Avaliação da Entidades da agricultura do RS Plano Safra 2021/2002

avaliacao-da-entidades-da-agricultura-do-rs-plano-safra-2021/2002

Dirigentes da Fecoagro / RS e Federarroz avaliam o volume de recursos anunciado pelo governo federal de R $ 251, 2 bilhões

Na última terça-feira (22 / 06) foi anunciado o Plano Safra 2021 / 2022. O volume de recursos divulgado pelo governo federal foi de R $ 251, 2 bilhões, sendo R $ 165, 2 bilhões com juros controlados e R $ 86 bilhões com juros livres. Além disso, o seguro rural preferido de R $ 1 bilhão, enquanto o apoio à comercialização foi de R $ 1,4 bilhão. As taxas de juros fecham entre 3% e 4,5% ao ano para o Pronaf, 5,5% a 6,5% ao ano no Pronamp, entre 7,5% a 8,5% ao ano aos demais produtores e investimentos e entre 5,5% e 7% ao ano aos investimentos prioritários.

A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro / RS) avaliou que o Plano Safra 2021 / 2022, cumpriu o seu papel. O aumento nos recursos em relação ao ano passado foi considerado positivo pela entidade.

Para o presidente da FecoAgro / RS, Paulo Pires, houve essa elevação importante de recursos. “A questão dos juros equalizáveis ​​teve um aumento, o que é uma forma altamente positiva, pois até existiu um questionamento sobre isso. Depois o governo voltou atrás e fez o que as cooperativas e demais entidades pediram ”, observa.

O dirigente afirma que na questão do pedido agrícola, assim como pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o valor poderia ser maior, chegando a R $ 1,5 bilhão. “Mas de uma forma geral foi bom. Temos um plano safra, com uma condição de aumentar a safra com uma meta da ministra de chegar a 300 milhões de toneladas se o clima nos ajudar ”, destaca Pires.

Para a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), o Plano Safra 2021 / 2022 reflete em parte o atual momento da economia brasileira. A alta de taxas de juros preocupa os produtores de arroz especialmente em um momento de alta dos custos de produção.

De acordo com o presidente da Federarroz, Alexandre Velho, o Plano Safra trouxe um aumento na taxa de juros que, no caso dos pequenos e médios produtores, foi de 0,5%, mas para os demais produtores será um aumento de 1,5%. “É um aumento no custo da taxa de financiamento que nos preocupa porque temos projeção nos aumentos do custo de produção nos insumos como fertilizantes e agroquímicos”, destacando, acrescentando também que o valor do subsídio ao seguro rural ficou um pouco abaixo da expectativa do setor .