a área atual, teve aumento de 1,5%. Porém, os reflexos da estiagem apontam uma redução superior a 20% na média de produção e na produtividade da cultura. A produção esperada para esta safra era de 5,9 milhões de toneladas e uma produtividade de 7,7 mil kg/ha, mas o cenário encontrado a partir do levantamento indica uma redução de 21% na produção (4,6 milhões de toneladas) e uma produtividade média de 5,9 mil kg/ha (redução de 22,3%).

No milho silagem não foi diferente, a redução da produção e da produtividade também foi de cerca de 20%. A expectativa de produção inicial era de 12,5 milhões de toneladas e a estimativa atual é de 9,9 milhões de toneladas, uma redução de 20,7%. Em comparativo com a safra passada (2018/19), a cultura do milho reduziu 18% da sua produção (em torno de um milhão de toneladas a menos). A soja também apresentou resultados negativos na estimativa da safra de verão. Entre a expectativa inicial e a estimativa atual, a redução na produção foi de 16,2%, nos mais de 5,9 milhões de hectares plantados.

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GSI participa da Expodireto Cotrijal 2020

Com dois estandes na feira, expõe também as marcas Agromarau, Ap e Cumberland

A partir desta segunda-feira, 02/03, até a sexta, dia 06/03, em Não-Me-Toque, Rio Grande do Sul, GSI e Agromarau, marcas da AGCO Grãos e Proteína, mostram seus lançamentos para os segmentos de proteína animal e armazenagem de grãos. Com a marca GSI, que atende o segmento de armazenagem de grãos, o destaque é o pacote de soluções nível zero para novas obras. Esse sistema não necessita de poços ou túneis, o que representa uma redução de cerca de 30% no custo da estrutura civil. Contempla o atendimento às normas de segurança, facilitando manutenção e limpeza, com menor risco operacional. Os equipamentos GSI que integram esse pacote são moega elevada, sistema de extração curvo, redler embutido na base do silo, sendo que todos os elevadores ficam no nível zero da planta.

A marca apresenta também o novo silo S20. O equipamento foi desenvolvido para oferecer maior resistência estrutural e velocidade de montagem em função da redução de 50% da quantidade de parafusos e da chapa de aço mais leve e fácil de movimentar, reduzindo o custo da obra. Para produção de proteína animal, em que há uma maior demanda pra climatização e bem-estar, as marcas da companhia para esse segmento – Ap, Cumberland e Agromarau – apresentam na Expodireto sua nova linha de exaustores, com destaque para o exaustor Easy Fan 50. São projetados para atender com eficiência as necessidades, mesmo em condições extremas de trabalho nos galpões. Benefícios que podem ser conferidos na feira: montagem prática e fácil, baixo ruído operacional, material resistente à corrosão e elevada durabilidade.

Em se tratando de automação da alimentação de aves, o destaque são os dois novos modelos de sistema de levantamento de comedouros, com moegas fixas ou distribuição contínua. Especialmente elaborados para produção de ovos férteis, tem como principais benefícios: redução de ovo de cama; possibilidade de um maior adensamento de aves ou mais espaço para elas; acesso simultâneo das aves à ração; uniformidade do lote; facilidade de manejo, oferecendo melhores condições de acesso e segurança para o operador; e possibilidade de utilização em galpões antigos.

Na Expodireto 2020, os produtores podem contar com mais uma alternativa para financiar seus projetos junto às marcas da AGCO Grãos e Proteína, o AGCO Finance, uma linha oferecida pelo banco de fábrica, que agiliza o processo de obtenção de crédito. Com as condições Agro+, serão oferecidas taxas de juros a partir de 5.5% ao ano e prazo estendido de até 60 meses. As marcas GSI, Agromarau, AP e Cumberland, integram o portfólio da AGCO Grãos e Proteína, com sede em Marau.

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Safra da uva gera expectativas positivas em Caxias do Sul

Sindicato dos Trabalhadores Rurais define que a qualidade deve ser uma das melhores da história.

Faltando cerca de 20 dias para o fim da colheita da uva em Caxias do Sul, a qualidade da fruta anima os produtores. Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Rudimar Menegotto, a produção pode ser classificada como uma das melhores da história. 

Apesar disso, alguns fatores acabaram atrapalhando a produtividade, como a chuva no período da floração. 

Avaliando a quebra da safra, Rudimar revela que na Serra é estimada uma redução em até 30%. Somado a isso, a variedade bordô teve a maturação durante um período de estiagem. Isso também contribuiu para a diminuição da produtividade entre 30% e 40%.

Um dos destaques positivos deve ser a variedade Isabel que, nas palavras do presidente do sindicato, está com boa qualidade nesta safra.

Em Caxias, a expectativa é colher 50 mil toneladas.

(Ouça a matéria abaixo do título)

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Encontro da Família Coasa em Camargo acontece no início de março

Na ocasião, será inaugurada a segunda etapa da construção da unidade

A Cooperativa Coasa vai inaugurar a segunda etapa da construção da unidade de Camargo no dia 02 de março. Será no Encontro da Família Coasa, agendado para acontecer nesta data. A programação vai começar às 19h30 com a recepção aos convidados. Por volta de 20h50 inicia a palestra “Ações que fazem a diferença”, com Marcio Mancio. Às 20h45 será feita a apresentação da obra de ampliação e às 21h30, confraternização por adesão. Os ingressos para o evento estão sendo vendidos por R$ 10,00 que serão doados para a Brigada Militar de Camargo e para a Apae de Marau.

A unidade da Coasa de Camargo foi inaugurada em março do ano passado. Está localizada na ERS 132, altura do quilômetro cinco, e tem capacidade inicial de armazenagem de 150 mil sacas. Com esta segunda etapa, a capacidade vai chegar a 300 mil sacas. Conta com equipe de atendimento comercial, administrativo, técnico e operacional, gerando inicialmente 10 empregos diretos. Esse número, também está aumentando com a ampliação da estrutura.

