Veterinário explica que casos de vaca louca estão concluídos e não riscos

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A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) concluiu que os dois casos de encefalopatia espongiforme bovina atípica, conhecida como o mal da vaca louca, detectados em frigoríficos de Minas Gerais e de Mato Grosso, não representam risco para a cadeia de produção bovina.

Segundo o médico veterinário Tiago Luís Pretto, especialista em Inspeção de Produtos de Origem Animal e mestre em Engenharia da Produção, os casos ocorreram de forma independente e isolada e o Brasil mantém sua classificação de risco insignificante para a doença.

Ainda de acordo com o profissional, que é o responsável técnico pelo Frigorífico Rodeio de Marau, o país possui uma série de medidas de contingência que são colocadas em prática assim que surge uma suspeita. As hipóteses no centro-oeste, segundo ele, foram respectivamente o quarto e o quinto caso registrado em toda a história da bovinocultura brasileira e já estão concluídos.

A expectativa, conforme o profissional, é de estabilização no mercado com a retomada das relações comerciais. Pretto reitera que a encefalopatia espongiforme bovina atípica não oferece risco à saúde humana. A entrevista, na íntegra, está disponível no quadro de podcast da emissora.

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