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Cerca de 900 produtores participaram do Dia de Campo Coasa

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O Dia de Campo Coasa reuniu cerca de 900 associados, além de fornecedores e parceiros na quinta-feira, 20/02. O tema foi “Construindo o Resultado da sua Lavoura”, com o objetivo de troca de informação, novidades em cultivos e novas tecnologias. A visitação na área demonstrativa tapresentou cultivares de soja e híbridos de milho, além de uma exposição do espaço de produção diversificada, que integra o projeto Coasa Consumo Sustentável, numa parceria com a Emater. Na Gruta Nossa Senhora de Lourdes aconteceu exposição dos fornecedores de insumos e máquinas.

O Espaço Mulheres Cooperativistas oportunizou oficinas de dança circular, fito energética, cultivo de orquídeas, plantas alimentícias não convencionais, cultivo de terrário, automassagem e Reiki, reunindo dezenas de produtoras. Estandes da Fábrica de Ração e dos Postos de Combustíveis Coasa integraram o evento, também.

A coordenadora do Departamento Técnico da Coasa e responsável pelo evento, Naiana de Mello, afirma que o Dia de Campo superou as expectativas da organização. “Nós agradecemos a todos os agricultores que participaram conosco neste Dia de Campo, onde trabalhamos com dedicação para que o agricultor recebesse ainda mais informações complementando tudo aquilo que aplicamos na sua propriedade durante o ano todo”.

O presidente da Coasa, Orildo Germano Belegante, falou sobre a grande participação da família toda. “A grande família Coasa mais uma vez se mostra unida, fazendo o dia a dia da cooperativa, demonstrando a importância da relação da direção e funcionários com os agricultores e dos agricultores para com as atividades da cooperativa”. Ouça no player de áudio.

 

 

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Governo do Estado prevê antecipação da campanha de vacinação contra a febre aftosa

O objetivo final é a suspensão da vacina

A Tua Rádio Alvorada conversou nesta terça-feira, 18/02, com o médico veterinário, Maurício Souza, responsável pela inspetoria veterinária do município de Marau, o assunto foi a possível antecipação da campanha de vacinação contra a febre aftosa. Segundo Maurício, foi realizada, nesta semana,  uma reunião com a Embrapa, no município de Passo Fundo, para discutir o assunto. O veterinário explica que o motivo da antecipação da campanha está relacionada ao desejo do Governo do Estado de suspender a realização da vacina. 

De acordo com Maurício,  hoje, o Rio Grande do Sul é considerado livre da doença através da realização da vacina e o objetivo é que o estado se torne livre da febre aftosa sem a necessidade do uso da vacina. Desta forma, o status sanitário do estado sobe e tente a um crescimento no mercado e principalmente nas exportações. A previsão é para que a campanha de vacinação ocorra entre a segunda quinzena de março e a primeira quinzena de maio. Tanto a antecipação do período de vacinação quanto a suspensão da vacina são previsões que ainda devem ser confirmadas.

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Coasa realiza Dia de Campo nesta quinta-feira

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A Coasa – Cooperativa Agrícola Água Santa, através do seu Departamento Técnico, realiza mais uma edição do Dia de Campo na próxima quinta-feira, 20 de fevereiro, das 9h às 16h, na área demonstrativa da cooperativa e na Gruta Nossa Senhora de Lourdes, em Água Santa.

O maior evento técnico da cooperativa deve reunir centenas de produtores rurais com uma extensa programação durante todo o dia. Entre as atividades: exposições de máquinas, implementos agrícolas, instituições financeiras, arena de palestras, oficinas de cultivo de plantas medicinais e chás e comercialização de flores. A coordenadora do Departamento Técnico, Naiana de Mello, afirma que a atividade é uma oportunidade de conhecer as novidades na área técnica, trocar experiências e reunir os associados.

“O Dia de Campo é o maior evento da Coasa e traduz nossa dedicação para auxiliar os associados para uma melhor produtividade em suas lavouras. É um importante momento de formação. Além disso teremos novidades como oficinas de cultivo de plantas e distribuição de mudas, o que torna o evento ainda maior”, disse Naiana.

A programação acontece em dois locais: na área demonstrativa da Coasa e na Gruta Nossa senhora de Lourdes. Outras informações pelo telefone (54) 3348-1153

Programação:

Área demonstrativa

9h Inscrições

9h às 12h Visitação a área demonstrativa (com apresentação de cultivares de soja e híbridos de milho)

Exposição do espaço de produção diversificada parceria Coasa e Emater

Gruta

12h30: Almoço na comunidade da Gruta

13h30 às 16h

Exposição dos fornecedores de insumos e máquinas

Espaço Mulheres Cooperativistas

Arena de palestras

16h30: Encerramento

• Haverá ônibus saindo das filiais, inscreva-se com antecedência

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Turra confirma crescimento nas exportações de aves e suínos e projeto um ano positivo

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Apesar do cenário de incertezas, provocado pelo coronavírus, a China segue mantendo o ritmo de compra de carne brasileira. Ou seja, o país chinês segue sendo o principal destino da nossa proteína animal. Para se ter uma ideia, em termos gerais, o crescimento das exportações de carne de frango, no primeiro mês do ano, chegou a quase 15%. Isso significa uma receita de US$ 529 milhões – 16% a mais do que no mesmo período do ano pasaado. Já a carne suína elevou em 41% o índice de exportações. A receita das vendas de suínos foi de US$ 164 milhões, resultado 78% maior do que o saldo registrado em janeiro de 2019.

Os dados foram confirmados pelo presidente da ABPA – Associação Brasileira de Proteina Animal, Francisco Turra. Em entrevista para a Tua Rádio, ele explicou que o governo da China optou por manter livre a entrada de alimentos no país. O gestor também explica que além da China, Hong Kong, Japão, Emirados Árabes e União Europeia seguem como importantes mercados para a carne brasileira. Países da América do Sul também passaram a comprar mais carne do Brasil, nos últimos tempos, explica ele.

Turra será um dos palestrantes do Simpósio do Agronegócio que vai acontecer na tarde deste sábado, dentro da programação da ExpoCasca. O evento será no CTG Laço da Amizade, a partir das 14h. Na ocasião, irá falar das oportunidades existentes nas cadeias produtivas de aves e suínos. “Aconselharei que cada um, com prudência, vá avançando”, explica. O Rio Grande do Sul, na opinião de Turra, vive um bom momento com os recentes anúncios de ampliação de empresas do segmento.

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Emater realiza Dia de Campo voltado para a soja

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A Emater Regional realiza Dia de Campo em Marau, na próxima quarta-feira, 19/02, com programação voltada para a cultura da soja. Serão quatro estações com temáticas que incluem o manejo integrado de doenças como a ferrugem e o mofo branco, a adubação do solo e a tecnologia de aplicação de tratamentos com seus fatores influenciáveis como por exemplo, o ambiente, clima e equipamentos.

Além disso, haverá apresentação de novidades em termos de cultivares adaptáveis à região e seus diferenciais. Todos os temas serão detalhados por profissionais da Emater e empresas parceiras do evento, conforme explica o chefe do escritório de Marau, Elder Dal Prá. Ao término das atividades, haverá sorteio de brindes e lanche de confraternização. Não há custos para os participantes. A programação inicia às 13h.

A atividade será em Nossa Senhora do Carmo, na propriedade da família de Zulmir Perin, na via Rota das Salamarias. Conforme Dal Prá, o local foi escolhido por apresentar um ambiente de diversificação de culturas e também por possuir um coletor de esporos da ferrugem da soja, o que está permitindo a prevenção da doença nas plantas. A técnica será apresentada para os produtores presentes no Dia de Campo por estar apresentando bons resultados.

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Dia de Campo Cepal acontece nesta sexta-feira, em Camargo

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A Cepal realiza Dia de Campo nesta sexta-feira, 14/02, na unidade de Camargo. O foco da atividade será a informação com objetivo de contribuir com a produtividade das culturas e com o bem-estar dos produtores, como antecipa Roges Pagnussat, diretor da empresa.

Os trabalhos estão previstos para iniciar às 14h, na Unidade Cepal de Camargo, com o credenciamento dos produtores. Em seguida, os presentes iniciam a visitação aos campos experimentais sendo que em cada ponto, haverá a troca de conhecimentos sobre sementes, insumos, tratamentos e sobre a qualidade do solo. Ao final da tarde haverá confraternização.

Informações podem ser obtidas pelo telefone 54. 3357.1345. Você também pode ouvir a entrevista do empresário Roges Pagnussat, clicando no player de áudio. Na entrevista, ele revela que está assumindo a presidência da Acergs – Associação das Cerealistas do Rio Grande do Sul, para o biênio 2020-2022. A entidade tem sede em Passo Fundo e a tua na defesa dos interesses da classe de armazenagem.

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Produtores de maçã encaminham demandas do setor ao senador Heinze

Setor está preocupado com o mercado externo

Os representantes do setor da maçã  através da Agapomi e ABPM estiveram reunidos com o senador Luis Carlos Heinze (PP). O encontro por ocasião do Rodeio Internacional foi para apresentar algumas demandas como por exemplo a proposta de parcelamento dos recursos de custeio como já acontece com o segmento dos grãos. O diretor executivo da ABPM Moisés Albuquerque destaca que outra demanda diz respeito as tarifas de exportação da fruta para a China. O Senador se comprometeu em tratar desses assuntos nos órgãos competentes para cada tema no governo federal.

Os produtores ainda pediram ao deputado federal Jerônimo Gorgen que convide a Ministra Tereza Cristina para a solenidade de abertura da safra maçã ainda este mês em Vacaria. A colheita da variedade Gala já teve início e a perspectiva é de um volume semelhante ao do ciclo passado.

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Soja retoma desenvolvimento com normalização das chuvas

Situaçã melhorou também nas lavouras dos Campos de Cima da Serra

A cultura da soja retomou o desenvolvimento com a normalização das chuvas, apesar da sua distribuição desuniforme. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), as fases da lavoura são as seguintes: 24% em desenvolvimento vegetativo, 33% em floração, 42% na fase de enchimento de grãos e 1% maduro e por colher.

Na região de Santa maria, há ocorrência de áreas desuniformes, com baixo estande de plantas, o que deverá afetar de forma negativa o teto produtivo das lavouras. As perdas mantêm-se estáveis em virtude da melhoria das condições climáticas. E na região de Ijuí, o desenvolvimento da cultura nesta semana se deu sob condições diferenciadas, conforme a disponibilidade de umidade no solo. Nas áreas onde as precipitações atingiram volumes adequados, a perspectiva de produtividade está próxima da projetada inicialmente. Já nos locais onde ocorreu menor volume de precipitações, a soja apresenta sintomas de déficit hídrico, com folhas murchas durante a tarde, quando as temperaturas se elevam. As lavouras evoluem rapidamente para o estádio reprodutivo, com a maior parte delas atualmente em floração. O clima seco proporciona aumento da incidência de ácaros e tripes. Em Ijuí, os técnicos da Instituição também têm observado o aumento da incidência de lagartas. São baixos os sintomas de infecção por doenças; mesmo assim, os produtores dão continuidade aos tratamentos fitossanitários.

As chuvas no período contribuíram para melhorar também a situação das lavouras de milho no RS, mas em algumas regiões as perdas estão consolidadas. As fases da lavoura são as seguintes: 13% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 11% em floração, 22% em enchimento de grãos, 21% maduro e 33% já foram colhidos.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Porto Alegre, devido à estiagem, são esperadas perdas significativas tanto na produtividade quanto na qualidade do milho para silagem, que deve interferir inclusive no desempenho futuro dos animais. Na região de Pelotas, a semeadura vem acontecendo em pequenas áreas a cada chuva. Com o desenvolvimento prejudicado pela estiagem, muitas lavouras originalmente destinadas para grãos passaram para silagem, o que deverá resultar numa qualidade muito baixa da silagem produzida, interferindo assim na produção leiteira e de carne para o outono-inverno. Na região de Erechim, há perdas na produtividade e na qualidade do grão das lavouras destinadas ao milho silagem; 25% das lavouras estão em fase de enchimento de grãos e 75% já foram colhidos

Informações da Emater 

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Uvas estão à venda nas praças Dante e da Bandeira

Comercialização segue até o dia 15 de abril.

Para quem é fã da fruta símbolo da Serra Gaúcha, tem uma ótima oportunidade de aproveitar a qualidade das uvas produzidas em Caxias do Sul. Já funcionam os pontos de venda nas praças Dante Alighieri e da Bandeira.

Entre as variedades vendidas estão a itália, rubi, benitaka, niágara rosa e branca. Os valores do quilo são R$ 4 e R$ 7,90.

O secretário da Agricultura, Valmir Susin, reforça que a uva, pela importância na região, merece ter atenção. Por isso, ele analisa a possibilidade de instalar outros pontos de venda pela cidade. Outra ideia, é a oferta de outras frutas nestes locais.

As bancas funcionam de segunda a sábado, das 8h30 às 18h30. A comercialização termina no dia 15 de abril.

(Ouça a matéria abaixo do título)

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Período de estiagem reflete, também, no mês de fevereiro

A cultura mais prejudicada continua sendo a do milho

Janeiro foi um mês marcado pela falta de chuvas, o que trouxe prejuízos, principalmente, às culturas de milho e soja, para fevereiro, a expectativa é de uma melhora. Sobre o assunto a Tua Rádio Alvorada conversou com Julcemar Zanin, engenheiro agrônomo. Segundo ele, as lavouras de milho foram as mais prejudicadas, com cerca de 60% a 70% de perdas, o que torna a recuperação ainda mais complicada.

 A soja também passa, como definiu Julcemar, por um momento crítico, a principal preocupação, no momento, é em relação a falta de umidade, sendo assim, essencial os períodos de chuvas. Jucemar ainda faz um alerta, é importante que o cuidado com doenças e pragas permaneça mesmo neste período para que a formação do grão não seja ainda mais prejudicada. 

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Governo do Estado lança projeto de incentivo a produção de milho

Lançamento será nesta sexta, 07/02, em Chiapeta

Com o objetivo de aumentar a produção de milho, tornando o Rio Grande do Sul autossuficiente no cereal, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural  irá lançar, nesta sexta-feira, 07/02, o Programa Estadual de Produção e Qualidade do Milho (Pró-Milho RS). A iniciativa será apresentada durante a 9ª Abertura da Colheita do Milho, em Chiapetta, na região noroeste. O diretor do Departamento de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural, Ivan Bonetti, explica que o programa foi criado em parceria com diversas entidades gaúchas, voltadas ao agronegócio.  Segundo ele, o milho é um cereal estratégico para o agronegócio gaúcho, pois interage com toda a cadeia de aves, suínos e bovinos, que representa 10% do PIB do Estado.

Ao longo das discussões para formulação do Pró-Milho RS, os participantes abordaram temas em três eixos. O primeiro, na produção, visa intensificar a assistência técnica aos produtores, ter maior eficácia tecnológica na produção, ampliar a área irrigada de milho, pesquisar variedades mais adaptadas a cada região e aumentar a produtividade em regiões de menores resultados por área foram os destaques. O segundo, a qualidade, o grupo indicou ampliar o número de secadores de grãos, modernizar os procedimentos de recebimento, limpeza e secagem e ampliar a capacidade estática de armazenamento no Estado. E o terceiro, para crédito e comercialização, indicou-se ampliar comercializações antecipadas e a utilização de mecanismos de travamento de preços, como contrato a termo, mercado futuro e contrato de opções; agilizar as contratações dos financiamentos de custeio e investimento; e buscar parcerias com agentes financeiros e bancos de fábrica para financiamentos de equipamentos de irrigação, secadores e armazéns.

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Evolução do status sanitário da aftosa será apresentada sábado no Rodeio de Vacaria

Entre os objetivos do evento em Vacaria estão a discussão do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA

O “RS sem vacinação contra a febre aftosa” é o tema de seminário que será realizado no próximo sábado (8), das 9h às 11h, durante o 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria. O encontro é organizado pelo Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). O secretário Covatti Filho participará do encontro para explicar o trabalho do Estado para a evolução do status sanitário.

Entre os objetivos do evento em Vacaria estão a discussão do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA), o compartilhamento de responsabilidades e o fortalecimento de parcerias entre os agentes envolvidos e o debate das condições sustentáveis de garantias do status livre de aftosa sem vacinação.

Status livre de aftosa

A Seapdr apresentou no final de janeiro as ações que deverão ser tomadas para que o Rio Grande do Sul possa evoluir o status sanitário para zona livre de aftosa sem vacinação. As medidas seguem 18 recomendações apontadas pelo Ministério da Agricultura no relatório da auditoria realizada em setembro do ano passado.

Entre as recomendações do Mapa, está a reorganização do quadro de pessoal para que os fiscais agropecuários sejam retirados de atividades administrativas e se dediquem integralmente à fiscalização e a atualização da frota de veículos da Secretaria. As outras recomendações incluem modernização e ajuste do Sistema de Defesa Agropecuária, padronização no cumprimento da legislação, incremento da fiscalização volante, elaboração de estratégia para funcionamento dos postos fiscais, incremento na fiscalização de eventos com aglomeração de animais, cumprimento de metas dos programas de sanidade animal, atividades de educação em saúde animal e maior participação do serviço veterinário oficial nas ações do SUS.

Até o momento, no Brasil apenas os estados de Santa Catarina e Paraná conquistaram o status sanitário de zona livre de aftosa sem vacinação.

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Coasa registra o maior resultado de sua história: mais de R$ 16 milhões

O faturamento foi superior a R$ 460 milhões

Na sexta-feira, 31/01, a Coasa – Cooperativa Agrícola Água Santa realizou assembleias ordinária e extraordinária, reunindo mais de 400 associados que aprovaram o balanço de 2019. No ano passado, foi registrado o maior resultado da cooperativa em 25 anos: R$ 16.200.162,31. O faturamento foi superior a R$ 468 milhões. Durante a assembleia foi realizada prestação de contas da administração, balanço geral com a presença dos conselhos de administração e fiscal.

O presidente da Coasa, Orildo Germano Belegante, afirmou que nesta assembleia buscou-se algo diferenciado. “Resolvemos fazer o processo de assembleia num único dia. Adotamos uma metodologia para gerar transparência aos números da cooperativa, oportunizando com que os associados conhecessem todos os setores de suporte. Sobre os números temos muito a comemorar pois foram mais de R$ 16 milhões, o maior percentual também de resultado em relação ao faturamento, superior a 3%”, disse.

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Engenheiro agrônomo relembra projeto de microbacias hidrográficas

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A recente estiagem que prejudicou parte do resultado esperado nas lavouras de milho em solo gaúcho, fez os mais antigos relembrarem do projeto de microbacias hidrográficas, desenvolvido em Marau nos aos 80. O trabalho foi voltado ao melhoramento do solo e a um consequente melhor aproveitamento da água da chuva. Em tese, sem ele, a produção local não seria tão abundante como é, nos dias de hoje.

Um dos responsáveis pelo projeto, o engenheiro agrônomo João Batista Coimbra, ex-chefe da Emater, porém, destaca que se os terraceamentos realizados à época, fossem mantidos ou seguissem sendo realizados, os efeitos das estiagens poderiam ser menores. “Temos chuva suficiente para produzir o ano todo. O que precisamos é armazenar esta água para aproveitá-la da melhor forma”, destaca o profissional aposentado.

Ele acredita que o ideal seria aproveitar as atuais tecnologias existentes, para aperfeiçoar o projeto criado antigamente. Ouça a entrevista, na integra, no player de áudio. Na década de 80, Marau foi o promeiro município gaúcho a aderir ao projeto de microbacias hidrográficas. Em resumo, os terraços em nível objetivavam conter a água da chuva para o uso nas lavouras e evitar a erosão do solo.

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GSI e Agromarau estarão presentes no Show Rural Coopavel 2020

No evento, será possível conferir novidades das marcas

Entre os dias 3 e 7 de fevereiro, Cascavel, no Paraná, vai sediar a primeira grande feira do agronegócio do ano. GSI e Agromarau, marcas da AGCO Grãos e Proteína, aproveitam o evento para mostrar seus lançamentos para os segmentos de proteína animal e armazenagem de grãos.

Além da linha completa de soluções para avicultura e suinocultura, produtores de aves e suínos poderão contar com mais uma opção de modelo de exaustor que a Agromarau está colocando no mercado. Com preço competitivo, o Easy Fan 50’’, foi projetado para movimentar elevado volume de ar, o que garante eficiência mesmo em condições extremas de trabalho. Benefícios em evidência: montagem prática e fácil, baixo ruído operacional, resistência à corrosão e elevada durabilidade.

Em se tratando de automação da alimentação de aves, o destaque serão os dois novos modelos de sistema de levantamento de comedouros, com moegas fixas ou distribuição contínua. Especialmente elaborados para produção de ovos férteis, tem como principais benefícios: redução de ovo de cama; possibilidade de um maior adensamento de aves ou mais espaço para elas; acesso simultâneo das aves à ração; uniformidade do lote; facilidade de manejo, oferecendo melhores condições de acesso e segurança para o operador; e possibilidade de utilização em galpões antigos.

No segmento de armazenagem de grãos, a marca GSI estará com sua equipe preparada para apresentar o novo silo S20. O equipamento foi desenvolvido para oferecer maior resistência estrutural e velocidade de montagem em função da redução de 50% da quantidade de parafusos e da chapa de aço mais leve e fácil de movimentar, reduzindo o custo da obra. Outra solução que será destaque no segmento de grãos no evento em Cascavel será o pacote de soluções base zero para obras novas, um sistema que não necessita de poços ou túneis, o que representa menor custo de implantação – redução de cerca de 35% no custo da estrutura civil.

No Show Rural 2020, os produtores podem contar com mais uma alternativa para financiar seus projetos junto às marcas da AGCO Grãos e Proteína, o AGCO Finance, uma linha oferecida pelo banco de fábrica, que agiliza o processo de obtenção de crédito. Com as condições Agro+, serão oferecidas taxas de juros a partir de 5.5% ao ano e prazo estendido de até 60 meses.

A equipe técnica e comercial da empresa vai acompanhar todo o evento, atendendo clientes de proteína animal e armazenagem no estande e detalhando as características e benefícios dos equipamentos.

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FETAR não admite flexibilizar norma regulamentadora

Decisão foi tomada em um encontro em Porto Alegre

A direção da FETAR esteve reunida em Porto Alegre, para fazer uma avaliação do andamento da reforma da NR – 31 (Norma Regulamentadora), a qual é específica da área rural em relação aos assalariados. Também presentes Gabriel Santos, presidente da CONTAR e diretor da FETAR, o qual tem participado das negociações, em Brasília, na Comissão Tripartite, além do presidente do Sindicato dos Técnicos em Segurança do Trabalho, Nílson Laucksen.

Conforme Sérgio Poletto, 2º secretário da FETAR e diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalhador, o grupo fez uma análise das propostas em busca do entendimento de uma melhor posição técnica da NR no aspecto de seu aprimoramento. “Não aceitamos que ela seja flexibilizada, mas sim melhorada. A proposta do governo é para retirar os pontos que beneficiam os trabalhadores. Assim, acreditamos que o Gabriel vai chegar na comissão e defender as posições do Rio Grande do Sul”, completou Poletto.

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Chuvas recuperam de forma parcial lavouras de milho, que segue em colheita

Informativo da Emater aponta também, para o encerramento do plantio de soja no Estado

As chuvas ocorridas nos últimos dias atenuaram parcialmente a situação de déficit hídrico que a cultura do milho enfrenta no Estado e favoreceram a evolução para as fases de maturação e colheita na maioria das regiões produtoras do Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater as lavouras estão 15% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 12% em floração, 25% em enchimento de grãos, 26% maduro e 22% do total já foram colhidos.

O relatório de culturas também aponta a situação da soja, que é grão que ocupa a maior parte do território gaúcho. Em tremos gerais, o cultivo alcançou a totalidade da área prevista para a safra 2019/2020, que é de quase seis milhões de hectares. Das lavouras implantadas, 48% se encontram em desenvolvimento vegetativo, 39% em floração e 13% na fase de enchimento de grãos.

As chuvas ocorridas na semana também favoreceram as pastagens. Os campos nativos e as pastagens cultivadas retomaram seu desenvolvimento, propiciando melhores condições de pastejo para os animais. As pastagens cultivadas perenes se recuperam e aumentam a produção de massa verde mais rapidamente do que os pastos nativos. As áreas destinadas à fenação têm apresentado um bom rendimento.

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Chuvas retomam o ânimo dos produtores, segundo o Informativo Conjuntural da Emater

A soja segue em desenvolvimento porém, o milho apresenta muitas perdas

Com 99% da área prevista para esta safra já implantada, as lavouras de soja no Rio Grande do Sul estão 56% na fase de desenvolvimento vegetativo, 34% em floração e 10% em enchimento de grãos. De acordo com o Informativo Conjuntural desta semana, divulgado pela Emater, as condições físicas do solo em termos de retenção de água têm estabelecido diferentes condições de desenvolvimento às plantas.

Em parte das lavouras em desenvolvimento vegetativo, vem ocorrendo murchamento de folhas. Naquelas mais adiantadas, tem havido abortamento de flores nas primeiras camadas. Em solos mais rasos ocorre morte de plantas devido ao déficit hídrico. Em geral, o desenvolvimento das lavouras de soja ainda é satisfatório, ante a falta de umidade e às altas temperaturas ocorridas nas últimas duas semanas. A permanência dessas condições de tempo pode resultar em perdas de produtividade. A irregularidade de chuvas indicará os percentuais de perdas.

No milho, apesar das chuvas ocorridas no Estado, os acumulados não revertem o déficit hídrico em boa parte das lavouras, que tem prejudicado o desenvolvimento da cultura. Totalmente implantada no RS, a cultura do milho encontra-se 20% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 13% em floração, 28% em enchimento de grãos, 26% maduro e 13% dos 771 mil hectares já foram colhidos.

O potencial produtivo varia muito. Diversos municípios apontam perdas superiores a 50%. As lavouras colhidas para silagem apresentam rendimento de 25 a 30 mil quilos por hectare, muito abaixo da estimativa inicial. A massa verde está desidratada, com consequente perda de qualidade.

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Safra menor porém com dólar favorável gera otimismo entre os produtores de maçã

A estimativa indica queda de 30% na variedade Fuji

Os produtores de maçã da variedade Eva em Veranópolis e Caxias do Sul já iniciaram a colheita da fruta nesta safra. No Paraná também já iniciou a retirada dos pomares dessa variedade. Aqui na região a colheita das variedades Gala e Fuji deverão iniciar na primeira quinzena de fevereiro. Haverá um atraso de pelo menos dez dias. No ciclo 2016 a safra brasileira foi de um milhão e 328 mil toneladas, na seguinte o volume foi de um milhão e cem mil toneladas e a última foi de um milhão e 50 mil toneladas. O engenheiro agronômo e produtor rural Leandro Bortolluz estima que para este ano a safra deverá ser maior na variedade Gala em 15% e menor na Fuji em torno de 30%.

A safra será menor mas por outro lado a cotação do dólar favorecerá o setor com perspectivas de bons negócios. O preço médio da caixa está girando entre R$ 45 e R$ 47. Na safra 16/17 o valor estava em R$ 27 na seguinte chegou a R$ 37.

O produtor Leandro observa que será muito importante que a safra ofereça uma boa rentabilidade pois somente assim será possível implementar as mudanças necessárias nos pomares. A ideia a partir de agora é expandir as práticas da chamada fruticultura de precisão. De 21 a 23 de janeiro será realizada uma jornada técnica em pomares gaúchos e catarinenses. No dia 22 será realizado em Vacaria e dia 23 em Lages.

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Presidente da Fetag é reeleito para o cargo por mais quatro anos

A votação teve expressiva participação de agricultores e agricultoras familiares de todo o estado. Com 95% de aprovação, a nova diretoria da FETAG-RS têm como maior desafio fortalecer a agricultura familiar, potencializar a produção mantendo qualidade, e ao mesmo tempo, gerando renda. Para isso, afirma o presidente reeleito Carlos Joel da Silva, “precisamos continuar com o projeto de assistência técnica, buscar políticas públicas diferenciadas que façam a diferença na vida das pessoas do campo. Estamos aqui representando os mais de 700 mil agricultores e agricultoras familiares do nosso estado, a responsabilidade é imensa, pois nossas ações impactam diretamente a vida de quem está no meio rural”.

Juntamente com o presidente, foram eleitos vice-presidentes, secretários, tesoureiros, coordenadora estadual de mulheres, suplentes e conselho fiscal, num total de 26 vagas preenchidas. 

“Temos como obrigação de estarmos sempre vigilantes, atentos, mas principalmente atuantes para honrar o nome da nossa instituição” finaliza Carlos Joel.

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Emater faz levantamento inicial dos efeitos da seca no interior de Vacaria

Uma das regiões mais atingidas é a da Fazenda da Estrela

A chuva registrada na região na madrugada da última sexta-feira amenizou um pouco os efeitos da seca especialmente nas lavouras de milho. Porém como no dia seguinte as temperaturas ultrapassaram os 30 graus facilitando a evaporação e assim o solo volta a ficar muito seco. De acordo com levantamento realizado pela Emater o município tem duas situações diferentes em relação aos efeitos da seca.

O extensionista Nicolas Eigon Brandt observa que a situação é mais crítica na região da Fazenda da Estrela. Nas proximidades da área urbana tem ocorrido pancadas de chuva mais frequentes e portanto ainda não há queda na produtividade. Além do milho outras culturas como a soja, frutas e as pastagens estão sendo atingidas pela falta de chuva.  

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Produtores Rurais sugerem decretar Estado de Emergência em Marau por causa da estiagem

Foi realizada uma reunião com autoridades de Marau e de outros municípios, juntamente com agrônomos

A falta de chuva já se torna um problema, principalmente, para a área agrícola. A cultura do milho é que mais está sendo afetada pela seca constante da região. Sendo assim, foi realizada uma reunião com autoridades de Marau e de outros municípios, juntamente com agrônomos. O encontro aconteceu nesta quarta-feira, 08/01, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Marau-ACIM.

Conforme Zeferino Sebben, presidente do departamento Agropecuário da ACIM, que convocou a reunião, foi constatado acima de 70% de perda nas lavouras de milho da região. Os 30% restantes representa algumas lavouras que receberam maior quantidade de chuva. “A perda é grande, e a pior notícia é que a estiagem não deve acabar logo”, ressaltou Zeferino. Além disso, está confirmado 0% de aproveitamento em algumas plantações de milho, onde não há mais as espigas da planta. Por outro lado, a soja é mais resistente, mas ainda assim vem sofrendo com a estiagem, cerca 20% no geral é apontado como perda da cultura.

A reunião serviu para sensibilizar as autoridades e poder público, para então, decretar o Estado de Emergência. Efetuando o decreto, a Defesa Civil irá fazer uma vistoria nas plantações do município, posteriormente, irão decretar oficialmente Emergência. Com o decreto efetuado, alguns financiamentos na parte agrícola poderão ser prorrogados, como aconteceu em 2006 onde ocorreu uma grande estiagem na região.

A partir do encontro realizado na ACIM, conforme afirmou Zeferino, ficou combinado que o Decreto de Emergência será estudado. E dentro de cinco dias, documentos e relatórios deverão ser reunidos para encaminhar o Decreto.

Ouça no player de áudio a entrevista com o presidente.

 

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Abertas inscrições para concurso de uvas na FenaVindima 2020

Os vencedores vão receber uma viagem para Uruguai

O período de inscrição para a exposição e o concurso de uvas para a 14º Edição da Festa Nacional da Vindima (FenaVindima 2020) iniciou nesta segunda-feira (06). O objetivo da atividade é destacar a principal atividade econômica de Flores da Cunha, fruto do trabalho de seus agricultores.

É permitida a participação de qualquer viticultor do município de Flores da Cunha e da região da Serra Gaúcha. Poderá ser inscrita qualquer variedade de uva na exposição, porém para fins de concurso somente serão avaliadas as uvas das variedades: Isabel, Bordô, Niágara Branca, Niágara Rosada, Uvas Orgânicas, Novas Variedades (Carmen, Concord, Cora, Magna, Rubia, Violeta) e Conjunto de Variedades.

Tanto para a exposição, quanto para o concurso de uvas o produtor deverá inscrever duas ou mais variedades de uva, além disso, deve cultivar no mínimo 200 pés da mesma, e manter o cultivo de, no mínimo, um hectare de videiras na propriedade.

O viticultor que inscrever um conjunto de variedades deverá indicar no mínimo oito variedades. No ato da inscrição o agricultor deverá apresentar o seu talão de produtor rural e cadastro vitícola, cujos números serão anotados na ficha de inscrição. Cada produtor deverá entregar quatro cachos de uva de cada variedade inscrita, no dia 13 de fevereiro, no Parque da Vindima.

 

As inscrições devem ser realizadas até o dia 7 de fevereiro nos seguintes locais:

a) Escritório Municipal da EMATER – Flores da Cunha. Fone: 3292-1247

b) Escritório Municipal da EMATER – Nova Pádua. Fone: 3296-1140

c) Secretaria Municipal da Agricultura – Flores da Cunha. Fone: 3279-3600 Ramal: 255

d) Sindicato dos Trabalhadores Rurais – Flores da Cunha. Fone: 3292-7500 – Nova Pádua Fone: 3296-1710

e) Sub-Prefeitura de Otávio Rocha Fone: 3279-1298

f) Sub-Prefeitura de Mato Perso Fone: 3026-6822

 

Serão considerados premiados e terão direito à premiação os seguintes classificados:

                a) Variedade Isabel: 1º a 6º lugar

                b) Variedade Bordô: 1º a 6º lugar

                c) Variedade Niágara Branca: 1º a 2º lugar

                d) Variedade Niágara Rosada: 1º a 2º lugar

                e) Uvas Orgânicas: 1º lugar

                f) Novas Variedades: 1º lugar

                f) Conjunto de Variedades: 1º e 2º lugar

Premiação

Cada expositor receberá, no dia da entrega das uvas seis ingressos para entrada no Parque de Exposições durante a FenaVindima e dois ingressos para um jantar de confraternização, onde também será entregue os certificados da premiação. Os vencedores vão receber uma viagem para Uruguai, na segunda quinzena de março de 2020. O prêmio compreende 50% das despesas de deslocamento e hospedagem, que serão custeadas pela Associação Comunitária FenaVindima.

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Exportações de carne suína batem recorde em 2019

Ao todo, foram embarcadas 750,3 mil toneladas ao longo dos 12 meses do ano passado

As vendas de carne suína do Brasil alcançaram volume recorde em 2019, de acordo com números revelados hoje pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram embarcadas 750,3 mil toneladas ao longo dos 12 meses do ano passado. O saldo é 16,2% superior ao registrado em 2018, quando foram comercializadas 646 mil toneladas. 

Apenas em dezembro, foram exportadas 76 mil toneladas, volume 35,1% maior em relação ao mesmo período de 2018, com 56,2 mil toneladas. É o maior embarque mensal já registrado na história do setor.

Em receita, o saldo das vendas alcançou US$ 1,597 bilhão, número 31,9% maior que o resultado de 2018, com US$ 1,2 bilhão.  Em dezembro, as vendas chegaram a US$ 183,6 milhões – maior saldo mensal já alcançado pelo setor.

As vendas para a Ásia – região fortemente impactada por focos de Peste Suína Africana (PSA) – foram o grande impulso das exportações de 2019.  A China, que assumiu o primeiro lugar nas importações já no primeiro mês do ano passado, importou 248,80 mil toneladas, volume 61% superior ao total embarcado em 2018.   

Também impactado pela PSA, o Vietnã aumentou suas importações em 82,6%, com total de 13,54 mil toneladas em 2019.

Na América do Sul, o Uruguai foi o principal destino, com 40,48 mil toneladas importadas, volume 12,8% maior em relação ao saldo de 2018. Também o Chile se destacou, com importação de 44,54 mil toneladas (+28,9%). No Leste Europeu, a Rússia importou 35,28 mil toneladas

“Crescemos nossas vendas não apenas na Ásia, mas em outras regiões importadoras, como a América do Sul.  Nossos esforços estarão concentrados, agora, no fortalecimento destas parcerias e busca de novos mercados”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

*Informações: ABPA

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Pouca chuva prejudica produção agropecuária no RS

Na Serra Gaúcha, a fruticultura é a mais afetada

A estiagem que acometeu o Rio Grande do Sul em dezembro do ano passado e início de janeiro deste ano impactou na produção agropecuária do estado. Mas, conforme o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Enio Todeschini, as estatísticas apontam que a região tem uma característica de apresentar um período de seca a cada sete anos: “A última foi em 2011 e 2012; foi bastante sério o problema que ocorreu bem nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Então se nós pegarmos os anos de 2004-2005 e 2011-2012 para 2019-2020 dá exatamente o período de sete anos”.    

Todeschini também destacou que a chuva dos últimos dias não foi suficiente para reparar os danos causados pela estiagem, mas que deve pelo menos estancar o avanço dos estragos: “A chuva foi geral, não uniforme, mas deve estancar os problemas se tivermos mais chuvas nos próximos dias”.

Sobre os danos, o engenheiro falou sobre as culturas mais afetadas: “O milho. Mais próximo de Caxias do Sul e Bento Gonçalves não sente muito, mas Vacaria, Guaporé, Nova Bassano e São Jorge dependem muito de milho. A produção leiteira não está muito afetada agora, mas, daqui a alguns meses a queda vai ser muito maior, porque o pessoal está fazendo silagem possivelmente com palha sem espiga, com qualidade muito baixa da parte energética que é o grão e a pastagem não está acontecendo”.   

Dentro da fruticultura, Todeschini salientou os impactos na produção de pêssego e maçã: “O pêssego, no final da colheita do ciclo médio ele tem um calibre bem mais fino, muitas frutas amoleceram no pomar e perderam a qualidade para serem ofertadas no mercado. A maçã já teve um problema sério de pegamento (fixação) lá nos meses de outubro e novembro, por excesso de chuva e falta de insolação. E agora temos problemas sérios porque ela está perdendo o momento de crescimento; dificilmente vai recuperar aquele tamanho padrão perdendo o valor”.

Quanto a uva, a bordô deve ser a mais afetada: “A uva, principalmente a bordô que já está com 11 mil hectares, teve uma maturação apressada e vai acabar ficando menor. Isso vai impactar no peso, no rendimento”.

O clima seco também preocupa os produtores de soja do estado. Segundo a Emater, o plantio já ocorreu em 99% da área prevista para esta safra, que é de 5,978 milhões hectares. A apreensão aumenta na medida em que a oleaginosa começa a entrar na etapa de florescimento. O desenvolvimento da soja já está prejudicado em parte da região das Missões, no noroeste do estado.

Ouça a notícia no link acima da foto.  

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Falta de chuva traz prejuízos aos produtores de milho

Algumas propriedades sofrem com 60% de perdas

A falta de chuvas e o clima seco registrado nos últimos meses vêm prejudicando os produtores que investem na cultura do milho. Como explica o Técnico Matias Tedesco, representante da Emater do município de Nova Alvorada, algumas propriedades rurais chegam a 60% de prejuízos, perdas que se confirmam em pelo menos dez lavouras. Nestas condições, os produtores recorrem ao Proagro – Programa de Garantia da Atividade Agropecuária, uma garantia de renda para ressarcimento do agricultor. A chuva registrada no início de 2020, explica Matias, foi insuficiente para a floração ou enchimento do grão, quando a umidade é imprescindível. 

A soja é mais resistente, afirma Matias, e apresenta um bom desempenho de produção. De acordo com dados divulgados pela Emater o plantio da soja no Rio Grande do Sul já alcançou 99% da área prevista, mesmo assim, o técnico alerta que neste momento a cultura precisa de muita água, além de aconselhar os produtores a iniciar os trabalhos com fungicidas e inseticidas.

Confira a entrevista completa com Matias Tedesco no áudio da matéria.

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Coagrisol anuncia ampliação de unidades de recebimento e armazenagem de grãos

Empresa informou que adquiriu unidade da Cerealista Lodi Ltda, localizada em Itapuca

A diretoria da Coagrisol Cooperativa Agroindustrial fecha o ano com o anúncio de ampliação estrutural no setor de armazenagem. Através do acréscimo de mais duas unidades, a cooperativa incrementa o complexo negocial da empresa.

No comunicado, assinado pelo presidente José Luiz Leite dos Santos, a empresa informou que adquiriu a unidade de recebimento de grãos da Cerealista Lodi Ltda, localizada na comunidade de Campo Bonito, em Itapuca. Da mesma forma, comunicou que assumiu em caráter de arrendamento, a unidade desta mesma empresa no município de Gentil.

Ambas as estruturas já estão com processo de transferência em andamento, garantindo que possam ser utilizadas pela Coagrisol no menor tempo possível. No comunicado, a cooperativa que tem sede em Soledade e atua em outros 26 municípios, destacou, ainda, que a aquisição tem como objetivo ampliar as estruturas de recebimento e armazenagem e, assim, atender melhor o quadro social.

A estratégia também integra as diretrizes negociais da empresa, que em 2019 completou 50 anos e para os próximos cinco anos, projeta dobrar seu faturamento.

Informações: Comunicação Coagrisol

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